{"id":6092,"date":"2014-04-07T02:16:49","date_gmt":"2014-04-07T02:16:49","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=6092"},"modified":"2017-08-25T00:59:16","modified_gmt":"2017-08-25T03:59:16","slug":"rondonia-floresta-privatizada-esconde-o-niobio-o-mineral-mais-estrategico-e-raro-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6092","title":{"rendered":"Rond\u00f4nia: Floresta privatizada esconde o ni\u00f3bio, o mineral mais estrat\u00e9gico e raro no mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>Nelson Townes, via\u00a0<a href=\"http:\/\/www.noticiaro.com\/\" target=\"_blank\"><span style=\"color: blue;\">Not\u00edcia RO<\/span><\/a> e lido no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.inest.uff.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=175%3Afloresta-privatizada-em-rondonia-esconde-niobio-o-mineral-mais-estrategico-e-raro-no-mundo&amp;catid=99%3Aprodestrategico&amp;Itemid=78\" target=\"_blank\">Portal dos Estudos Estrat\u00e9gicos<\/a><\/p>\n<p>Com o in\u00edcio da Era Espacial, aumentou muito o interesse pelo ni\u00f3bio brasileiro, o mais leve dos metais refrat\u00e1rios. Ligas de ni\u00f3bio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta-Zr, foram desenvolvidas para utiliza\u00e7\u00e3o nas ind\u00fastrias espacial e nuclear.<\/p>\n<p>Bem que o governador de Rond\u00f4nia, o m\u00e9dico Conf\u00facio Moura, ficou meditando sobre o interesse da China por este Estado da Amaz\u00f4nia. As primeiras delega\u00e7\u00f5es estrangeiras que ele recebeu na Capital, Porto Velho, ap\u00f3s tomar posse como novo governador foram de chineses. Primeiro veio um grupo de empres\u00e1rios, logo seguidos pela visita do pr\u00f3prio embaixador da China no Brasil, Qiuiu Xiaoqi e da embaixatriz Liu Min.<\/p>\n<p>Os chineses n\u00e3o definiram, nas palavras do governador, o que lhes interessa em Rond\u00f4nia. Mas, \u00e9 poss\u00edvel que a palavra \u201cni\u00f3bio\u201d tenha sido pronunciada durante as conversa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Conf\u00facio Moura comentaria ap\u00f3s as visitas partirem que \u201calgo de sintom\u00e1tico paira no ar\u201d e fez uma visita \u00e0 Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais em Rond\u00f4nia (CPRM) para saber de suas atividades no Estado.<\/p>\n<p>Oficialmente, o governador nunca se referiu ao ni\u00f3bio como um dos temas das conversas com os chineses. Mas, o s\u00fabito interesse do m\u00e9dico governador por geologia gerou coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>Seria ingenuidade descartar o ni\u00f3bio dos motivos que levariam os chineses a viajar do outro lado do planeta para Rond\u00f4nia. Este \u00e9 um dos Estados da Amaz\u00f4nia que tem esse min\u00e9rio estrat\u00e9gico de largo uso em engenharia civil e militar de alta tecnologia. A China n\u00e3o tem ni\u00f3bio e importa do Brasil 100 por cento do que usa.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que as jazidas atualmente conhecidas em Rond\u00f4nia est\u00e3o localizadas na Floresta Nacional (Flona) do Jamari, por onde o governo petista de Lula come\u00e7ou a \u201cvender\u201d a Amaz\u00f4nia para particulares (s\u00e3o concess\u00f5es com prazo de 60 anos.)<\/p>\n<p>O ent\u00e3o presidente dos Estados Unidos, George Bush, fez uma visita ao Brasil e abra\u00e7ou o presidente Lula quando o Brasil decidiu leiloar a Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Os particulares vencedores do leil\u00e3o da floresta, historicamente, acabam se consorciando a estrangeiros, e riquezas da bio e geodiversidades de Rond\u00f4nia poder\u00e3o continuar a migrar para o Exterior, restando migalhas para o povo rondoniense.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m est\u00e1 duvidando da boa inten\u00e7\u00e3o dos empres\u00e1rios chineses e, se de fato \u00e9 o ni\u00f3bio que atrai sua aten\u00e7\u00e3o para Rond\u00f4nia, o Estado pode estar nas v\u00e9speras de realizar uma parceria comercial e reverter uma hist\u00f3ria de empobrecimento causada pela m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o de suas riquezas naturais.<\/p>\n<p>O ni\u00f3bio, hoje, representa o que foi a borracha h\u00e1 um s\u00e9culo para o desenvolvimento industrial das pot\u00eancias mundiais da \u00e9poca. O Brasil, que tem o monop\u00f3lio mundial da produ\u00e7\u00e3o desse min\u00e9rio estrat\u00e9gico e vive um Ciclo do Ni\u00f3bio, est\u00e1, no entanto, repetindo erros ocorridos durante o Ciclo da Borracha na Amaz\u00f4nia entre os s\u00e9culos 19 e 20.<\/p>\n<p>Por exemplo, embora seja o maior produtor do mundo, o Brasil deixa que o pre\u00e7o do min\u00e9rio seja ditado pelos estrangeiros que o compram (como acontecia no Ciclo da Borracha.)<\/p>\n<p>O ni\u00f3bio (Nb) \u00e9 elemento met\u00e1lico de mais baixa concentra\u00e7\u00e3o na crosta terrestre, pois aparece apenas na propor\u00e7\u00e3o de 24 partes por milh\u00e3o.<\/p>\n<p>Quase an\u00f4nimo, entrou na lista dos \u201cnovos metais nobres\u201d por suas m\u00faltiplas utilidades nas recentes \u201ctecnologias de ponta\u201d. Praticamente s\u00f3 existe no Brasil, que tem entre 96% e 97% das jazidas.<\/p>\n<p>O ni\u00f3bio \u00e9 usado principalmente para a fabrica\u00e7\u00e3o de ligas ferro-ni\u00f3bio, de elevados \u00edndices de elasticidade e alta resist\u00eancia a choques, usadas na constru\u00e7\u00e3o pontes, dutos, locomotivas, turbinas para avi\u00f5es etc.<\/p>\n<p>Por ter propriedades refrat\u00e1rias e resistir \u00e0 corros\u00e3o, o ni\u00f3bio \u00e9 tamb\u00e9m usado para a fabrica\u00e7\u00e3o de superligas, \u00e0 base de n\u00edquel (Ni) e, ou de cobalto (Co), para a ind\u00fastria aeroespacial (turbinas a g\u00e1s, canaliza\u00e7\u00f5es etc.), e constru\u00e7\u00e3o de reatores nucleares e respectivos aparelhos de troca de calor.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1950, com o in\u00edcio da corrida espacial, aumentou muito o interesse pelo ni\u00f3bio, o mais leve dos metais refrat\u00e1rios. Ligas de ni\u00f3bio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta-Zr, foram desenvolvidas para utiliza\u00e7\u00e3o nas ind\u00fastrias espacial e nuclear, e tamb\u00e9m para fins relacionados \u00e0 supercondutividade. Os tom\u00f3grafos de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica para diagn\u00f3stico por imagem utilizam magnetos supercondutores feitos com a liga NbTi.<\/p>\n<p>Com o ni\u00f3bio s\u00e3o feitas desde ligas supracondutoras de eletricidade a lentes \u00f3ticas. Tudo o que os chineses est\u00e3o fazendo, desenvolvendo-se como pot\u00eancia tecnol\u00f3gica, industrial e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>\u201cO ni\u00f3bio otimiza o uso do a\u00e7o na ind\u00fastria de avia\u00e7\u00e3o, petrol\u00edfera e automobil\u00edstica\u201d, explica a jornalista Danielle Nogueira, em artigo no site Infoglobo.<\/p>\n<p>Em pa\u00edses desenvolvidos, s\u00e3o usados de oitenta gramas a cem gramas de ni\u00f3bio por tonelada de a\u00e7o. \u201cIsso deixa o carro mais leve e econ\u00f4mico\u201d. Na China, s\u00e3o usadas apenas 25 gramas em m\u00e9dia de ni\u00f3bio por tonelada.<\/p>\n<p>Analistas dizem que no mercado asi\u00e1tico est\u00e3o as chances de expans\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es \u2013 e utiliza\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio. O Jap\u00e3o tamb\u00e9m importa 100 por cento do ni\u00f3bio do Brasil. No Ocidente, os Estados Unidos importam 80 por cento e a Comunidade Econ\u00f4mica Europeia, 100.<\/p>\n<p>O diretor de assuntos miner\u00e1rios do Instituto Brasileiro de Minera\u00e7\u00e3o (Ibram), Marcelo Ribeiro Tunes, citado por Danielle Nogueira, disse que \u201cboa parte do potencial de expans\u00e3o de nossas exporta\u00e7\u00f5es de ni\u00f3bio est\u00e1 na China.\u201d<\/p>\n<p>\u201cEm 2010, a receita com vendas externas de ni\u00f3bio foi de US$1,5 bilh\u00e3o. Foi o terceiro item da pauta de exporta\u00e7\u00f5es minerais, atr\u00e1s de min\u00e9rio de ferro e ouro. As duas empresas que atuam no setor no Brasil s\u00e3o a Companhia Brasileira de Metalurgia e Minera\u00e7\u00e3o, do grupo Moreira Sales e dona da mina de Arax\u00e1 (MG), e a Anglo American, propriet\u00e1ria da mina de Catal\u00e3o (GO).\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel, portanto, que o principal interesse dos chineses por Rond\u00f4nia seja exatamente o ni\u00f3bio escondido no subsolo do Estado, em n\u00fameros ainda n\u00e3o bem conhecidos, especialmente em terras que podem ser compradas ainda que indiretamente por estrangeiros.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, segundo o Mapa Geol\u00f3gico de Rond\u00f4nia feito pelo CPRM, foram descobertas jazidas desse min\u00e9rio na regi\u00e3o da Floresta Nacional (Flona) do Jamari.<\/p>\n<p>A \u00e1rea tem mais de 220 mil hectares de extens\u00e3o, localizada a 110 km de Porto Velho, atinge os munic\u00edpios de Itapu\u00e3 do Oeste, Cujubim e Candeias do Jamari. Al\u00e9m da enorme quantidade de madeira e \u00e1gua, o subsolo da floresta a ser leiloada \u00e9 rico, al\u00e9m de ni\u00f3bio, de estanho, ouro, top\u00e1zio e outros minerais.<\/p>\n<p>As jazidas de Arax\u00e1 (MG) e Catal\u00e3o (GO) eram consideradas as maiores do mundo at\u00e9 serem descobertas as da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>As jazidas de Rond\u00f4nia s\u00e3o as menores da Amaz\u00f4nia, mas h\u00e1 ainda muito a ser investigado. Na regi\u00e3o do Morro dos Seis Lagos, munic\u00edpio de S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), encontrou-se o maior dep\u00f3sito de ni\u00f3bio do mundo, que suplanta em quantidade de min\u00e9rio, as jazidas de Arax\u00e1 (MG) e Catal\u00e3o (GO), antes detentoras de 86% das reservas mundiais.<\/p>\n<p>Por que os chineses desembarcaram em Rond\u00f4nia \u2013 se um de seus supostos interesses, o mais \u00f3bvio, seriam neg\u00f3cios com ni\u00f3bio, embora existam poucas jazidas aqui? Porque o min\u00e9rio estrat\u00e9gico est\u00e1 na Floresta Nacional do Jamari, que o governo petista de Lula escolheu, em 2006, atrav\u00e9s da ent\u00e3o ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para iniciar a privatiza\u00e7\u00e3o da floresta.<\/p>\n<p>N\u00e3o seria surpresa se os chineses resolvessem, de alguma forma, em participar do leil\u00e3o da Flona do Jamari. Em outras \u00e1reas, como em Roraima, onde se sup\u00f5e existir uma reserva de ni\u00f3bio maior do que todas as conhecidas no Pa\u00eds, \u00e9 mais dif\u00edcil extrair o min\u00e9rio porque ele est\u00e1, em princ\u00edpio, preservado e inalien\u00e1vel por pertencer ao territ\u00f3rio ind\u00edgena da Raposa do Sol. A venda de florestas em Rond\u00f4nia abre caminho para a explora\u00e7\u00e3o de sua biogeodiversidade por estrangeiros.<\/p>\n<p>O plano do governo federal \u00e9 dividir a Flona do Jamari em tr\u00eas grandes \u00e1reas (17 mil, 33 mil e 46 mil hectares) e us\u00e1-la como modelo, concedendo o direito de explora\u00e7\u00e3o a grandes empresas com o discurso de que preservariam melhor o meio ambiente.<\/p>\n<p>Das oito empresas que se inscreveram para entrar na disputa, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma das pequenas e m\u00e9dias madeireiras que j\u00e1 atuam na regi\u00e3o h\u00e1 v\u00e1rios anos.<\/p>\n<p>A privatiza\u00e7\u00e3o da floresta tem sofrido embargos judiciais. E o senador Pedro Simon (PMDB\/RS) declarou na \u00e9poca que a proposta que trata a concess\u00e3o de florestas p\u00fablicas, transformada na Lei 11.284 em mar\u00e7o de 2006, \u201cfoi no m\u00ednimo, uma das mais discut\u00edveis que j\u00e1 transitaram no Congresso Nacional, al\u00e9m de ter sido aprovada sem o necess\u00e1rio aprofundamento do debate.\u201d<\/p>\n<p>O interesse das pot\u00eancias estrangeiras pelas riquezas naturais brasileiras \u00e9 antigo. Os brasileiros prestaram mais aten\u00e7\u00e3o ao ni\u00f3bio em 2010, quando o site WikiLeaks disse que o governo norte-americano incluiu as minas de ni\u00f3bio de Arax\u00e1 (MG) e Catal\u00e3o (GO) no mapa de \u00e1reas estrat\u00e9gicas para os EUA. O mapa certamente inclui agora as grandes jazidas dos Estados do Amazonas e Roraima e o pouco conhecido potencial de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>Frequentemente a CPRM e o Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral (DNPM) s\u00e3o acusados de sub avaliar o tamanho das jazidas, das reservas.<\/p>\n<p>Ainda assim, considerando-se v\u00e1lidas as estimativas da CPRM, o Brasil seria o dono de um superdep\u00f3sito de ni\u00f3bio, com 2,9 bilh\u00f5es de toneladas de min\u00e9rios, a 2,81% de \u00f3xido de ni\u00f3bio, o que representaria 81,4 milh\u00f5es de toneladas de \u00f3xido de ni\u00f3bio contido, nada menos do que 14 vezes as atuais reservas existentes no planeta Terra, incluindo aquelas j\u00e1 conhecidas no subsolo do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os min\u00e9rios de ni\u00f3bio acumulados no \u201cCarbonatito dos Seis Lagos\u201d (AM), somados \u00e0s reservas medidas e indicadas de Goi\u00e1s, Minas Gerais e do pr\u00f3prio estado do Amazonas, passariam a representar 99,4% das reservas mundiais.<\/p>\n<p>O ni\u00f3bio, portanto, \u00e9 um min\u00e9rio essencialmente nacional, essencialmente brasileiro, mas quem fixa os pre\u00e7os \u00e9 a London Metal Exchange (LME), de Londres.<\/p>\n<p>O contra-almirante reformado Roberto Gama e Silva sugeriu, na condi\u00e7\u00e3o de presidente do Partido Nacionalista Democr\u00e1tico (PND), a cria\u00e7\u00e3o pelo governo do Brasil da Organiza\u00e7\u00e3o dos Produtores e Exportadores de Ni\u00f3bio (OPEN), nos moldes da Organiza\u00e7\u00e3o dos Produtores de Petr\u00f3leo (OPEP), a fim de retirar da London Metal Exchange (LME) o poder de determinar os pre\u00e7os de comercializa\u00e7\u00e3o de todos os produtos que contenham o ni\u00f3bio.<\/p>\n<p>A LME fixa, para exporta\u00e7\u00e3o, pre\u00e7os mais baixos do que os cobrados nas jazidas.<\/p>\n<p>\u201cEvidente que as posi\u00e7\u00f5es do Brasil, no novo organismo, seriam preenchidas com agentes governamentais que, n\u00e3o s\u00f3 batalhariam para elevar os pre\u00e7os dos produtos que cont\u00e9m o ni\u00f3bio, mas, ainda, fixariam as quotas desses materiais destinadas \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o\u201d, diz Silva.<\/p>\n<p>De qualquer forma, em 2010, a receita com vendas externas de ni\u00f3bio foi de US$1,5 bilh\u00e3o. Foi o terceiro item da pauta de exporta\u00e7\u00f5es minerais, atr\u00e1s de min\u00e9rio de ferro e ouro.<\/p>\n<p>Num encontro com jornalistas, realizado em 7 de fevereiro, o ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, disse que um novo marco regulat\u00f3rio da minera\u00e7\u00e3o no Brasil ser\u00e1 encaminhado ao Congresso ainda no primeiro semestre deste ano.<\/p>\n<p>Lob\u00e3o disse que ser\u00e3o encaminhados tr\u00eas projetos independentes: um que trata das regras de explora\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio, outro que cria a ag\u00eancia reguladora do setor e um terceiro que trata exclusivamente dos royalties.<\/p>\n<p>Segundo Lob\u00e3o, o Brasil tem hoje um dos menores royalties do mundo. \u201cN\u00f3s cobramos no Brasil talvez o royalty mais baixo do mundo. A Austr\u00e1lia e pa\u00edses da \u00c1frica chegam a cobrar 10% e o Brasil apenas 2%.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6092\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-6092","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1Ag","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6092","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6092"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6092\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6092"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6092"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6092"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}