{"id":6467,"date":"2014-07-17T19:51:26","date_gmt":"2014-07-17T19:51:26","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=6467"},"modified":"2014-07-17T19:51:26","modified_gmt":"2014-07-17T19:51:26","slug":"o-santismo-pretende-a-paz-que-permita-a-exploracao-tranquila-dos-recursos-naturais-por-parte-das-transnacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6467","title":{"rendered":"\u201cO santismo pretende a paz que permita a explora\u00e7\u00e3o tranquila dos recursos naturais por parte das transnacionais\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>(MARCO LE\u00d3N CALARC\u00c1, MEMBRO DA DELEGA\u00c7\u00c3O DAS FARC-EP NOS DI\u00c1LOGOS DE HAVANA)<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.telegrafo.com.ec\/mundo\/item\/el-uribismo-concibe-la-paz-como-el-arrasamiento-a-sangre-de-toda-oposicion.html\" target=\"_blank\">El Tel\u00e9grafo<\/a><\/em><\/p>\n<p>O guerrilheiro analisa com EL TEL\u00c9GRAFO os resultados das recentes elei\u00e7\u00f5es presidenciais na Col\u00f4mbia. Al\u00e9m disso, reflete sobre o papel de J.M. Santos nas negocia\u00e7\u00f5es de paz em Havana.<\/p>\n<p>O delegado das For\u00e7as Armadas Revolucion\u00e1rias da Col\u00f4mbia (FARC), Marco Le\u00f3n Calarc\u00e1, em uma entrevista exclusiva com o di\u00e1rio <a href=\"http:\/\/www.telegrafo.com.ec\/mundo\/item\/el-uribismo-concibe-la-paz-como-el-arrasamiento-a-sangre-de-toda-oposicion.html\" target=\"_blank\">EL TEL\u00c9GRAFO<\/a>, revela detalhes sobre os avan\u00e7os do processo de negocia\u00e7\u00e3o de paz com o governo de Juan Manuel Santos.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 certo que a vit\u00f3ria de Juan Manuel Santos est\u00e1 intrinsecamente ligada \u00e0 legitima\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das negocia\u00e7\u00f5es de paz com voc\u00eas em Havana. Voc\u00eas se sentem respons\u00e1veis pelo discurso defendido pela campanha de Santos durante o segundo turno? <\/strong><\/p>\n<p>Este processo que se denenvolve em Havana \u00e9 leg\u00edtimo de nascimento. O povo colombiano e suas organiza\u00e7\u00f5es, entre as quais nos inserimos, exerce seu direito \u00e0 resist\u00eancia ante as agress\u00f5es do Estado e seus diferentes governos. Mais de 80 anos de viol\u00eancia antipopular n\u00e3o apenas legitimam como fazem necess\u00e1ria a busca da paz com justi\u00e7a social atrav\u00e9s dos di\u00e1logos.<\/p>\n<p><strong>Enquanto Santos \u00e9 reeleito presidente, qual mensagem voc\u00eas entendem que carregam os 7 milh\u00f5es de votos obtidos pelo uribismo? O que est\u00e1 dizendo, segundo a leitura das FARC, essa parte da sociedade colombiana?<\/strong><\/p>\n<p>O excludente sistema eleitoral colombiano tem todos os v\u00edcios e muito mais. \u00c9 essencialmente antidemocr\u00e1tico caracteriza-se pela corrup\u00e7\u00e3o, pelo dolo, pela fraude e pelo uso do terrorismo. Por isso, seus resultados n\u00e3o s\u00e3o confi\u00e1veis. \u00c9 uma den\u00fancia hist\u00f3rica do movimento popular e sua mudan\u00e7a uma exig\u00eancia permanente e obrigat\u00f3ria que figura nas propostas m\u00ednimas apresentadas pelas FARC-EP.<\/p>\n<p>As maiorias colombianas defendem a constru\u00e7\u00e3o da paz com justi\u00e7a social e soberania, democracia plena e vida digna, produto do trabalho. Os \u00fanicos inimigos da paz s\u00e3o aqueles que lucram com a guerra, com a economia, com a pol\u00edtica e, asseguro-lhes, n\u00e3o s\u00e3o esses 7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, embora exista avan\u00e7o na participa\u00e7\u00e3o nas elei\u00e7\u00f5es, a absten\u00e7\u00e3o, as pessoas impedidas de votar, os votos em branco e os votos nulos superam essas cifras e n\u00e3o s\u00e3o levados em conta.<\/p>\n<p>Vejamos as cifras desse nada confi\u00e1vel \u00f3rg\u00e3o eleitoral, o Registro Nacional. Universo de votantes: 32.975.158, do qual sufragaram 15.794.940 (47,89%), o que j\u00e1 mostra uma minoria escolhendo. Por\u00e9m, destes s\u00f3 foram v\u00e1lidos 15.341.383 (97,12%). Votos nulos 403.405 (2,55%) ou n\u00e3o marcados 50.152 (0,31%) e j\u00e1 temos outros 2,86%; e o voto em branco obteve 616.396 (4,03%); ou seja, o voto pelos candidatos foi de 14.721.987 (95,96). Portanto, a absten\u00e7\u00e3o soma 4,04% e j\u00e1 vamos para 57%, que de uma ou outra maneira, e n\u00e3o necessariamente consciente, n\u00e3o participa ou o faz para repudiar, como \u00e9 o voto em branco. Falta acrescentar os milh\u00f5es que n\u00e3o est\u00e3o inscritos como eleitores. \u00c9 necess\u00e1rio insistir nas d\u00favidas sobre esses dados, por\u00e9m \u00e9 bom analisar para ter uma ideia.<\/p>\n<p><strong>Diante desse quadro, quais seriam, segundo voc\u00eas, as mudan\u00e7as que poderiam resultar desta esp\u00e9cie de medi\u00e7\u00e3o da temperatura pol\u00edtica dos colombianos? Existe tamb\u00e9m uma medi\u00e7\u00e3o dos grupos de poder?<\/strong><\/p>\n<p>Ao combinar elementos da realidade colombiana e de nossa Am\u00e9rica, em busca de uma an\u00e1lise correta e conhecedores de que \u00e9 imposs\u00edvel a objetividade, ratificamos nossa convic\u00e7\u00e3o j\u00e1 expressa. A Col\u00f4mbia e o seu povo anseiam a paz e esta faz parte da proposta da P\u00e1tria Grande. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o desinformam tentando satisfazer os interesses de seus propriet\u00e1rios, dos grandes grupos econ\u00f4micos, por\u00e9m n\u00e3o consegue desvirtuar a realidade da resist\u00eancia popular.<\/p>\n<p>Por isso, agitamos a bandeira da solu\u00e7\u00e3o dialogada e reiteramos nossa reiterada vontade de construir acordos que a permitam. Entendemos fazer parte da uni\u00e3o de todas essas correntes populares, em uma ininterrupta torrente de mudan\u00e7a, transforma\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Para ampliar as perguntas anteriores, poderia nos explicar o que existe por tr\u00e1s desta aparente disputa entre o santismo e o uribismo? <\/strong><\/p>\n<p>Entendemos tal disputa como uma diferen\u00e7a em termos de oligarquia, de modelos de espolia\u00e7\u00e3o e entrega da soberania. De nenhuma parte se v\u00ea sentimento p\u00e1trio, bem-estar, justi\u00e7a social e \u00e2nimo democr\u00e1tico como objetivos a serem alcan\u00e7ados.<\/p>\n<p>O santismo pretende limpar a imagem do regime; sua pretens\u00e3o \u00e9 a paz que permita a explora\u00e7\u00e3o tranquila dos recursos naturais por parte das transnacionais. Por isso, o grande debate, a grande contradi\u00e7\u00e3o a ser superada \u00e9 qual \u00e9 a paz que vamos construir e, para isso, \u00e9 necess\u00e1ria a participa\u00e7\u00e3o das maiorias com suas propostas.<\/p>\n<p>O uribismo concebe a paz como o arrasamento a sangue e fogo de toda a oposi\u00e7\u00e3o por seu projeto explorador; apoiando seu poder no dinheiro do narcotr\u00e1fico, nas armas do paramilitarismo e a manipula\u00e7\u00e3o politiqueira dos poderes; \u00e9 uma forma do fascismo. Por\u00e9m, s\u00e3o diferen\u00e7as que conseguiram conciliar.<\/p>\n<p>O grave risco de nossa Am\u00e9rica \u00e9 que a extrema direita, encabe\u00e7ada por Uribe, abra caminho na Col\u00f4mbia e fortale\u00e7a o ataque aos processos revolucion\u00e1rios, democr\u00e1ticos e progressistas vividos na vizinhan\u00e7a. Isso sem desconhecer o car\u00e1ter do santismo, que n\u00e3o tem nada de revolucion\u00e1rio nem de progressista. Por isso, insistimos na necess\u00e1ria solidariedade para com a Mesa de Conversa\u00e7\u00f5es em Havana.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 poss\u00edvel falar que existe uma \u2018Col\u00f4mbia urbana\u2019, que pensa o conflito em termos microburgueses e, portanto, pretende reduzir sua encruzilhada hist\u00f3rica; e outra \u2018Col\u00f4mbia rural agr\u00e1ria\u2019, que obriga a conceber esse mesmo conflito em termos de rela\u00e7\u00f5es de poder excludentes e nada democr\u00e1ticas?<\/strong><\/p>\n<p>A manipula\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica atrav\u00e9s de todos os meios utilizados para isso cumpre seu papel. O ego\u00edsmo, o salve-se quem puder, o af\u00e3 de lucro sem princ\u00edpios e sem valores marcam a sociedade e geram as diferentes formas de avaliar o conflito armado, social, pol\u00edtico e cultural que vivemos. A isso devemos somar os efeitos de d\u00e9cadas de terrorismo de Estado. Por exemplo, temos seis milh\u00f5es de deslocados pelo despojo de terras e, sendo camponeses, se urbanizaram pela for\u00e7a, por\u00e9m n\u00e3o t\u00eam reais expectativas no atual sistema para superar a mis\u00e9ria imposta pelo neoliberalismo, da mesma forma que os milh\u00f5es de citadinos de origem.<\/p>\n<p><strong>Se o resultado eleitoral esclarece \u2013 por um momento \u2013 o panorama pol\u00edtico na Col\u00f4mbia, ou seja, a situa\u00e7\u00e3o atual da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as (em torno de uma institucionalidade que voc\u00eas consideram ileg\u00edtima), como assumiram a postura de alguns setores de esquerda que afian\u00e7aram Santos em uma coaliz\u00e3o impens\u00e1vel h\u00e1 poucos meses? <\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 onde entendemos, n\u00e3o existiu uma coaliz\u00e3o, pois esta implica em um m\u00ednimo de acordos. No entanto, o presidente Santos ficou com um imenso compromisso porque esse apoio era apenas o respaldo \u00e0 promessa de constru\u00e7\u00e3o da paz com justi\u00e7a social, foi um plebiscito pela continuidade da mesa em Havana e para exigir-lhe defini\u00e7\u00f5es sobre esse tema. Por\u00e9m, dirigentes desses setores foram claros em sua oposi\u00e7\u00e3o ao programa de governo.<\/p>\n<p>Juan Manuel Santos dever\u00e1 considerar esse apoio como uma forma de avan\u00e7ar para a paz, ter esse capital para opor-se aos inimigos do processo da paz, da reconcilia\u00e7\u00e3o, por\u00e9m eu duvido. O car\u00e1ter de classe do Presidente o impede de avan\u00e7ar, n\u00e3o importa que se chame de transformador e que proclame a terceira via.<\/p>\n<p><strong>Se tivessem que avaliar o antes e o depois das negocia\u00e7\u00f5es \u2013 no marco de 15 de junho \u2013, o que repetiriam e o que descartariam para continuar e substanciar os di\u00e1logos em Cuba?<\/strong><\/p>\n<p>As FARC-EP fazem permanentes balan\u00e7os do desenvolvimento dos di\u00e1logos. Neles, a reelei\u00e7\u00e3o do Presidente n\u00e3o marca um corte. Continuamos com o trabalho normal, pois nunca permitimos que o tema da reelei\u00e7\u00e3o se impusesse no interior das discuss\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>A que n\u00e3o est\u00e3o dispostos os delegados da guerrilha fariana nos pr\u00f3ximos encontros com seus pares do santismo? <\/strong><\/p>\n<p>Mais vale dizer a que estamos dispostos. Estamos dispostos \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de acordos, insistir na participa\u00e7\u00e3o popular. Tudo como um desenvolvimento l\u00f3gico das conversa\u00e7\u00f5es na mesa.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 poss\u00edvel um acordo final em dezembro deste ano \u00e0 raiz das tend\u00eancias p\u00f3s-eleitorais?<\/strong><\/p>\n<p>Se nos ativermos \u00e0s pesquisas, cada vez s\u00e3o menos c\u00e9ticos e fica claro que o s\u00e3o por falta de informa\u00e7\u00e3o ou porque a que t\u00eam \u00e9 manipulada pelos inimigos do processo, pelos que lucram com a guerra. Diga-se de passagem, eles nunca v\u00e3o se convencer dos benef\u00edcios da paz. J\u00e1 n\u00e3o se trata apenas de acreditar em nossa reitera\u00e7\u00e3o de vontade e convic\u00e7\u00e3o no di\u00e1logo; agora os avan\u00e7os obtidos na mesa podem ser vistos na pr\u00e1tica, nos acordos parciais alcan\u00e7ados.<\/p>\n<p>Insistimos no risco de colocar prazos, pois no final se convertem em fatais e em ferramentas usadas contra o desejo das maiorias. Claro que o avan\u00e7o pode ser acelerado, mas n\u00e3o depende da insurg\u00eancia. E para isso \u00e9 importante a contribui\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es populares no pa\u00eds em permanente demanda \u00e0 mesa, \u00e0s partes, pelo cumprimento do prometido e, sobretudo, para obter do Governo defini\u00e7\u00f5es positivas em torno do processo, que isso n\u00e3o fique no plano eleitoral.<\/p>\n<p><strong>Aparentemente, todos pensam em um acordo final como um mero tr\u00e2mite. \u00c9 assim? \u00c9 otimismo, oportunismo ou cegueira pol\u00edtica daqueles que n\u00e3o compreenderam a complexidade da injusti\u00e7a na Col\u00f4mbia? A Assembleia Nacional Constituinte \u00e9 uma aposta inegoci\u00e1vel? Por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o todos, mas sim um setor importante considera o confronto armado, social, pol\u00edtico, econ\u00f4mico e cultural como um enfrentamento de aparatos militares e, por isso, acredita na solu\u00e7\u00e3o militar; e no caso do di\u00e1logo, o simples e imediato desarmamento. Por\u00e9m, na verdade a confronta\u00e7\u00e3o \u00e9 de natureza pol\u00edtica. Por isso, a sa\u00edda deve ser pol\u00edtica e se dirige a solucionar as causas do enfrentamento. A insurg\u00eancia colombiana \u00e9 resposta, \u00e9 consequ\u00eancia da viol\u00eancia oficial. Para n\u00f3s as armas nunca foram o fim. O que fazemos \u00e9 exercer nosso direito \u00e0 rebeli\u00e3o. Consideramos a Assembleia Nacional Constituinte pela paz como uma forma v\u00e1lida e excelente para referendar os acordos, brindar todo o necess\u00e1rio: participa\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o do povo como soberano, referendo dos acordos, possibilidade de resolver os assuntos pendentes da mesa, aqueles pontos ou temas em que n\u00e3o se chegou a um acordo. A mesa de di\u00e1logos mostra as FARC-EP como organiza\u00e7\u00e3o propositiva, com capacidade de discuss\u00e3o, de acordo com a realidade e em completa sintonia com o resto das organiza\u00e7\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p><em>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/em><\/p>\n<p>http:\/\/pazfarc-ep.org\/index.php\/articulos\/entrevista\/1969-uribismo-concibe-la-paz-como-el-arrasamiento-a-sangre-de-toda-oposicion-marco-leon-calarca.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nENTREVISTA\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6467\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-6467","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1Gj","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6467","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6467"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6467\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}