{"id":6261,"date":"2014-05-21T14:48:26","date_gmt":"2014-05-21T14:48:26","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=6261"},"modified":"2014-05-21T14:48:26","modified_gmt":"2014-05-21T14:48:26","slug":"guerras-assassinatos-e-sancoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6261","title":{"rendered":"Guerras, assassinatos e san\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>\u201c<a href=\"http:\/\/www.globalresearch.ca\/sanctions-wars-and-assassinations\/5382457\">Sanctions, Wars, and Assassinations<\/a>\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Traduzido por <strong><a href=\"http:\/\/btpsilveira.blogspot.com.br\/\">mberublue<\/a><\/strong><\/p>\n<p>\u201cO l\u00edder do mundo livre\u201d \u2013 \u00e9 assim que os EUA gostam de chamar a si mesmos. Dif\u00edcil atinar por que algu\u00e9m acreditaria. Obviamente, as pessoas n\u00e3o s\u00e3o, por aqui, mais livres que em qualquer outra na\u00e7\u00e3o. Pergunte a um americano no que ele seria \u201cmais livre\u201d que qualquer cidad\u00e3o da Holanda para fazer o que quiser; n\u00e3o espere nem conte com ouvir resposta muito significativa. Levando-se em conta apenas o tamanho do PIB, claro que os EUA s\u00e3o uma grande economia; nesse sentido,<\/p>\n<p>trata-se, afinal, de um grande pa\u00eds. Apenas Canad\u00e1 e R\u00fassia s\u00e3o maiores em extens\u00e3o territorial, mas com popula\u00e7\u00f5es menores. E os Estados Unidos nem s\u00e3o assim t\u00e3o bem governados, l\u00e1 que se diga! Enquanto uma minoria de americanos \u00e9 obscenamente rica, outros mal ganham o suficiente para sobreviver. Embora a na\u00e7\u00e3o como um todo seja evidentemente pr\u00f3spera, grande parte da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 muito pobre. O poderio militar dos EUA \u00e9 enorme; mas as vit\u00f3rias militares, \u00ednfimas!<\/p>\n<p>Henry Kissinger certa vez disse que :<\/p>\n<p>(&#8230;)<em> em minha vida, vi quatro guerras que come\u00e7aram com grande entusiasmo e apoio p\u00fablico; em nenhuma delas sab\u00edamos como terminar; e de tr\u00eas delas nos retiramos unilateralmente.<\/em><\/p>\n<p>Perderam essas guerras. Mas n\u00e3o, ningu\u00e9m \u201cperde\u201d guerras: o derrotado \u201cretira-se unilateralmente\u201d. Significa que um lado abandona a guerra sem pedir autoriza\u00e7\u00e3o para sair: isso, precisamente, significa \u201cretirar-se unilateralmente\u201d. Essas guerras, como soldados velhos, acabam, e pronto.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/blogs.hbr.org\/umair-haque\/\">Umair Haque<\/a><\/strong>, Diretor do Havas Media Labs, e tido pela revista <em>Thinkers50 <\/em>como um dos mais influentes pensadores de gest\u00e3o-<em>management<\/em> do mundo, <strong><a href=\"http:\/\/blogs.hbr.org\/2013\/12\/americas-economy-is-officially-inside-out\">escreveu na <em>Harvard Business Review<\/em><\/a><\/strong> a seguinte descri\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos contempor\u00e2neos:<\/p>\n<p><em>Os Estados Unidos s\u00e3o ricos em qu\u00ea? Come\u00e7am a parecer pobres, para as pessoas comuns. A infraestrutura dos EUA est\u00e1 ruindo. O sistema educacional dos EUA educa mal. O sistema de sa\u00fade dos EUA \u00e9 simplesmente inexistente. Posso atravessar a Europa por trem de alta velocidade em oito horas; mal consigo ir de Washington a Boston em nove. Pior que isso: os EUA est\u00e3o estragando seus suprimentos de \u00e1gua e comida mediante o envenenamento ininterrupto por energia poluente, enquanto o resto do mundo rico est\u00e1 trocando essa energia por outro tipo, renov\u00e1vel. Os Estados Unidos s\u00e3o flagrantemente deficit\u00e1rios em todos os servi\u00e7os p\u00fablicos de educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, transporte, energia, infraestrutura, para n\u00e3o dizer de outros, raramente listados, mas n\u00e3o menos importantes: parques, centros comunit\u00e1rios e servi\u00e7os sociais. <\/em><\/p>\n<p>Assim, mesmo dizendo ser o l\u00edder do mundo livre e enquanto tenta ensinar ao mundo como governar, quando os EUA se olham para eles mesmos \u2013 o que s\u00f3 muito raramente fazem \u2013 veem um consumado idiota.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica implementada continuar\u00e1 a mesma, por mais persistentemente se prove ser errada e ineficiente. A \u201cguerra \u00e0s drogas\u201d, iniciada em 1971, tem sido t\u00e3o desastrosa que v\u00e1rios estados j\u00e1 legalizaram subst\u00e2ncias ainda proibidas pelo governo federal. A depend\u00eancia viciosa a pol\u00edticas econ\u00f4micas h\u00e1 tempos desacreditadas quebrou o mundo duas vezes nos \u00faltimos setenta anos. As ruas dos Estados Unidos viraram campo de batalha, porque n\u00e3o h\u00e1 via pela qual o pa\u00eds consiga derrotar o <em>lobby<\/em> da ind\u00fastria de armas e n\u00e3o h\u00e1 meio que leve a aprovar qualquer medida que limite a propriedade de armas.<\/p>\n<p>Por muito que os EUA sejam tolos nas pol\u00edticas internas, \u00e9 no trato com outros pa\u00edses que o horror aparece mais pleno. Considere-se, por exemplo, a pol\u00edtica de chantagear outros pa\u00edses, para fazerem o que n\u00e3o querem fazer, mas interessa aos EUA que fa\u00e7am, usando, como arma de chantagem, as chamadas \u201csan\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas\u201d.<\/p>\n<p>Aplicar san\u00e7\u00f5es \u00e9 uma modalidade de guerra econ\u00f4mica e, como guerra real que \u00e9, os dois lados em luta sofrem baixas, sempre que um lado aplica san\u00e7\u00f5es as quais, em teoria, deveriam ter efeito exclusivamente contra o outro lado.<\/p>\n<p>J\u00e1 se aplicaram e aplicam-se hoje san\u00e7\u00f5es em, pelo menos, 25 \u201cconflitos\u201d internacionais. Nada, na lista do Departamento do Tesouro dos EUA, indica que a meta estabelecida teria sido alcan\u00e7ada. Hoje, h\u00e1 san\u00e7\u00f5es vigentes aplicadas pelos EUA contra sete pa\u00edses: Cuba (desde 1960), Ir\u00e3 (1979), Myanmar (1997), Cor\u00e9ia do Norte (1993), Costa do Marfim (2006), S\u00edria (2012) e R\u00fassia (2014).<\/p>\n<p>Ora! E n\u00e3o se trata de clara lista de pot\u00eancias econ\u00f4micas? Pois at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o deste artigo, por v\u00e1rias e boas raz\u00f5es, os EUA n\u00e3o conseguiram nenhuma das metas a que visavam com a imposi\u00e7\u00e3o dessas san\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de impor san\u00e7\u00f5es contra na\u00e7\u00f5es cujos atos desagradem aos EUA \u00e9 pol\u00edtica orientada para objetivos ou tolos ou infames. \u00c9 pr\u00e1tica que visa a destruir a soberania de outras na\u00e7\u00f5es. Tanto quanto sei, at\u00e9 hoje os EUA nada conseguiram, desses objetivos, servindo-se de san\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os EUA s\u00e3o na\u00e7\u00e3o narcisista que s\u00f3 enxerga o pr\u00f3prio reflexo em seja qual for a superf\u00edcie para a qual olhe. A h\u00fabris norte americana faz os norte-americanos crerem que o mundo inteiro teria de operar como os EUA operam.<\/p>\n<p>Assim sendo, dado que desde o nascimento da na\u00e7\u00e3o a corrup\u00e7\u00e3o gerada e alimentada pelos mercadores e pela classe mercantil predomina na pol\u00edtica econ\u00f4mica dos EUA, impondo as pol\u00edticas nacionais, os norte americanos creem que a classe mercantil de outras na\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m teriam o poder e a for\u00e7a para mandar e desmandar no plano pol\u00edtico e na constru\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas. Obviamente isso nem sempre acontece. Em Cuba e na Cor\u00e9ia do Norte a classe mercantil praticamente inexiste. No Ir\u00e3, est\u00e1 submetida \u00e0s ordens dos aiatol\u00e1s; em Myanmar e na Costa do Marfim, o controle \u00e9 exercido totalmente pelos dirigentes corruptos. Quanto \u00e0 S\u00edria e \u00e0 R\u00fassia, o relacionamento entre o governo e a classe mercantil \u00e9 no m\u00ednimo amb\u00edguo.<\/p>\n<p>Impor san\u00e7\u00f5es contra essas na\u00e7\u00f5es pode causar algum abalo em suas economias, sim; mas \u00e9 pouco prov\u00e1vel que cause qualquer grave efeito contra os seus respectivos governos.<\/p>\n<p>Para que as san\u00e7\u00f5es levem ao resultado que os EUA esperam delas, \u00e9 indispens\u00e1vel que se configurem algumas condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. Em primeiro lugar, a na\u00e7\u00e3o sancionada tem de ter grande classe mercantil, com poder suficiente para influenciar o pr\u00f3prio governo do pa\u00eds. O governo tem de ser atento e preocupado com atender bem \u00e0s necessidades da classe mercantil.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, n\u00e3o se sanciona pa\u00eds que tenha ou d\u00edvida internacional muito pequena, ou carteira de com\u00e9rcio internacional muito grande. Em nada ajuda o governo de um pa\u00eds dizer aos seus comerciantes que n\u00e3o podem fazer neg\u00f3cios com outra na\u00e7\u00e3o, com a qual eles j\u00e1 n\u00e3o tenham com\u00e9rcio. Mas dizer aos pr\u00f3prios comerciantes que interrompam o com\u00e9rcio com determinada na\u00e7\u00e3o, com a qual eles t\u00eam substancial negocia\u00e7\u00e3o e muitos interesses, pode vir a ser economicamente mais prejudicial para a na\u00e7\u00e3o que sanciona, que para a na\u00e7\u00e3o sancionada.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, restam as na\u00e7\u00f5es com com\u00e9rcio internacional m\u00e9dio. Alguns danos podem ser causados, se se sancionam essas na\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o ser\u00e3o danos suficientes para for\u00e7ar o pa\u00eds a mudar na dire\u00e7\u00e3o em que interessa aos EUA que o pa\u00eds mudem. Tais san\u00e7\u00f5es raramente s\u00e3o bem-sucedidas. E o que acontece quando esse tipo de san\u00e7\u00e3o \u00e9 tentado e falha? Muitas vezes, esses fracassos levam \u00e0 guerra.<\/p>\n<p><strong>Apenas um ano ap\u00f3s os Estados Unidos sancionarem Cuba, o pa\u00eds foi invadido por um grupo paramilitar patrocinado pela CIA.<\/strong><\/p>\n<p>Oito bombardeios B-26 fornecidos pela CIA atacaram os campos a\u00e9reos cubanos. Na noite seguinte, os invasores desembarcaram na <strong><a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Invas%C3%A3o_da_Ba%C3%ADa_dos_Porcos\">Ba\u00eda dos Porcos<\/a><\/strong>. Os norte-americanos supunham que o povo cubano se levantaria e derrubaria o governo Castro. Em vez disso, viram o ex\u00e9rcito cubano cercar e prender os invasores norte-americanos, em apenas tr\u00eas dias. A invas\u00e3o foi fracasso escandalosamente vergonhoso para os EUA. Em grande parte da Am\u00e9rica Latina e do mundo, comemorou-se ali a falibilidade do imperialismo dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Pois, apesar do fracasso escandalosamente vergonhoso, ante o povo cubano, os EUA, ali, \u201cinauguraram\u201d a guerra de san\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o os norte americanos t\u00eam feito guerra, \u00e0s vezes sem aviso ou conhecimento, em numerosos lugares onde as san\u00e7\u00f5es falharam: B\u00e1lc\u00e3s, Iraque, L\u00edbano, L\u00edbia, Som\u00e1lia, Sud\u00e3o (e mais outra longa lista de pot\u00eancias econ\u00f4micas).<\/p>\n<p>E, quando as san\u00e7\u00f5es falham pela primeira vez, e v\u00eam as san\u00e7\u00f5es; e as san\u00e7\u00f5es falham, e vem a guerra; e, ainda depois da guerra, v\u00eam mais e novas san\u00e7\u00f5es&#8230; o absurdo \u00e9 flagrante.<\/p>\n<p><strong>Nesse momento do processo, a pol\u00edtica de guerra dos EUA evolui para a pol\u00edtica de assassinatos dos EUA.<\/strong><\/p>\n<p>Talvez o prop\u00f3sito das san\u00e7\u00f5es, das guerras que acompanham as san\u00e7\u00f5es, e dos assassinatos que v\u00eam subsequentes, n\u00e3o seja alcan\u00e7ar algum sucesso, nem provocar mudan\u00e7as. Todo o programa \u00e9 absurdo, mas repete-se tanto, t\u00e3o pontualmente, h\u00e1 tanto tempo, que tem de haver alguma explica\u00e7\u00e3o. Uma possibilidade para chegar a alguma explica\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel talvez se possa extrair de um exame atento do sistema penal americano.<\/p>\n<p>Toda sociedade tem cidad\u00e3os que, de tempos em tempos, p\u00f5em em risco outros cidad\u00e3os. Eventualmente, esses indiv\u00edduos podem p\u00f4r em risco a pr\u00f3pria exist\u00eancia da sociedade como tal. Em sociedades primitivas, esse pessoal daninho \u00e9 ou extirpado ou banido ou exilado. Na inf\u00e2ncia hist\u00f3rica dos Estados Unidos, essa forma de puni\u00e7\u00e3o foi usada pelos puritanos, quando exilaram Roger Williams (fundador de Rhode Island e da Primeira Igreja Batista). A teologia de Williams colocava em risco a unidade religiosa da sociedade puritana.<\/p>\n<p>Sob v\u00e1rios aspectos, o atual sistema penal \u00e9 mais duro e desumano com os inconformados, que a antiga pena de ex\u00edlio. Mas o problema \u00e9 que vai ficando cada dia mais dif\u00edcil encontrar lugares para onde exilar algu\u00e9m; e acabou por prevalecer o sistema penal atualmente vigente, de encarceramento. E tudo se complicou muito.<\/p>\n<p>Em vez de simplesmente remover cidad\u00e3os que apresentam perigo para a sociedade, o povo come\u00e7ou a usar as pr\u00f3prias pris\u00f5es como forma de puni\u00e7\u00e3o: isso, precisamente, \u00e9 o que s\u00e3o as pris\u00f5es como as conhecemos hoje. Quando a v\u00edtima (ou o juiz) diz: \u201cquero que seja feita a justi\u00e7a\u201d ele\/ela est\u00e1 dizendo que quer que o criminoso \u201cpague\u201d. Ent\u00e3o, os perpetradores de crimes pagam o pre\u00e7o de se deixar aprisionados pela sociedade; e a sociedade paga o pre\u00e7o de manter todo o sistema penal. \u00c9 um pre\u00e7o pago tanto pelos criminosos, quanto pelos cidad\u00e3os que respeitam a lei. O intuito do sistema penal \u00e9 meramente punitivo, independente do custo. N\u00e3o h\u00e1 outra fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nunca houve qualquer resultado favor\u00e1vel aos Estados Unidos oriundo das san\u00e7\u00f5es contra Cuba e a Ba\u00eda dos Porcos, mas isso n\u00e3o importa. O povo de Cuba est\u00e1 sendo punido h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo, por n\u00e3o se ter levantado em revolta e derrubado o governo de Castro em 1961. No Iraque, o povo iraquiano \u00e9 castigado pelo governo Obama, pelas a\u00e7\u00f5es de Saddam Hussein. Assim tamb\u00e9m, o povo afeg\u00e3o est\u00e1 sendo punido porque o governo afeg\u00e3o n\u00e3o entregou Osama Bin Laden aos EUA quando lhe foi \u201cordenado\u201d, para ser \u201cjulgado\u201d por ter \u2013 supostamente \u2013 planejado o incidente de 11\/9. N\u00e3o importa que esse castigo tenha custado e continue a custar tamb\u00e9m muito caro aos Estados Unidos. O custo dos castigos n\u00e3o vem ao caso. N\u00e3o apenas n\u00e3o \u00e9 importante o custo da puni\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m \u00e9 irrelevante que povo ser\u00e1 punido&#8230;<\/p>\n<p>O mundo ocidental continua, at\u00e9 hoje, a castigar os palestinos, pelo holocausto de judeus europeus assassinados por europeus da Europa ocidental!<\/p>\n<p><strong>Essa pol\u00edtica n\u00e3o \u00e9 exclusividade dos EUA<\/strong><\/p>\n<p>Os EUA s\u00f3 continuam a aplicar essa pol\u00edtica \u201cde san\u00e7\u00f5es\u201d, porque seus fracassos s\u00e3o anotados como sucessos. O princ\u00edpio que rege essas opera\u00e7\u00f5es \u201cde san\u00e7\u00f5es\u201d \u00e9 deixar claro que quem n\u00e3o \u201crespeite\u2019\u201d (no sentido de \u201cobede\u00e7a servilmente\u201d) os EUA, desencadear\u00e1 sobre a pr\u00f3pria cabe\u00e7a f\u00faria t\u00e3o violenta e avassaladora que faria tremer de medo o dem\u00f4nio.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>[*]<\/strong> <strong>John Kozy<\/strong> \u00e9 professor aposentado de L\u00f3gica e Filosofia, que escreve sobre quest\u00f5es sociais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas. Depois de servir no ex\u00e9rcito dos EUA durante a guerra da Cor\u00e9ia, viveu 20 anos como professor universit\u00e1rio e outros 20 como escritor. Seus trabalhos <em>online<\/em> podem ser encontrados no<strong> <a href=\"http:\/\/www.jkozy.com\/\">blog<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>http:\/\/redecastorphoto.blogspot.com.br\/2014\/05\/guerras-assassinatos-e-sancoes.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nJohn Kozy*, Global Research\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6261\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-6261","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1CZ","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6261","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6261"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6261\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6261"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6261"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6261"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}