{"id":7053,"date":"2014-11-14T20:53:41","date_gmt":"2014-11-14T23:53:41","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=7053"},"modified":"2017-11-09T16:23:28","modified_gmt":"2017-11-09T19:23:28","slug":"pcb-participa-do-encontro-mundial-dos-partidos-comunistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7053","title":{"rendered":"PCB participa do Encontro Mundial dos Partidos Comunistas"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/-BPMJP5ArVm0\/VGmwx0ZmmgI\/AAAAAAAAGms\/f3Rc43i7CDw\/s912\/B1IgwgIIcAEcxwX.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><em>O PCB se faz presente no 16\u00ba Encontro Mundial dos Partidos Comunistas, de 13 a 16 de novembro de 2014, na cidade de Quayaquil (Equador), com uma delega\u00e7\u00e3o composta pelos camaradas Ivan Pinheiro (Secret\u00e1rio Geral) e Edmilson Costa (Secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais), que apresentou ao Plen\u00e1rio o documento preparado pelo Comit\u00ea Central do Partido, que publicamos abaixo:<\/em><\/p>\n<p><strong>INTERVEN\u00c7\u00c3O DO PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB), NO 16\u00b0 ENCONTRO INTERNACIONAL DOS PARTIDOS COMUNISTAS E OPER\u00c1RIOS (Guayaquil, 13 a 15 de novembro de 2014)<\/strong><\/p>\n<p>O Comit\u00ea Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB) sa\u00fada a todos os partidos comunistas e oper\u00e1rios presentes neste evento e cumprimenta o partido anfitri\u00e3o, o nosso querido Partido Comunista do Equador.<\/p>\n<p>O sistema capitalista mundial vive uma das mais graves crises de sua hist\u00f3ria, que o vem castigando , h\u00e1 mais de seis anos, sem que os gestores do capital encontrem uma sa\u00edda para a retomada do crescimento econ\u00f4mico e a supera\u00e7\u00e3o da crise. Pelo contr\u00e1rio, as medidas que v\u00eam sendo adotadas pelos governos centrais para manter os privil\u00e9gios do capital, como o corte dos gastos p\u00fablicos e a redu\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios e pens\u00f5es, aprofundam ainda mais a crise, pois aumentam o desemprego, reduzem a renda da popula\u00e7\u00e3o e levam \u00e0 recess\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa crise sist\u00eamica que envolve a economia global &#8211; crise de superacumula\u00e7\u00e3o que se combina com manifesta\u00e7\u00f5es de superprodu\u00e7\u00e3o e anarquia das finan\u00e7as &#8211; condensa o mesmo fen\u00f4meno analisado por Marx: quanto mais cresce o capital, mais ele produz a crise que \u00e9 concernente \u00e0 sua natureza. Como sempre, os efeitos dram\u00e1ticos das crises s\u00e3o repassados aos trabalhadores, pois o capitalismo se reproduz promovendo novas formas de explora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho e renovando os mecanismos de domina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Reafirma-se categoricamente a contradi\u00e7\u00e3o entre capital e trabalho em n\u00edvel global como a contradi\u00e7\u00e3o fundamental a exigir a organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora na luta contra o sistema dominante. A crise acirra as contradi\u00e7\u00f5es interimperialistas, intensificando a corrida armamentista e a agressividade na disputa pelo controle dos recursos minerais e dos mercados.<\/p>\n<p>Na Ucr\u00e2nia, o conflito tem origem numa interven\u00e7\u00e3o golpista dos EUA e da UE, que levou ao surgimento de um governo reacion\u00e1rio, nos marcos da competi\u00e7\u00e3o com a R\u00fassia capitalista. O Oriente M\u00e9dio transformou-se num barril de p\u00f3lvora, em raz\u00e3o da ofensiva dos EUA e da OTAN pelo controle do Iraque, da S\u00edria, do territ\u00f3rio curdo, desta vez se valendo de mercen\u00e1rios a servi\u00e7o das pot\u00eancias ocidentais, da Turquia, da Ar\u00e1bia Saudita e seus sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>Esta ofensiva tem como objetivos a captura das fontes de energia da regi\u00e3o e a ocupa\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas em rela\u00e7\u00e3o ao Ir\u00e3, \u00e0 R\u00fassia e \u00e0 China. A escalada da agress\u00e3o sionista \u00e0 Palestina \u00e9 parte desta guerra de posi\u00e7\u00f5es imperialista, numa regi\u00e3o em que Israel \u00e9 a cabe\u00e7a de ponte do imperialismo norte-americano.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, o Paraguai est\u00e1 se transformando numa plataforma estrat\u00e9gica da a\u00e7\u00e3o imperialista no Cone Sul. Na Venezuela, segue a ofensiva da direita. \u00c9 preciso refor\u00e7ar nossa firme solidariedade ao governo e \u00e0s for\u00e7as pol\u00edticas que ap\u00f3iam o processo, em especial ao Partido Comunista de Venezuela e ao proletariado venezuelano.<\/p>\n<p>Segue o bloqueio a Cuba Socialista, apesar de recha\u00e7ado esmagadoramente, mais uma vez, pela Assembl\u00e9ia Geral da ONU. O \u00eaxito da Mesa de Di\u00e1logos de Havana n\u00e3o \u00e9 apenas um problema dos colombianos, mas de todos os povos da Am\u00e9rica Latina. Os interesses do povo colombiano e da insurg\u00eancia, que se fundem na mesa de di\u00e1logo, s\u00e3o de uma solu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica com justi\u00e7a social e econ\u00f4mica, consolidada atrav\u00e9s de uma Assembl\u00e9ia Constituinte soberana.<\/p>\n<p>A vergonhosa ocupa\u00e7\u00e3o do Haiti acaba de completar 10 anos. Governos latino-americanos, sob o comando do Brasil, se submeteram \u00e0 determina\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos e do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU para ocupar militarmente o Haiti e respaldar o golpe executado pelo imperialismo em 2004.<\/p>\n<p>Estudando o capitalismo brasileiro, o PCB chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que a economia do pa\u00eds \u00e9 plenamente desenvolvida, com uma industrializa\u00e7\u00e3o integrada e institui\u00e7\u00f5es burguesas em pleno funcionamento. Com esta an\u00e1lise, chegamos \u00e0 compreens\u00e3o l\u00f3gica de que a contradi\u00e7\u00e3o fundamental da sociedade brasileira se d\u00e1 entre o capital e o trabalho, o que nos leva a concluir que o car\u00e1ter da revolu\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 socialista. Isto n\u00e3o significa que em nosso pa\u00eds o socialismo est\u00e1 \u00e0 vista, pois se as condi\u00e7\u00f5es objetivas est\u00e3o dadas faltam ainda condi\u00e7\u00f5es subjetivas, hoje profundamente dificultadas, entre outros fatores em fun\u00e7\u00e3o da hegemonia reformista e oportunista no campo que se define genericamente como \u201desquerda\u201d.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o do PCB, n\u00e3o h\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es significativas entre a burguesia brasileira e o imperialismo. Este, no caso do Brasil, n\u00e3o \u00e9 um inimigo externo a ser combatido pela na\u00e7\u00e3o, numa frente de concilia\u00e7\u00e3o de classe entre o proletariado e a burguesia \u201cnacional\u201d. Pelo contr\u00e1rio, o Brasil \u00e9 parte do sistema imperialista mundial, apesar de suas contradi\u00e7\u00f5es e de ser ainda um ator coadjuvante em ascens\u00e3o.<\/p>\n<p>O desenvolvimento dos monop\u00f3lios e oligop\u00f3lios, das fus\u00f5es, da concentra\u00e7\u00e3o e centraliza\u00e7\u00e3o dos principais meios de produ\u00e7\u00e3o nas m\u00e3os de grandes corpora\u00e7\u00f5es monopolistas, nos setores industrial, banc\u00e1rio e comercial, torna imposs\u00edvel separar o capital de origem brasileira ou estrangeira, assim como o chamado capital produtivo do especulativo, j\u00e1 que, nesta fase, o capital financeiro funde seus investimentos tanto na produ\u00e7\u00e3o direta como no chamado capital portador de juros e flui de um campo para outro de acordo com as necessidades e interesses da acumula\u00e7\u00e3o privada, sendo avesso a qualquer tipo de planejamento e controle. Por isso, a luta anticapitalista no Brasil \u00e9 hoje, necessariamente, uma luta anti-imperialista.<\/p>\n<p>Do ponto de vista pol\u00edtico, \u00e9 preciso acabar com a ilus\u00e3o de que o governo brasileiro \u00e9 progressista e antiimperialista. O Partido dos Trabalhadores (PT) \u00e9 hoje um partido da ordem capitalista. Ao longo de seus \u00faltimos 12 anos de governo, cooptou e desmobilizou os trabalhadores, despolitizou a sociedade, gerando um apassivamento pol\u00edtico que tem sido profundamente prejudicial ao desenvolvimento da luta de classes. Esse quadro ainda se torna mais dif\u00edcil pois o PT deixou intacta a hegemonia da m\u00eddia burguesa, que funciona como um forte poder pol\u00edtico dirigido pelos setores mais reacion\u00e1rios do capital.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica econ\u00f4mica e a pol\u00edtica externa do Estado brasileiro est\u00e3o a servi\u00e7o do projeto de fazer do Brasil uma grande pot\u00eancia capitalista mundial, nos marcos do imperialismo.<\/p>\n<p>Hoje, o governo brasileiro \u00e9 o organizador da transfer\u00eancia da maior parte da renda e da riqueza produzida pelo pa\u00eds para a burguesia. Grande parte do or\u00e7amento se destina a pagar os juros e a amortiza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida (externa e interna), para satisfa\u00e7\u00e3o dos banqueiros internacionais e nacionais, assim como para os rentistas brasileiros (que n\u00e3o chegam a 1% da popula\u00e7\u00e3o). O consumo \u00e9 aquecido pelo cr\u00e9dito farto e caro e n\u00e3o por aumentos salariais. O resultado \u00e9 que as fam\u00edlias brasileiras est\u00e3o cada vez mais endividadas.<\/p>\n<p>As alian\u00e7as com o centro e a centro-direita para garantir a governabilidade institucional fizeram com que esse governo, em doze anos, governasse para o capital e proporcionasse \u00e0 popula\u00e7\u00e3o mais pobre apenas pol\u00edticas compensat\u00f3rias, que n\u00e3o representam sequer 10% do pagamento dos juros da d\u00edvida. Ao contr\u00e1rio, promoveram contrarreformas. N\u00e3o se pode chamar o governo brasileiro sequer de reformista: trata-se de um governo social-liberal que gerencia o capitalismo adotando medidas paliativas para aliviar a pobreza extrema.<\/p>\n<p>Os resultados s\u00e3o a retomada das privatiza\u00e7\u00f5es em grande escala, sob a forma de concess\u00f5es ao setor privado, a entrega das reservas de petr\u00f3leo, como o Campo de Libra, a op\u00e7\u00e3o pelos grandes monop\u00f3lios, a desonera\u00e7\u00e3o de impostos para o capital, a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho (com mais e piores empregos), a pol\u00edtica de super\u00e1vit prim\u00e1rio, com o sucateamento do servi\u00e7o p\u00fablico, a banaliza\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o, a falta de perspectiva para a juventude, o descr\u00e9dito na pol\u00edtica e nos partidos pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Exatamente no auge da crise do capitalismo, em que as agress\u00f5es do sistema aos direitos trabalhistas, sociais e pol\u00edticos dos povos abrem possibilidades de mobiliza\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, seguimos carentes de um vigoroso movimento comunista internacional de orienta\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>As estrat\u00e9gias reformistas implicam em alian\u00e7as com a burguesia, em privilegiar a luta no campo institucional. Transmitem aos trabalhadores a ilus\u00e3o de que \u00e9 poss\u00edvel humanizar o capitalismo e caminhar at\u00e9 o socialismo pela democracia burguesa, em etapas, por meio de avan\u00e7os seguros e graduais e atrav\u00e9s de formas de luta exclusivamente pac\u00edficas.<\/p>\n<p>Os partidos reformistas que participam de governos socialdemocratas ou social-liberais n\u00e3o contribuem para conquistas dos trabalhadores e muito menos na constru\u00e7\u00e3o do socialismo. Pelo contr\u00e1rio, participam da gest\u00e3o do sistema e desmobilizam os trabalhadores, iludindo-os de que suas conquistas dependem do desenvolvimento do capitalismo.<\/p>\n<p>O oportunismo reflete-se na crise pol\u00edtica, ideol\u00f3gica e organizativa do movimento comunista internacional, que n\u00e3o pode ser reconstru\u00eddo apenas na diplomacia, na busca de consensos, em declara\u00e7\u00f5es vazias, sem conte\u00fado de classe. N\u00e3o podemos deixar de lado o debate das diverg\u00eancias, para manter uma unidade artificial. A unidade de que necessitamos tem que ser baseada nos princ\u00edpios do marxismo-leninismo, do internacionalismo prolet\u00e1rio.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, necessitamos uma articula\u00e7\u00e3o de partidos e for\u00e7as revolucion\u00e1rias, anticapitalistas e antiimperialistas, para fazer frente \u00e0 hegemonia do Foro de S\u00e3o Paulo, que a cada ano aprofunda seu processo de institucionaliza\u00e7\u00e3o como instrumento para a governabilidade institucional dos chamados governos progressistas e a integra\u00e7\u00e3o capitalista da Am\u00e9rica Latina, sob a hegemonia brasileira.<\/p>\n<p>Percebe-se uma articula\u00e7\u00e3o do Foro de S\u00e3o Paulo e da vers\u00e3o europ\u00e9ia do reformismo (o Partido da Esquerda Europeia), com o objetivo de constitu\u00edrem uma alternativa internacional socialdemocrata, inclusive com partidos denominados comunistas, em contraposi\u00e7\u00e3o ao movimento comunista internacional.<\/p>\n<p>O PCB continuar\u00e1 atuando no sentido de fortalecer o bloco de partidos comunistas alinhados com a luta anticapitalista e antiimperialista, buscando contribuir para o desenvolvimento de uma luta sem tr\u00e9guas contra o reformismo, que ainda impera em v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es que se reivindicam de esquerda ou comunistas, e construir um poderoso p\u00f3lo comunista internacional que fortale\u00e7a ideologicamente as posi\u00e7\u00f5es marxistas-leninistas e seja capaz de conduzir, em cada pa\u00eds, o movimento dos trabalhadores por sua completa emancipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em><strong>Viva o marxismo-leninismo!<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>Viva o internacionalismo prolet\u00e1rio!<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Quayaquil, 14 de novembro de 2014<\/p>\n<p>PCB (Partido Comunista Brasileiro)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO PCB se faz presente no 16\u00ba Encontro Mundial dos Partidos Comunistas, de 13 a 16 de novembro de 2014, na cidade de Quayaquil (Equador), com uma delega\u00e7\u00e3o composta pelos camaradas Ivan Pinheiro (Secret\u00e1rio Geral) e Edmilson Costa (Secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais), que apresentou ao Plen\u00e1rio o documento preparado pelo Comit\u00ea Central do Partido, que publicamos abaixo:\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7053\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[242,36],"tags":[],"class_list":["post-7053","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eipco","category-c41-unidade-comunista"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1PL","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7053","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7053"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7053\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7053"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7053"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7053"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}