{"id":6347,"date":"2014-06-24T19:56:34","date_gmt":"2014-06-24T19:56:34","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=6347"},"modified":"2017-08-25T01:00:00","modified_gmt":"2017-08-25T04:00:00","slug":"cientistas-pedem-a-suspensao-dos-transgenicos-em-todo-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6347","title":{"rendered":"Cientistas pedem a suspens\u00e3o dos transg\u00eanicos em todo o mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>Carta aberta de cientistas de todo o mundo a todos os governos sobre os organismos geneticamente modificados (OGM).<\/p>\n<p>\u2013 Os cientistas est\u00e3o extremamente preocupados com os perigos que os transg\u00eanicos representam para a biodiversidade, a seguran\u00e7a alimentar, a sa\u00fade humana e animal, e, portanto, exigem uma morat\u00f3ria imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2013 Eles se op\u00f5em aos cultivos transg\u00eanicos que intensificam o monop\u00f3lio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudan\u00e7a para uma agricultura sustent\u00e1vel que garanta a seguran\u00e7a alimentar e a sa\u00fade em todo o mundo.<\/p>\n<p>\u2013 Eles fazem um apelo \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que amea\u00e7am a seguran\u00e7a alimentar e violam os direitos humanos b\u00e1sicos e a dignidade.<\/p>\n<p>\u2013 Eles querem apoio maior \u00e0 pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura n\u00e3o corporativa, sustent\u00e1vel, que possa beneficiar as fam\u00edlias de agricultores em todo o mundo.<\/p>\n<p>A carta aberta est\u00e1 publicada no s\u00edtio <strong>Ecocosas<\/strong>, 07-06-2014. No entanto, a carta foi publicada originalmente em 01-09-2000 e encontra-se no s\u00edtio ingl\u00eas <strong>ISIS &#8211; Institute of Science in Society<\/strong>. A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 de <strong>Andr\u00e9 Langer<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>A carta \u00e9 assinada por 815 cientistas de 82 pa\u00edses, entre os quais est\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Dr.<strong> David Bellamy<\/strong>, Bi\u00f3logo e artista, Londres, Reino Unido;<\/p>\n<p>Prof.<strong> Liebe Cavalieri<\/strong>, Matem\u00e1tica Ecologista, Univ. Minnesota, EE.UU.;<\/p>\n<p>Dr. <strong>Thomas S. Cox<\/strong>, geneticista, Departamento de Agricultura de EE.UU. (aposentado), \u00cdndia;<\/p>\n<p>Dr. <strong>Tewolde Egziabher<\/strong>, porta-voz para a Regi\u00e3o da \u00c1frica, Eti\u00f3pia Dr. David Ehrenfeld, bi\u00f3logo \/ ec\u00f3logo da Universidade de Rutgers, EE.UU.;<\/p>\n<p>Dr. <strong>Vladimir Zajac<\/strong>, Oncovirologista, Geneticista, Cancer Reseach Inst., Rep\u00fablica Checa;<\/p>\n<p>Dr. <strong>Brian Hursey<\/strong>, ex-oficial superior da FAO para as doen\u00e7as transmitidas por vetores, Reino Unido;<\/p>\n<p>Prof. <strong>Ruth Hubbard<\/strong>, geneticista da Universidade de Harvard, EE.UU. Prof. Jonathan King, bi\u00f3logo molecular, MIT, Cambridge, EE.UU.;<\/p>\n<p>Prof. <strong>Gilles-Eric Seralini<\/strong>, Laboratoire de Biochimie y Moleculaire, Univ. Caen, Fran\u00e7a;<\/p>\n<p>Dr. <strong>David Suzuki<\/strong>, geneticista, David Suzuki Foundation, Univ. Columbia Brit\u00e2nica, Canad\u00e1;<\/p>\n<p>Dra. <strong>Vandana Shiva<\/strong>, f\u00edsica te\u00f3rica e ecologista, \u00cdndia;<\/p>\n<p>Dr. <strong>George Woodwell<\/strong>, Diretor, Centro de Pesquisa Woods Hole, EE.UU.;<\/p>\n<p>Prof. <strong>Oscar B. Zamora<\/strong>, Agr\u00f4nomo, U. de Filipinas, Los Ba\u00f1os, Filipinas.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s, cientistas abaixo-assinados, pedimos a suspens\u00e3o imediata de todas as licen\u00e7as ambientais para cultivos transg\u00eanicos e produtos derivados dos mesmos, tanto comercialmente como em testes em campo aberto, durante ao menos cinco anos; as patentes dos organismos vivos, dos processos, das sementes, das linhas de c\u00e9lulas e genes devem ser revogadas e proibidas; e exige-se uma pesquisa p\u00fablica exaustiva sobre o futuro da agricultura e a seguran\u00e7a alimentar para todos.<\/p>\n<p>As patentes de formas de vida e processos vivos deveriam ser proibidas porque amea\u00e7am a seguran\u00e7a alimentar, promovem a biopirataria dos conhecimentos ind\u00edgenas e dos recursos gen\u00e9ticos, violam os direitos humanos b\u00e1sicos e a dignidade, o compromisso da sa\u00fade, impedem a pesquisa m\u00e9dica e cient\u00edfica e s\u00e3o contra o bem-estar dos animais.<\/p>\n<p>Os cultivos transg\u00eanicos n\u00e3o oferecem benef\u00edcios para os agricultores ou os consumidores. Em vez disso, trazem consigo muitos problemas que foram identificados e que incluem o aumento do uso de herbicidas, o desempenho err\u00e1tico e baixos rendimentos econ\u00f4micos para os agricultores. Os cultivos transg\u00eanicos tamb\u00e9m intensificam o monop\u00f3lio corporativo sobre os alimentos, o que est\u00e1 levando os agricultores familiares \u00e0 mis\u00e9ria e impedindo a passagem<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ci4.googleusercontent.com\/proxy\/fdDifr8ftEgvXndZ0r7ZbejIv3bH9PEMAzDuVktprso-jQe6NoLUa4a6NTcALrzaNr2_xf8DLp8cqHxlE6dGm82RFn3jDHZwUMRk-jBYh0T9=s0-d-e1-ft#http:\/\/cdncache-a.akamaihd.net\/items\/it\/img\/arrow-10x10.png\" border=\"0\" \/> para uma agricultura sustent\u00e1vel que garanta a seguran\u00e7a alimentar e a sa\u00fade no mundo.<\/p>\n<p>Os perigos dos transg\u00eanicos para a biodiversidade e a sa\u00fade humana e animal s\u00e3o agora reconhecidos por v\u00e1rias fontes dentro dos Governos do <strong>Reino Unido<\/strong> e dos <strong>Estados Unidos<\/strong>. Consequ\u00eancias especialmente graves se associam ao potencial de transfer\u00eancia horizontal de genes. Estes incluem a difus\u00e3o de genes marcadores de resist\u00eancia a antibi\u00f3ticos a ponto de tornarem doen\u00e7as infecciosas incur\u00e1veis, a cria\u00e7\u00e3o de novos v\u00edrus e bact\u00e9rias que causam doen\u00e7as e muta\u00e7\u00f5es danosas que podem provocar o c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>No <strong>Protocolo de Biosseguran\u00e7a de Cartagena<\/strong> negociado em <strong>Montreal<\/strong> em janeiro de 2000, mais de 120 governos se comprometeram a aplicar o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o e garantir que as legisla\u00e7\u00f5es de biosseguran\u00e7a em n\u00edvel nacional e internacional tenham prioridade sobre os acordos comerciais e financeiros da <strong>Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio<\/strong>.<\/p>\n<p>Sucessivos estudos documentaram a produtividade e os benef\u00edcios sociais e ambientais da agricultura ecol\u00f3gica e familiar, de baixos insumos e completamente sustent\u00e1vel. Ela oferece a \u00fanica forma para restaurar as terras agr\u00edcolas degradadas pelas pr\u00e1ticas agron\u00f4micas convencionais e possibilita a autonomia dos pequenos agricultores familiares para combater a pobreza e a fome.<\/p>\n<p>Instamos o <strong>Congresso dos Estados Unidos<\/strong> a proibir os cultivos transg\u00eanicos, j\u00e1 que s\u00e3o perigosos e contr\u00e1rios aos interesses da agricultura familiar; e a apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de m\u00e9todos de agricultura sustent\u00e1vel que podem realmente beneficiar as fam\u00edlias de agricultores em todo o mundo.<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> As patentes de formas de vida e de processos vivos deveriam ser proibidas porque amea\u00e7am a seguran\u00e7a alimentar, promovem a biopirataria dos conhecimentos ind\u00edgenas e os recursos gen\u00e9ticos, violam os direitos humanos b\u00e1sicos e a dignidade, o compromisso com a sa\u00fade, impedem a pesquisa m\u00e9dica e cient\u00edfica e s\u00e3o contr\u00e1rios ao bem-estar dos animais. (1) As formas de vida, tais como organismos, sementes, linhas celulares e os genes, s\u00e3o descobertas e, portanto, n\u00e3o s\u00e3o patente\u00e1veis. As atuais t\u00e9cnicas GM, que exploram os processos vivos, n\u00e3o s\u00e3o confi\u00e1veis; s\u00e3o incontrol\u00e1veis e imprevis\u00edveis e n\u00e3o podem ser consideradas como inven\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, estas t\u00e9cnicas s\u00e3o inerentemente inseguras, assim como muitos organismos e produtos transg\u00eanicos.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> Cada vez est\u00e1 mais claro que os atuais cultivos transg\u00eanicos n\u00e3o s\u00e3o nem necess\u00e1rios nem ben\u00e9ficos. S\u00e3o uma perigosa distra\u00e7\u00e3o que impede a mudan\u00e7a essencial para pr\u00e1ticas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis que podem proporcionar a seguran\u00e7a alimentar e a sa\u00fade em todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> Duas caracter\u00edsticas simples contam para os quase 40 milh\u00f5es de hectares de cultivos transg\u00eanicos plantados em 1999 (2). A maioria (71%) \u00e9 tolerante a herbicidas de amplo espectro, desenvolvidos, por sua vez, para serem tolerantes \u00e0 sua pr\u00f3pria marca de herbicida, ao passo que o resto \u00e9 projetado com as toxinas Bt para matar pragas de insetos. Uma estat\u00edstica baseada em 8.200 testes de campo do cultivo transg\u00eanico mais popular, a soja, revelou que a soja transg\u00eanica rende 6,7% menos e requer duas a cinco vezes mais herbicidas que as variedades n\u00e3o modificadas geneticamente. (3) Isso foi confirmado por um estudo mais recente realizado na <strong>Universidade de Nebraska<\/strong>. (4) No entanto, foram identificados outros problemas, tais como: o desempenho err\u00e1tico, suscetibilidade a doen\u00e7as (5), o aborto de frutas (6) e baixos rendimentos econ\u00f4micos para os agricultores. (7)<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> De acordo com o programa para a alimenta\u00e7\u00e3o da ONU, h\u00e1 alimentos suficientes para alimentar o mundo uma vez e meia. Enquanto a popula\u00e7\u00e3o cresceu 90% nos \u00faltimos 40 anos, a quantidade de alimentos <em>per capita<\/em> aumentou em 25%, e assim mesmo um bilh\u00e3o de pessoas passam fome. (8) Um novo relat\u00f3rio da <strong>FAO<\/strong> confirma que h\u00e1 alimentos suficientes ou mais que suficientes para satisfazer as demandas globais sem levar em conta qualquer melhora no rendimento proporcionado pelos transg\u00eanicos at\u00e9 2030. (9) \u00c9 por conta do crescente monop\u00f3lio empresarial, que opera sob a economia globalizada, que os pobres s\u00e3o cada vez mais pobres e passam mais fome. (10) Os agricultores familiares de todo o mundo foram levados \u00e0 mis\u00e9ria e ao suic\u00eddio e pelas mesmas raz\u00f5es. Entre 1993 e 1997 o n\u00famero de propriedades de tamanho m\u00e9dio nos <strong>Estados Unidos<\/strong> reduziu-se em 74.440 (11), e os agricultores recebem menos do custo m\u00e9dio da produ\u00e7\u00e3o por seus produtos. (12) A popula\u00e7\u00e3o agr\u00edcola na <strong>Fran\u00e7a<\/strong> e na <strong>Alemanha<\/strong>diminuiu em 50% desde 1978. (13) No <strong>Reino Unido<\/strong>, 20.000 empregos<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ci4.googleusercontent.com\/proxy\/fdDifr8ftEgvXndZ0r7ZbejIv3bH9PEMAzDuVktprso-jQe6NoLUa4a6NTcALrzaNr2_xf8DLp8cqHxlE6dGm82RFn3jDHZwUMRk-jBYh0T9=s0-d-e1-ft#http:\/\/cdncache-a.akamaihd.net\/items\/it\/img\/arrow-10x10.png\" border=\"0\" \/> agr\u00edcolas sumiram no \u00faltimo ano, e o primeiro Ministro anunciou um pacote de ajuda de 200 milh\u00f5es de libras. (14) Quatro empresas controlam 85% do com\u00e9rcio mundial de cereais no final de 1999. (15) As fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es continuam.<\/p>\n<p><strong>5.<\/strong> As novas patentes de sementes intensificam o monop\u00f3lio empresarial mediante a proibi\u00e7\u00e3o dos agricultores de guardarem e replantarem as sementes, o que a maioria dos agricultores continua a fazer no Terceiro Mundo. A fim de proteger suas patentes, as empresas continuam desenvolvendo tecnologias terminator para que as sementes colhidas n\u00e3o germinem, apesar da oposi\u00e7\u00e3o mundial dos agricultores e da sociedade civil em geral. (16)<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> A <strong>Christian Aid<\/strong>, uma importante organiza\u00e7\u00e3o de caridade que trabalha no Terceiro Mundo, chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que os cultivos transg\u00eanicos provocam desemprego, agravam a d\u00edvida do Terceiro Mundo e s\u00e3o uma amea\u00e7a para os sistemas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis, al\u00e9m de prejudicar o meio ambiente. (17) Os governos africanos condenaram a afirma\u00e7\u00e3o da <strong>Monsanto<\/strong> de que os transg\u00eanicos s\u00e3o necess\u00e1rios para alimentar os famintos do mundo: \u201cN\u00f3s nos opomos firmemente&#8230; ao fato de que a imagem dos pobres e famintos dos nossos pa\u00edses esteja sendo utilizada pelas grandes empresas multinacionais para desenvolver tecnologia que n\u00e3o \u00e9 segura nem para o meio ambiente, nem economicamente ben\u00e9fica para n\u00f3s&#8230; N\u00f3s acreditamos que vai destruir a diversidade, o conhecimento local e os sistemas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis que nossos agricultores desenvolveram durante milhares de anos e&#8230; minar a nossa capacidade de nos alimentar\u201d. (18) Uma mensagem do <strong>Movimento Campon\u00eas das Filipinas<\/strong> dirigida \u00e0 <strong>Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico<\/strong> (OCDE) dos pa\u00edses industrializados, declarou: \u201cA entrada dos organismos geneticamente modificados seguramente intensificar\u00e1 a falta de terras, a fome e a injusti\u00e7a\u201d. (19)<\/p>\n<p><strong>7.<\/strong> Uma coaliz\u00e3o de grupos de agricultores familiares dos <strong>Estados Unidos<\/strong> divulgou uma lista completa das suas exig\u00eancias, entre as quais est\u00e3o a proibi\u00e7\u00e3o da propriedade de todas as formas de vida; a suspens\u00e3o das vendas, licen\u00e7as ambientais e outras aprova\u00e7\u00f5es de cultivos transg\u00eanicos e dos produtos derivados, pendentes de uma avalia\u00e7\u00e3o independente e exaustiva dos impactos ambientais, da sa\u00fade e econ\u00f4mico-sociais; e que se obrigue as empresas a se responsabilizarem por todos os danos e preju\u00edzos derivados de seus cultivos geneticamente modificados e produtos para o gado, sobre os seres humanos e o meio ambiente. (20) Tamb\u00e9m exigem uma morat\u00f3ria de todas as fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es de empresas, do fechamento da granja, e o fim das pol\u00edticas que servem aos grandes interesses agroindustriais \u00e0 custa dos agricultores familiares, dos contribuintes e do meio ambiente. (21) Eles montaram uma a\u00e7\u00e3o judicial contra a Monsanto e outras nove empresas por pr\u00e1ticas monop\u00f3licas e por impingir os cultivos transg\u00eanicos sobre os agricultores sem avalia\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a e de impacto ambiental adequadas. (22)<\/p>\n<p><strong>8.<\/strong> Alguns dos perigos dos cultivos transg\u00eanicos s\u00e3o reconhecidos abertamente pelos Governos do <strong>Reino<\/strong> <strong>Unido<\/strong> e dos<strong>Estados Unidos<\/strong>. O <strong>Minist\u00e9rio da Agricultura, Pesca e Alimenta\u00e7\u00e3o do Reino Unido<\/strong> admitiu que a transfer\u00eancia dos cultivos transg\u00eanicos e o p\u00f3len para al\u00e9m dos campos plantados \u00e9 inevit\u00e1vel (23), e isso j\u00e1 deu lugar a ervas daninhas resistentes aos herbicidas. (24) Um relat\u00f3rio provis\u00f3rio sobre os testes de campo patrocinados pelo Governo do <strong>Reino Unido<\/strong> confirmou a hibrida\u00e7\u00e3o entre propriedades adjacentes de diferentes variedades de colza tolerante aos herbicidas modificados geneticamente, o que deu lugar a h\u00edbridos tolerantes a m\u00faltiplos herbicidas. Al\u00e9m disso, a colza transg\u00eanica e seus h\u00edbridos foram encontrados como praga nos cultivos de trigo e cevada posteriores, que estavam sendo controlados com herbicidas convencionais. (25) Pragas de insetos resistentes ao Bt evolu\u00edram em resposta \u00e0 cont\u00ednua presen\u00e7a das toxinas nas plantas transg\u00eanicas durante todo o ciclo de cultivo e a<strong>Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o do Meio Ambiente<\/strong> dos <strong>Estados Unidos<\/strong> est\u00e1 recomendando aos agricultores para que plantem at\u00e9 40% de cultivos n\u00e3o geneticamente modificados com a finalidade de criar ref\u00fagios para n\u00e3o pragas de insetos resistentes. (26)<\/p>\n<p><strong>9.<\/strong> As amea\u00e7as \u00e0 diversidade biol\u00f3gica dos principais cultivos transg\u00eanicos j\u00e1 comercializados s\u00e3o cada vez mais claras. Os herbicidas de amplo espectro utilizados com os cultivos transg\u00eanicos tolerantes a herbicidas n\u00e3o apenas dizimam esp\u00e9cies de plantas silvestres de forma indiscriminada, mas tamb\u00e9m s\u00e3o t\u00f3xicos para os animais. O glufosinato provoca defeitos cong\u00eanitos em mam\u00edferos (27) e o glifosato est\u00e1 ligado ao linfoma de Hodgkin. (28) Os cultivos transg\u00eanicos Bt-toxinas matam insetos ben\u00e9ficos como as abelhas (29) e os crisop\u00eddios (30) e o p\u00f3len do milho Bt \u00e9 letal para as borboletas monarca (31), assim como para os papili\u00f4nidos. (32) A<strong> Toxina Bt<\/strong> \u00e9 exalada das ra\u00edzes do milho Bt na rizosfera, onde se une rapidamente \u00e0s part\u00edculas do solo e se converte em parte do mesmo. \u00c0 medida que a toxina est\u00e1 presente de forma ativada, n\u00e3o seletiva, esp\u00e9cies objetivas e n\u00e3o objetivas no solo se ver\u00e3o afetadas (33), causando um enorme impacto sobre todas as esp\u00e9cies acima do solo.<\/p>\n<p><strong>10.<\/strong> Os produtos resultantes dos organismos geneticamente modificados tamb\u00e9m podem ser perigosos. Por exemplo, um lote de triptofano produzido por microorganismos geneticamente modificados est\u00e1 associado a pelo menos 37 mortes e 1.500 doen\u00e7as graves. (34) Um horm\u00f4nio geneticamente modificado de crescimento bovino, que \u00e9 injetado em vacas com a finalidade de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite, n\u00e3o provoca apenas o sofrimento excessivo e doen\u00e7as nas vacas, mas tamb\u00e9m aumenta o IGF-1 no leite, que est\u00e1 vinculado ao c\u00e2ncer de mama e da pr\u00f3stata em seres humanos. (35) \u00c9 vital para o p\u00fablico ser protegido de todos os produtos transg\u00eanicos e n\u00e3o apenas os que cont\u00eam DNA transg\u00eanico ou prote\u00edna. Isso porque o pr\u00f3prio processo de modifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, pelo menos na forma praticada atualmente, \u00e9 inerentemente perigoso.<\/p>\n<p><strong>11.<\/strong> Memorandos secretos da <strong>Administra\u00e7\u00e3o dos Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos<\/strong> revelaram que foram ignoradas as advert\u00eancias dos seus pr\u00f3prios cientistas de que a engenharia gen\u00e9tica \u00e9 um novo ponto de partida e introduz novos riscos. Al\u00e9m disso, o primeiro cultivo transg\u00eanico liberado para sua comercializa\u00e7\u00e3o \u2013 o tomate Flavr Savr \u2013 n\u00e3o passou nos testes toxicol\u00f3gicos requeridos. (36) Desde ent\u00e3o, nenhum teste de seguran\u00e7a cient\u00edfica abrangente havia sido feito at\u00e9 que o <strong>Dr. Arpad Pusztai<\/strong> e seus colaboradores no Reino Unido levantaram s\u00e9rias preocupa\u00e7\u00f5es sobre a seguran\u00e7a das batatas GM que eles estavam testando. Eles chegaram \u00e0 conclus\u00e3o de que uma parte significativa do efeito t\u00f3xico pode ser devido \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica ou ao processo utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o das plantas geneticamente modificadas ou ambos. (37)<\/p>\n<p><strong>12.<\/strong> A seguran\u00e7a dos alimentos transg\u00eanicos foi abertamente contestada pelo professor <strong>Bevan Moseley<\/strong>, geneticista molecular e atual presidente do <strong>Grupo de Trabalho sobre Novos Alimentos<\/strong> no <strong>Comit\u00ea Cient\u00edfico da Uni\u00e3o Europeia sobre a Alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>. (38) Ele chamou a aten\u00e7\u00e3o sobre os efeitos imprevistos inerentes \u00e0 tecnologia, enfatizando que a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o dos alimentos geneticamente modificados \u2013 os chamados \u2018nutrac\u00eauticos\u2019 ou \u2018alimentos funcionais\u2019, como a vitamina A \u2018enriquecida\u2019 do arroz \u2013 ira representar riscos ainda maiores para a sa\u00fade devido ao aumento da complexidade das constru\u00e7\u00f5es de genes.<\/p>\n<p><strong>13.<\/strong> A engenharia gen\u00e9tica introduz novos genes e novas combina\u00e7\u00f5es de material gen\u00e9tico constru\u00eddo em laborat\u00f3rio nos cultivos, no gado e nos microorganismos. (39) As constru\u00e7\u00f5es artificiais s\u00e3o derivadas do material gen\u00e9tico de v\u00edrus pat\u00f3genos e outros parasitas gen\u00e9ticos, assim como bact\u00e9rias e outros organismos e incluem c\u00f3digos gen\u00e9ticos para resistir aos antibi\u00f3ticos. As constru\u00e7\u00f5es est\u00e3o projetadas para quebrar as barreiras das esp\u00e9cies e para superar os mecanismos que impedem de inseri-lo em genomas de material gen\u00e9tico estranho. A maioria deles nunca existiu na natureza ao longo de bilh\u00f5es de anos de evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>14.<\/strong> Estes constructos s\u00e3o introduzidos nas c\u00e9lulas por m\u00e9todos invasivos que levam a inser\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria dos genes estranhos aos genomas (a totalidade de todo o material gen\u00e9tico de uma c\u00e9lula ou organismo). Isto d\u00e1 lugar a efeitos aleat\u00f3rios imprevis\u00edveis, incluindo anormalidades em animais e em toxinas e al\u00e9rgenos inesperados em cultivos alimentares.<\/p>\n<p><strong>15.<\/strong> Uma constru\u00e7\u00e3o comum a praticamente todos os cultivos transg\u00eanicos j\u00e1 comercializados ou submetidos a testes de campo envolve um interruptor de gene (promotor) do v\u00edrus mosaico da couve-flor (CaMV) emendado ao gene estranho (transgene) para torn\u00e1-lo sobre-expresso de forma cont\u00ednua. (40) Este promotor CaMV est\u00e1 ativo em todas as plantas, em leveduras, algas e no E.coli. Recentemente descobrimos que \u00e9 ainda est\u00e1 ativo no ovo de anf\u00edbio (41) e no extrato de c\u00e9lulas humanas. (42) Ele tem uma estrutura modular e pode ser intercambiado, em parte ou na sua totalidade, com os promotores de outros v\u00edrus para dar aos v\u00edrus infecciosos. Ele tamb\u00e9m tem um \u201cponto quente de recombina\u00e7\u00e3o\u201d, assim que \u00e9 propenso a romper-se e unir-se a outro material gen\u00e9tico. (43)<\/p>\n<p><strong>16.<\/strong> Por estas e outras raz\u00f5es, o DNA transg\u00eanico \u2013 a totalidade das constru\u00e7\u00f5es artificiais transferidas para o OGM \u2013 pode ser mais inst\u00e1vel e propenso a transferir-se novamente para esp\u00e9cies n\u00e3o relacionadas; potencialmente, para todas as esp\u00e9cies que interagem com o OGM. (44)<\/p>\n<p><strong>17.<\/strong> A instabilidade do DNA transg\u00eanico em plantas geneticamente modificadas \u00e9 bem conhecida. (45) Genes transg\u00eanicos s\u00e3o, muitas vezes, silenciados, mas a perda de parte ou da totalidade do DNA transg\u00eanico tamb\u00e9m ocorre, inclusive nas gera\u00e7\u00f5es posteriores de propaga\u00e7\u00e3o. (46) Estamos cientes de nenhuma evid\u00eancia publicada para a estabilidade a longo prazo de inser\u00e7\u00f5es transg\u00eanicas em termos de estrutura ou localiza\u00e7\u00e3o no genoma da planta em qualquer das linhas de transg\u00eanicos j\u00e1 comercializados ou testados em campo.<\/p>\n<p><strong>18.<\/strong> Os perigos potenciais da transfer\u00eancia horizontal de genes de GM incluem a propaga\u00e7\u00e3o de genes resistentes a antibi\u00f3ticos aos pat\u00f3genos, a gera\u00e7\u00e3o de novos v\u00edrus e bact\u00e9rias que causam a doen\u00e7a e as muta\u00e7\u00f5es devido \u00e0 inser\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria de DNA estranho, alguns dos quais podem provocar o c\u00e2ncer em c\u00e9lulas de mam\u00edferos. (47) A capacidade do promotor CaMV para funcionar em todas as esp\u00e9cies, incluindo os seres humanos, \u00e9 particularmente relevante para os perigos potenciais da transfer\u00eancia horizontal de genes.<\/p>\n<p><strong>19.<\/strong> A possibilidade de o DNA nu ou livre ser absorvido por c\u00e9lulas de mam\u00edferos \u00e9 explicitamente mencionado pela<strong>Administra\u00e7\u00e3o dos Alimentos e Medicamentos<\/strong> (FDA), dos <strong>Estados Unidos<\/strong>, em um projeto de orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 ind\u00fastria sobre os genes marcadores de resist\u00eancia a antibi\u00f3ticos. (48) Em seus coment\u00e1rios sobre o documento da <strong>FDA<\/strong>, o<strong>Minist\u00e9rio da Agricultura, Pesca e Alimenta\u00e7\u00e3o do Reino Unido<\/strong> assinalou que o DNA transg\u00eanico pode ser transferido n\u00e3o apenas por ingest\u00e3o, mas pelo contato com a poeira e o p\u00f3len de plantas transmitidas pelo ar durante o trabalho agr\u00edcola e o processamento de alimentos. (49) Esta advert\u00eancia \u00e9 ainda mais significativa com o recente relat\u00f3rio da <strong>Universidade de Jena<\/strong>, na <strong>Alemanha<\/strong>, segundo o qual os testes de campo indicaram que genes transg\u00eanicos podem ser transferidos via p\u00f3len transg\u00eanico para as bact\u00e9rias e leveduras no intestino das larvas das abelhas. (50)<\/p>\n<p><strong>20.<\/strong> O DNA da planta n\u00e3o se degrada facilmente durante a maior parte do processamento comercial de alimentos. (51) Procedimentos como a moagem e o trituramento de gr\u00e3os deixaram o DNA em grande parte intacto, assim como o tratamento t\u00e9rmico em 90deg.C. O processo da silagem mostrou pouca degrada\u00e7\u00e3o do DNA e um relat\u00f3rio especial do <strong>Minist\u00e9rio da Agricultura, Pesca e Alimenta\u00e7\u00e3o do Reino<\/strong> <strong>Unido<\/strong> desaconselha o uso de plantas geneticamente modificadas ou de res\u00edduos vegetais na alimenta\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\n<p><strong>21.<\/strong> A boca humana cont\u00e9m bact\u00e9rias que se mostraram capazes de assumir e expressar DNA nu que cont\u00e9m genes de resist\u00eancia a antibi\u00f3ticos e bact\u00e9rias transform\u00e1veis similares est\u00e3o presentes nas vias respirat\u00f3rias. (52)<\/p>\n<p><strong>22.<\/strong> Verificou-se a transfer\u00eancia horizontal de genes marcadores de resist\u00eancia aos antibi\u00f3ticos de plantas GM bact\u00e9rias e fungos do solo no laborat\u00f3rio. (53) O monitoramento de campo revelou que o DNA da beterraba GM persistiu no solo por at\u00e9 dois anos ap\u00f3s a sua colheita. E h\u00e1 evid\u00eancias sugerindo que as partes do ADN transg\u00eanico podem ser transferidas horizontalmente para as bact\u00e9rias do solo. (54)<\/p>\n<p><strong>23.<\/strong> Pesquisas recentes na terapia de genes e vacinas de \u00e1cidos nucleicos (DNA e RNA) deixam poucas d\u00favidas de que os \u00e1cidos nucleicos livres\/nus podem ser tomados, e, em alguns casos, incorporados ao genoma de todas as c\u00e9lulas de mam\u00edferos, incluindo os dos seres humanos. Os efeitos adversos j\u00e1 observados incluem choque t\u00f3xico agudo, rea\u00e7\u00f5es imunol\u00f3gicas tardias e rea\u00e7\u00f5es auto-imunes. (55)<\/p>\n<p><strong>24.<\/strong> A <strong>Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brit\u00e2nica<\/strong>, no seu relat\u00f3rio provis\u00f3rio (publicado em maio de 1999), pediu uma morat\u00f3ria por tempo indeterminado nas liberta\u00e7\u00f5es de OGM \u00e0 espera de novas pesquisas sobre novas alergias, sobre a dissemina\u00e7\u00e3o de genes resistentes a antibi\u00f3ticos e os efeitos do DNA transg\u00eanico.<\/p>\n<p><strong>25.<\/strong> No <strong>Protocolo de Biosseguran\u00e7a de Cartagena<\/strong> negociado com sucesso em <strong>Montreal<\/strong>, em janeiro de 2000, mais de 130 governos concordaram em aplicar o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o, e em garantir que as legisla\u00e7\u00f5es de biosseguran\u00e7a nos n\u00edveis nacionais e internacionais t\u00eam preced\u00eancia sobre acordos comerciais e financeiros na OMC. Da mesma forma, os delegados da <strong>Confer\u00eancia da Comiss\u00e3o do Codex Alimentarius<\/strong>, em <strong>Chiba<\/strong>, no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, em mar\u00e7o de 2000, concordaram em preparar procedimentos regulamentares rigorosas para os alimentos geneticamente modificados que incluem avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o, monitoramento de longo prazo dos impactos sanit\u00e1rios, testes de estabilidade gen\u00e9tica, toxinas, al\u00e9rgenos e outros efeitos indesejados. (56) O<strong>Protocolo de Biosseguran\u00e7a de Cartagena<\/strong> foi assinado por 68 governos em <strong>Nair\u00f3bi<\/strong>, em maio de 2000.<\/p>\n<p><strong>26.<\/strong> Pedimos a todos os governos para tomarem na devida conta as evid\u00eancias cient\u00edficas j\u00e1 substanciais dos riscos reais ou supostos decorrentes da tecnologia GM e muitos de seus produtos, e impor uma morat\u00f3ria imediata sobre novas licen\u00e7as ambientais, incluindo testes em campo aberto, de acordo com o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o, assim como dados cient\u00edficos s\u00f3lidos.<\/p>\n<p><strong>27.<\/strong> Estudos sucessivos documentaram a produtividade e a sustentabilidade da agricultura familiar no Terceiro Mundo, bem como no Norte. (57) Evid\u00eancias do Norte e do Sul indicam que pequenas propriedades s\u00e3o mais produtivas, mais eficientes e contribuem mais para o desenvolvimento econ\u00f4mico do que as grandes fazendas. Os pequenos agricultores tamb\u00e9m tendem a cuidar melhor dos recursos naturais, da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e salvaguardar a sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. (58) <strong>Cuba<\/strong> respondeu \u00e0 crise econ\u00f4mica provocada pela ruptura do bloco sovi\u00e9tico em 1989 pela convers\u00e3o de convencional para grande escala, da alta monocultura de entrada para a pequena agricultura org\u00e2nica e semi-org\u00e2nica, dobrando assim a produ\u00e7\u00e3o de alimentos com a metade da entrada anterior. (59)<\/p>\n<p><strong>28.<\/strong> As abordagens agroecol\u00f3gicas s\u00e3o uma grande promessa para a agricultura sustent\u00e1vel nos pa\u00edses em desenvolvimento, combinando o conhecimento agr\u00edcola local e t\u00e9cnicas ajustadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es locais com o conhecimento cient\u00edfico ocidental contempor\u00e2neo. (60) Os rendimentos duplicaram e triplicaram e continuam aumentando. Estima-se que 12,5 milh\u00f5es de hectares em todo o mundo j\u00e1 s\u00e3o cultivados com sucesso desta maneira. (61) \u00c9 ambientalmente saud\u00e1vel e acess\u00edvel para os pequenos agricultores. Ela recupera terras agr\u00edcolas marginalizadas pela agricultura intensiva convencional. Ela oferece a \u00fanica forma pr\u00e1tica de recuperar as terras agr\u00edcolas degradadas pelas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas convencionais. Acima de tudo, ela capacita os pequenos agricultores familiares para combater a pobreza e a fome.<\/p>\n<p><strong>29.<\/strong> Pedimos a todos os governos para rejeitarem os transg\u00eanicos pela raz\u00e3o de que s\u00e3o perigosos e contr\u00e1rios a um uso ecologicamente sustent\u00e1vel dos recursos. Em vez disso, eles devem apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de m\u00e9todos agr\u00edcolas sustent\u00e1veis que podem realmente beneficiar os agricultores familiares em todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>Assinado por:<\/strong><\/p>\n<p>1 &#8211; Prof.em Calum Wright M.Phil i am a expert on the study of life none Afghanistan<\/p>\n<p>2 &#8211; Prof. Adolfo E. Boy Horticulture and Sustainable Agri. Univ. Moron Chair of Inst. of Sustainble Agriculture Argentina<\/p>\n<p>3 &#8211; Alfredo Galli Agronomist Groupo de Reflexion Rural Argentina<\/p>\n<p>4 &#8211; Dr. Jorge Kaczewer M.D MD complementary medicines cientific journalism author of the book in spanish language Transgenic Risks for Human Health ECOMEDICOS Argentina<\/p>\n<p>5 &#8211; Jorge Eduardo Roulli Ecologist Groupo de Reflexion Rural Argentina<\/p>\n<p>6 &#8211; Damien Beaumont B.Sc Postgraduate student at the University of New England Armidale Australia<\/p>\n<p>7 &#8211; Peter Belbin B.Sc Land Management Consultant Tafe Australia<\/p>\n<p>8 &#8211; Dr. Graeme E. Browne General Practitioner Melbourne PSRAST Australia<\/p>\n<p>9 &#8211; Dr. Judy A. Carman Epidemiologist Flanders University Adelaide Australia<\/p>\n<p>10 &#8211; Dr. Catherine Clinch-Jones General Practitioner Adelaide Australia<\/p>\n<p>11 &#8211; Mr Sid Cowling B.Sc Environmental Biology Consultant Australia<\/p>\n<p>12 &#8211; Dr. Philip A. Davies Geneticist Adelaide Australia<\/p>\n<p>13 &#8211; Rocco Di Vincenzo M.Sc Chief Dietitian Swinburne University Hospital Australia<\/p>\n<p>14 &#8211; Prof. Horst W. Doelle Micobiologist Univ. Queensland retired Chair of International Organisation for Biotechnology and Bioengineering Director &#8211; MIRCEN-Biotechnology Brisbance and Pacific Regional Network Australia<\/p>\n<p>15 &#8211; Dr. Lynette J. Dumble Medical Scientist Women\u2019s Health and Environment University of Melbourne Australia<\/p>\n<p>16 &#8211; Doug N Everingham Physician MB BS Univ Syd 1946 Ex MPs Association Australia<\/p>\n<p>17 &#8211; Angela Fehringer Anthropology Student Sydney Australia<\/p>\n<p>18 &#8211; Prof. Frank G.H.P. Fisher Graduate School of Environmental Science Clayton Australia<\/p>\n<p>19 &#8211; Kasia E. Gabrys Environmental Scientist Environmental Science National Trust of Australia Melbourne Australia<\/p>\n<p>20 &#8211; Prof. Adrian Gibbs Ph.D Virologist retired Australia<\/p>\n<p>21 &#8211; Dr. Dion Giles Ph.D Analytical chemistry organic chemistry chemical education Stop MAI (WA) Australia<\/p>\n<p>22 &#8211; Stephen Glanville PDC ECOS Design Australia<\/p>\n<p>23 &#8211; Dr. Veronica R. Griffin Consultant Nutrition and Environmental Medicine Cairns Australia<\/p>\n<p>24 &#8211; Vince Halpin B.Sc Acupuncturist Herbalist Pharmacist Australia<\/p>\n<p>25 &#8211; Dr. Richard Hindmarsh Environmental Social Scientist Univ. Queensland Australia<\/p>\n<p>26 &#8211; Margaret Jackson B.Sc. Genetics National Genetics Awareness Alliance Australia<\/p>\n<p>27 &#8211; Dr. Warren Kinne Ph.D Philosopher theologian Society of St Columban Australia<\/p>\n<p>28 &#8211; Steven Kiss B.Sc Biological\/ Organic Farm Manager broad acre crops sheep cattle medicinal herbs Australia<\/p>\n<p>29 &#8211; Dr. Elmar Klucis Ph.D Biochenistry Biology Retired Australia<\/p>\n<p>30 &#8211; Keith Loveridge B.Sc Bachelor Environmental Soc Sci RMIT University Croydon Conservation Society Australia<\/p>\n<p>31 &#8211; Lisa McDonald Agronomist CRC for Sustainable Sugar Production James Cook University Australia<\/p>\n<p>32 &#8211; Michelle Mclaren Bach Nutrition and Dietetics Australia<\/p>\n<p>33 &#8211; Dr. Peter J. McMachon Plant Physiologist Genethics Australia Conservation Foundation Australia<\/p>\n<p>34 &#8211; Elham Monavari B.Sc Bsc Maj Biology Masters in Env. Managemment Student Cities for Climate Protection Project Officer Australia<\/p>\n<p>35 &#8211; Dr. Angela Morris Ph.D Root nodule development Research School of Biological Sciences ANU Australia<\/p>\n<p>36 &#8211; Dr. Paul Nelson CSIRO Land and Water PMB Australia<\/p>\n<p>37 &#8211; Tim Osborn Web Development Australia<\/p>\n<p>38 &#8211; Dr. Sharron L. Pfueller Biochemistry\/Environmental Studies School of Geography and Environmental Sciene Monash University Melbourne Australia<\/p>\n<p>39 &#8211; Katrina E. Preski Environmental Science Monash University Melbourne Australia<\/p>\n<p>40 &#8211; Dr. Peter Renowden Strategic Planner Melbourne Australia<\/p>\n<p>41 &#8211; Sandra Russo Principal of College As a Homoeopath I lecture have a private clinic and mentor students of Homoeopathy Adelaide Training College of Complementary Medicin Australia<\/p>\n<p>42 &#8211; Frank Samson B.Sc R &amp; D Project Manager (Physics) Sola International Holdings Australia<\/p>\n<p>43 &#8211; Glenn Sorensen B.Sc Natural Products Chemist\/Phytochemist Jurlique Australia<\/p>\n<p>44 &#8211; Dr. Rosemary Stanton Ph.D Nutritionist Australia<\/p>\n<p>45 &#8211; Dr. Maarten Stapper Ph.D Farming Systems Agronomist Australia<\/p>\n<p>46 &#8211; Michelle Starr Ph.D student Natural Therapist none Australia<\/p>\n<p>47 &#8211; Dr Corinna-Britta Steeb Ph.D Pathophysiology Medical Sceinces Nutrition Klein Research Institute Australia<\/p>\n<p>48 &#8211; Dr. Ted Steele Molecular Immunologist U. Wollengong Australia<\/p>\n<p>49 &#8211; Dr. Philip Stowell M.D GP working in Nutritional and Environmental Medicine n a Australia<\/p>\n<p>50 &#8211; DI Gertrude Kaffenbock Ph.D student Ph.D. candidate Agricultural Economist St. Polton Austria<\/p>\n<p>51 &#8211; Thomas Klemm Psychologist Konrad Lorenz Institute Austria<\/p>\n<p>52 &#8211; Dr. Maria G. Neunteufel Economist Vienna Austria<\/p>\n<p>53 &#8211; Dr. SYED NAZMUL HUDA Ph.D IN NUTRITION AND CHILD DEVELOPMENT NUTRITION AND FOOD SCIENCE UNIVERSITY OF DHAKA Bangladesh<\/p>\n<p>54 &#8211; Muhammed Saiful Islam M.Sc Entomologist DAE Bangladesh<\/p>\n<p>55 &#8211; Golam Kibria M.Phil EcologyCultureBiodiversity UBINIG Bangladesh<\/p>\n<p>56 &#8211; Zakir Kibria M.Phil Ecology Biodiversity Culture BanglaPraxis Bangladesh<\/p>\n<p>57 &#8211; Dr Farhad Mazhar Ecologist New Agricultural Movement Bangladesh<\/p>\n<p>58 &#8211; Dhirendra Panda Ph.D student MOBILISATION AND ACTIVISM the collective Bangladesh<\/p>\n<p>59 &#8211; De Beer Daniel M.Sc Lawyer Lawyers Without Borders and Vrij university Brusse Belgium<\/p>\n<p>60 &#8211; Dr. Ga\u00ebtan du Bus Forest Engineer Univ. Catholique de Louvain INRA Belgium<\/p>\n<p>61 &#8211; Verstraeten Guy B.Eng have an engineering eductation in biochemistry education I have ethical objections to do work in most of the current industries and research Belgium<\/p>\n<p>62 &#8211; Pablo Servigne Ph.D agronomist engineer PhD in Biology ULB Belgium<\/p>\n<p>63 &#8211; Dr. Michel Somville Ph.D GMO s Health environmental risks GREENS EFA group in the European parliament Belgium<\/p>\n<p>64 &#8211; Els Torreele Ph.D student biotechnology Vrije Universiteit Brussels Belgium<\/p>\n<p>65 &#8211; Flavia Camargo De Oliveira Biologist UFPR Brazil<\/p>\n<p>66 &#8211; Prof. MOHAMED HABIB Ph.D 39 years of research experience Biological Control and Agro Ecolgy University of Campinas Brazil<\/p>\n<p>67 &#8211; Prof. Antonio Carlos Junqueira Do Val Filho B.Sc Engineer Agronomist CDA Brazil<\/p>\n<p>68 &#8211; Samuel MacDowell Ph.D Plant Molecular Biology IBAMA Brazil<\/p>\n<p>69 &#8211; Paulo Roberto Martins Research Institute of Technology Brazil<\/p>\n<p>70 &#8211; Dr. Leovegildo Matos Ph.D Animal nutritionist Research Embrapa Brazil<\/p>\n<p>71 &#8211; Renata Menasche Anthropologist Federal Un. of Rio Grande do Sul Brazil<\/p>\n<p>72 &#8211; Prof. Lu\u00eds C\u00e9sar Nunes B.Sc Education PCRJ Brazil<\/p>\n<p>73 &#8211; Ventura Eduardo Souza Barbeiro Engineer agronomist ABRAMA Brasilian association of Enviroment Brazil<\/p>\n<p>74 &#8211; Franco Werlagn M.Sc Business Administration GaiaVillage Project Brazil<\/p>\n<p>75 &#8211; Dr. Stefan Panaiotov Ph.D molecular microbiology National Center of Infectious and Parasitic Diseas Bulgaria<\/p>\n<p>76 &#8211; Dr Thomas R. Preston Un. of Tropical Agriculture Cambodia<\/p>\n<p>77 &#8211; Prof. Lonnie Aarssen Ph.D Ecologist Queen s University Canada<\/p>\n<p>78 &#8211; Prof. Paul Antze Ph.D medical anthropology Canada<\/p>\n<p>79 &#8211; Dr. Sandra Awang Ph.D Sociologist\/Writer on biodiversity biodemocracy and food security Canada<\/p>\n<p>80 &#8211; Prof.em Henry Becker Ph.D 7 years in applied biology 35 years teaching research in chemical engineering currently writing book on nutrition health disease Queen s University Canada<\/p>\n<p>81 &#8211; Dr Warren Bell MD Canad. Assoc. of Physicians for the Environ. Canada<\/p>\n<p>82 &#8211; Prof. emeritus Alfred M. Braxton Anthropologist Univ. British Columbia Canada<\/p>\n<p>83 &#8211; John A Brown watchdog on growing power of corporacy in our world and the world s governments lack of will stop it Education Canada<\/p>\n<p>84 &#8211; Denis Cauchon M.Sc. Ph.D. candidate Toxicology Ecole HEC Montreal Canada<\/p>\n<p>85 &#8211; Dr. Samit Chakrabarty Ph.D Systems Neurophysiologist Canada<\/p>\n<p>86 &#8211; Yoon C. Chen B.Sc. DPM Podiatrist Foot Clinic Lethbridge Alberta Canada<\/p>\n<p>87 &#8211; Bert R. Christie Plant Breeding Research Scientist Agriculture and AgriFood Canada Charlotte Town Canada<\/p>\n<p>88 &#8211; Dr. E.Ann Clark Ph.D crop physiologist Plant Agriculture University of Guelph Canada<\/p>\n<p>89 &#8211; Una Coghlan nterested in securing a healthy food chain Voice of Women Canada<\/p>\n<p>90 &#8211; Prof. Alain Cuerrier Taxonomy\/Botany Quebec Univ. of Montreal Canada<\/p>\n<p>91 &#8211; Prof. Joe Cummins Geneticist University of Western Ontario Canada<\/p>\n<p>92 &#8211; Prof. Edwin E. Daniel FRSC Health Science McMaster Univ. Ontario Canada<\/p>\n<p>93 &#8211; Justin Duncan B.Sc Environmental biology law and policy Queen\u2019s University Canada<\/p>\n<p>94 &#8211; Prof. Chavez Eduardo R Ph.D Animal nutrition production and mangement agricultural production systems McGill University Canada<\/p>\n<p>95 &#8211; Virginia F. Flamarique AMD Consultant Agrologist Edmonton Canada<\/p>\n<p>96 &#8211; Glenn Fletcher M.Sc Masters degree research in toxicology occupational health McMaster University Canada<\/p>\n<p>97 &#8211; Dr. Josh Gallant Ph.D surgery general Canada<\/p>\n<p>98 &#8211; Dr. Imme Gerke Ph.D Cell biologist BIOTEPP Canada<\/p>\n<p>99 &#8211; Julie Guenette M.Phil Philosophical enquiry into our relationship to nature Ottawa University Canada<\/p>\n<p>100 &#8211; Tanya Handa M.Sc. Ecologist Univ. Toronto Toronto Canada<\/p>\n<p>101 &#8211; Virginia Jacobsen organic growers Canada<\/p>\n<p>102 &#8211; Aaron Jette Anthrolopogy student McGill Univ. Montreal Canada<\/p>\n<p>103 &#8211; Prof. Leonard Kasdan Ph.D Social Anthropology and Resource and environmental studies Dalhousie University (retired) Canada<\/p>\n<p>104 &#8211; Dr. Gavin A. Kemp ret. Researcher Vegetable Crop Breeding Lethbridge Canada<\/p>\n<p>105 &#8211; Zorica Knezevic M.Sc Senior Consultant Environment Stantec Consulting Ltd Canada<\/p>\n<p>106 &#8211; Prof. Ronald Labonte Population Health Research Director Ontario Canada<\/p>\n<p>107 &#8211; William J. Lewis Linguist Univ. of Victoria British Columbia Canada<\/p>\n<p>108 &#8211; Prof. Abby Lippman Epidemologist &amp; Geneticist McGill Un. Canada<\/p>\n<p>109 &#8211; Jan Martel B.Sc Student in biology University of Sherbrooke Canada<\/p>\n<p>110 &#8211; Prof. Ralph C. Martin Plant Science Nova Scotia Agricultural College Truro Canada<\/p>\n<p>111 &#8211; Prof. Dennis R. McCalla Biochemist &amp; Geneticist emeritus McMaster University Hamilton Canada<\/p>\n<p>112 &#8211; Laura Mitchell Earth Scientist APEGBG Canada<\/p>\n<p>113 &#8211; Mary Mitchell teacher Canada<\/p>\n<p>114 &#8211; Dr. Anne Morgan Waterloo Climate Change Entomolgist\/ Univ. of (retired) Canada<\/p>\n<p>115 &#8211; Dr. M. Murphy Pediatrician NAMBLA Canada<\/p>\n<p>116 &#8211; Dr. James A. Nero D.C. General Practitioner neuromusculoskeletal medicine Coquitlam Canada<\/p>\n<p>117 &#8211; Anna D. Noikov B.A.B.Ed. B.A.B.Ed. Wholistic Practitioner Edmonton Canada<\/p>\n<p>118 &#8211; Lise Norgren Concerned Consumer Canada<\/p>\n<p>119 &#8211; Prof. Ann Oaks Botany (retired) Univ. Guelph Canada<\/p>\n<p>120 &#8211; Steve Robak Canadian Department of National Defence Canada<\/p>\n<p>121 &#8211; Leslirae Rotor Economist consultant Ottawa Canada<\/p>\n<p>122 &#8211; Dr. Bassam Ismaeil Sam Ph.D Information Systems Ismaeil Consulting Canada<\/p>\n<p>123 &#8211; Vere Scott ecologist Canada<\/p>\n<p>124 &#8211; Dr. John Scull Psychologist University of Victoria Victoria Canada<\/p>\n<p>125 &#8211; Dr. Carolyn A. Simmerman ND.DC Docotr. Whole Health Centre Edmonton Canada<\/p>\n<p>126 &#8211; Prof. David Suzuki David Suzuki Foundation Geneticist U.B.C. Canada<\/p>\n<p>127 &#8211; Prof. Stephen Talmage Philospher (retired) Carleton University Ottawa Canada<\/p>\n<p>128 &#8211; Dr. Wee Chong Tan Ph.D 5 years of reaserch and several papers on sustainable farming and the dangers of GM foods Canadian College for Chinese Studies Canada<\/p>\n<p>129 &#8211; Mark Thompson Ph.D student Molecular Evolutionary Genetics The University of Calgary Canada<\/p>\n<p>130 &#8211; Noemi Tousignant M.Sc history of science technology and medicine Canada<\/p>\n<p>131 &#8211; Caroll Tranchant Ph.D Enseignant chercheur Sciences et technologies des aliments Canada<\/p>\n<p>132 &#8211; Dr. Pierre Turcotte Ph.D Plant breeder Canada<\/p>\n<p>133 &#8211; John B. Van Loon M.Sc. Storage Entomologist retired Canadian Grain Commission Winnipeg PSRAST Canada<\/p>\n<p>134 &#8211; Dr. Susan Walsh Ph.D Phd cultural anthropology Executive Director of NGO focussed on food security in the South USC Canada Canada<\/p>\n<p>135 &#8211; Roland Wilhelm B.Sc One who choses to think and take on problems that effect the environment Guelph Canada<\/p>\n<p>136 &#8211; Prof. R.M. Wolfson Physicist Maharishi Vedic College Ottawa Canada<\/p>\n<p>137 &#8211; Prof. Howard Woodhouse Ph.D Philosopher of Education and Co Director of Saskatchewan Process Philosophy Research Unit University of Saskatchewan Canada<\/p>\n<p>138 &#8211; Dr. John C. Worketin Retired computer scientist Ontario Canada<\/p>\n<p>139 &#8211; Werner Zimmermann interested informed and concerned citizen Canada<\/p>\n<p>140 &#8211; Tea Garcia-Huidobro M.Sc Biochemistry (B.Sc) and Environmental Technology (M.Sc) Chile<\/p>\n<p>141 &#8211; Diana Medel Studies on Anthropol Soc Soc Psy Member Anthroposophic Society Volunteer for Children sRights Garden s Constr Inv Med Plants Food Environm Stud ONG to supervise Children s Rights Chile<\/p>\n<p>142 &#8211; JUAN DU B.Eng civil Engineering Warwick U K China<\/p>\n<p>143 &#8211; Dr. Alexander Jablanczy General Practitioner Doctor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6347\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-6347","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1En","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6347","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6347"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6347\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6347"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6347"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6347"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}