{"id":7088,"date":"2014-11-20T17:52:10","date_gmt":"2014-11-20T17:52:10","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=7088"},"modified":"2014-12-01T18:38:18","modified_gmt":"2014-12-01T18:38:18","slug":"as-farc-ep-mantem-iniciativa-em-processo-para-a-paz-na-colombia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7088","title":{"rendered":"AS FARC-EP MANT\u00caM INICIATIVA EM PROCESSO PARA A PAZ NA COL\u00d4MBIA"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Cinquenta anos de luta e sacrif\u00edcio n\u00e3o ser\u00e3o atirados \u00e0 lixeira de uma falsa democracia, que encobre um longo regime de terror e injusti\u00e7as.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>No centro das propostas das FARC-EP e das for\u00e7as democr\u00e1ticas e transformadoras desse pa\u00eds irm\u00e3o, est\u00e1 o projeto de uma nova Col\u00f4mbia e de uma paz com democracia, soberania e justi\u00e7a social.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>I<\/strong>nformo ao pa\u00eds, ao povo dominicano e a nossos camaradas e amigos\/as, que regressei recentemente de Cuba, ap\u00f3s conversar durante uma semana, na cidade de Havana, com os\/as integrantes da <strong>Delega\u00e7\u00e3o de Paz das FARC-EP<\/strong> para tratar sobre os di\u00e1logos realizados entre as partes colombianas, a situa\u00e7\u00e3o de nossos pa\u00edses, o processo latino-caribenho e a situa\u00e7\u00e3o mundial, em minha condi\u00e7\u00e3o de Coordenador da Presid\u00eancia Coletiva do MOVIMENTO CONTINENTAL BOLIVARIANO (MCB) e de dirigente do MOVIMENTO CAMA\u00d1ISTA (MC) e da ESQUERDA REVOLUCION\u00c1RIA (IR, sigla em espanhol) da Rep\u00fablica Dominicana.<\/p>\n<p>\u00c9 minha terceira visita a Cuba com essa finalidade e \u00e9 a terceira vez que se realizam tais negocia\u00e7\u00f5es. A iniciativa \u00e9 apoiada por longos anos de amizade e consequente solidariedade pol\u00edtica e humana. Da parte colombiana, participaram os comandantes Iv\u00e1n M\u00e1rquez, Jes\u00fas Santrich e Carlos Antonio.<\/p>\n<p>A perspectiva de paz na Col\u00f4mbia e a sa\u00edda pol\u00edtica ao conflito social armado \u00e9 um tema de expectativa continental e mundial. Por isso, parece oportuno apresentar aqui minhas impress\u00f5es a respeito, depois de municiar-me de novas informa\u00e7\u00f5es e novas an\u00e1lises sobre esse complexo e transcendente processo:<\/p>\n<p>Desejo de paz<\/p>\n<p><strong>1.- <\/strong>O desejo de paz das FARC-EP foi reafirmada no curso destas conversa\u00e7\u00f5es. Sua voca\u00e7\u00e3o nessa dire\u00e7\u00e3o \u00e9 firme, persistente e cresceu, em grande medida, como resultado de seu fortalecimento no terreno pol\u00edtico, cultural e militar; fortalecimento empregado como fator transformador no contexto da agenda da MESA DE DI\u00c1LOGO da Havana, convertida em agenda nacional atrav\u00e9s de inumer\u00e1veis f\u00f3runs, lutas e debates realizados em territ\u00f3rio colombiano com a participa\u00e7\u00e3o de uma grande diversidade de atores sociais, pol\u00edticos e culturais.<\/p>\n<p>Nessa mesma dire\u00e7\u00e3o aponta o EX\u00c9RCITO DE LIBERTA\u00c7\u00c3O NACIONAL (ELN).<\/p>\n<p>Em consequ\u00eancia, estou convencido que n\u00e3o ser\u00e1 por culpa das for\u00e7as insurgentes que, eventualmente, possa ser obstaculizado o caminho para a paz proposto nesta ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em vez disso, estas for\u00e7as e as extraordin\u00e1rias manifesta\u00e7\u00f5es civis a cargo dos movimentos pol\u00edticos e sociais pr\u00f3-paz, liberdades e direitos sociais, cada vez mais enfraquecem a resist\u00eancia da extrema direita belicista, pr\u00f3-intervencionsta-pentagonista, que encarna o uribismo (partid\u00e1rios do ex-presidente Uribe V\u00e9lez). Estas for\u00e7as de mudan\u00e7a mant\u00e9m sob press\u00e3o as ambiguidades, as curvas e as manobras complicadas do Presidente Santos.<\/p>\n<p>TODAS AS AMEA\u00c7AS CONTRA ESTES DI\u00c1LOGOS PROCEDEM DESSAS DUAS DIREITAS, UMA TROGLODITA E OUTRA SINUOSA E DOCILIZADA A OUTRA. AMBAS COMPETEM E SE RETROALIMENTAM ENTRE SI: UMA ATUANDO COM O PROP\u00d3SITO DE DINAMITAR OS DI\u00c1LOGOS POR FORA E FRUSTRAR A PAZ EM MARCHA. J\u00c1 A OUTRA, COM O INTERESSE DE CONVERT\u00ca-LOS EM ROTA DE CESS\u00c3O DA INSURG\u00caNCIA, O QUE CONFIGURA UMA MUDAN\u00c7A PERIGOSA E PREC\u00c1RIA PARA A LEGALIDADE ELEITORAL OU, EM OUTRAS PALAVRAS, EM UM CEN\u00c1RIO DE FR\u00c1GEIS E MIDIATIZADOS ACORDOS.<\/p>\n<p>De minha parte, n\u00e3o possuo d\u00favidas: as FARC-EP atuam com grande integridade e capacidade propositiva, demonstrando ante o mundo que n\u00e3o se rendem e nem se dobram, sabendo perfeitamente diferenciar os tempos de suas metas de longo alcance e os tempos de seus objetivos imediatos; sem contrap\u00f4-los, prontas para mudar o pa\u00eds no que for poss\u00edvel, sem desmobilizar-se e sem ren\u00fancias politicamente custosas.<\/p>\n<p>Acordos e discuss\u00f5es congeladas<\/p>\n<p><strong>2.- <\/strong>Os acordos obtidos nos tr\u00eas primeiros pontos da agenda (<strong>Terra-reforma agr\u00e1ria\/ Participa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica\/ e a Quest\u00e3o das Drogas<\/strong>) s\u00e3o muito valiosos para o presente e o futuro da Col\u00f4mbia \u2013 e assim o apreciam os dirigentes das FARC. No entanto, as dez discuss\u00f5es pendentes (pontos congelados por desacordos) em cada um dos dois primeiros temas e das tr\u00eas ressalvas anotadas no terceiro, por sua transcend\u00eancia, n\u00e3o poder\u00e3o ser evitados no acordo final, tendo sido frisados, pendentes, todavia, de solu\u00e7\u00f5es consensuais no marco de um processo de solu\u00e7\u00e3o. Assim, se conveio que <strong>\u201cnada podia ser dado por aprovado at\u00e9 que tudo fosse definitivamente acordado\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>As quest\u00f5es pendentes se referem ao destino de uma alta porcentagem de propriedades camponesas sem titulo, \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o de terras aptas ao cultivo de alimentos em prados, ao impacto negativo do latif\u00fandio privado; aos biocultivos para a exporta\u00e7\u00e3o, \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o dos transg\u00eanicos, \u00e0 descampesiniza\u00e7\u00e3o e seus graves efeitos sobre a seguran\u00e7a alimentar e a soberania; \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre uso dos solos, explora\u00e7\u00e3o do subsolo e o destino do sobressolo, \u00e0 possess\u00e3o e ao uso do territ\u00f3rio em seu conjunto, \u00e0s pol\u00edticas sobre a minera\u00e7\u00e3o extrativista depredadora, ao reordenamento territorial em fun\u00e7\u00e3o da voraz expans\u00e3o do capital transnacional e \u00e0 reconfigura\u00e7\u00e3o espacial do capitalismo, que agridem gravemente o meio ambiente, as fontes de \u00e1gua e o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Referem-se \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o oficial \u00e0 Constituinte participativa, popular e soberana, \u00e0s reformas pol\u00edticas de profundidade, \u00e0s mudan\u00e7as substanciais a favor dos direitos individuais e coletivos, e \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas em institui\u00e7\u00f5es civis e militares.<\/p>\n<p>As FARC-EP prop\u00f5em que se na MESA n\u00e3o chegarem ao acordo sobre essas quest\u00f5es, se proceda de forma a resolv\u00ea-las na ASSEMBLEIA CONTITUINTE previamente acordada, na qual se referendariam todos os acordos.<\/p>\n<p>Temas atualmente em discuss\u00e3o na mesa e para al\u00e9m<\/p>\n<p><strong>3.-<\/strong> Atualmente, est\u00e1 sendo discutido o tema quatro, que versa sobre as V\u00cdTIMAS DO CONFLITO e SOBRE A HIST\u00d3RIA DA VIOL\u00caNCIA. A seguir, ser\u00e1 discutido o tema cinco, sobre o FIM DO CONFLITO, que inclui o \u201cabandono de armas\u201d.<\/p>\n<p>A) <strong>Sobre o tema das v\u00edtimas, todavia, n\u00e3o existem conclus\u00f5es nem est\u00e1 clara a poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>As inten\u00e7\u00f5es do governo em convert\u00ea-lo em um espa\u00e7o para a criminaliza\u00e7\u00e3o de l\u00edderes das FARC e do ELN, para a preserva\u00e7\u00e3o da impunidade do Estado, da classe dominante e da interven\u00e7\u00e3o dos EUA, e para a imposi\u00e7\u00e3o de uma chamada \u201cjusti\u00e7a transicional\u201d, obstruem e retardam o necess\u00e1rio esclarecimento das causas estruturais e das responsabilidades reais pela viol\u00eancia sist\u00eamica, que s\u00e3o abordadas at\u00e9 nos encontros com as v\u00edtimas do conflito, selecionadas de uma maneira um tanto truncada.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o do recente encontro com as v\u00edtimas, os testemunhos \u2013 inclusive os das supostas v\u00edtimas da insurg\u00eancia \u2013 incriminam fundamentalmente o ex\u00e9rcito regular, os paramilitares e os governos de turno por massacres, repress\u00f5es, torturas e repress\u00f5es grotescas, sem que apare\u00e7am testemunhos consistentes contra a a\u00e7\u00e3o militar das FARC.<\/p>\n<p>Aprecio o fato da insurg\u00eancia, que aceita examinar qualquer descontrole ou excesso n\u00e3o volunt\u00e1rio cometido no curso da guerra irregular, que tenha afetado injustamente a popula\u00e7\u00e3o civil ou pessoas a margem do conflito, repudiar categoricamente o p\u00e9rfido prop\u00f3sito oficial de ocultar a verdade hist\u00f3rica. \u00c9 absurdo culpar pela viol\u00eancia desatada a insurg\u00eancia, que enfrenta heroicamente o Estado Terrorista e sua guerra suja h\u00e1 50 anos. Isso me ficou claro.<\/p>\n<p>B) <strong>O governo de Juan Manuel Santos entende como FIM DO CONFLITO a desmobiliza\u00e7\u00e3o imediata e a pr\u00e9via entrega unilateral de armas por parte das FARC-EP.<\/strong><\/p>\n<p>A \u201centrega de armas\u201d para o regime colombiano e suas for\u00e7as regulares equivale ao simples desarmamento da parte contr\u00e1ria (FARC-EP). A passagem de seus efetivos \u00e0 vida civil-legal permanece sem garantias, ficando eles como est\u00e3o e atuando como est\u00e3o fazendo.<\/p>\n<p><strong>Para as FARC-EP, o fim do conflito \u00e9 um processo que deve ser iniciado com o cessar fogo bilateral e a assinatura de um armist\u00edcio<\/strong>.<\/p>\n<p>Em concreto, n\u00e3o se trata de desmobiliza\u00e7\u00e3o nem desarmamento das partes, mas de cessa\u00e7\u00e3o do uso sob o compromisso comum de n\u00e3o dar conota\u00e7\u00e3o pol\u00edtico \u00e0s armas, de n\u00e3o empreg\u00e1-las contra os direitos do povo nem nas confronta\u00e7\u00f5es entre as partes.<\/p>\n<p><strong>Trata-se de um processo progressivo de desmilitariza\u00e7\u00e3o do Estado e da sociedade, da abertura de um espa\u00e7o de lutas pol\u00edticas e sociais sem confronta\u00e7\u00e3o armada, com compromissos firmes e garantias verific\u00e1veis de ambas as partes, controles id\u00f4neos, mudan\u00e7as institucionais, reformas pol\u00edticas e sociais substanciais<\/strong>.<\/p>\n<p>A \u201centrega das armas\u201d na atualidade est\u00e1 relacionada ao seu uso, n\u00e3o a sua poss, e e compete a todas as partes: ao Estado repressivo e terrorista, a suas for\u00e7as paramilitares e \u00e0s for\u00e7as insurgentes armadas.<\/p>\n<p>Esse tema n\u00e3o foi amadurecido.<\/p>\n<p>Relacionado com esta crucial controv\u00e9rsia, recentemente o governo de Santos enviou a Havana o denominado <strong>Comando Estrat\u00e9gico da Transi\u00e7\u00e3o<\/strong> (integrado por 9 chefes militares). Enquanto isso, as FARC-EP enviaram o <strong>COMANDO GUERRILHEIRO DE NORMALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong>, composto por um grupo de comandantes encarregados de verificar como as for\u00e7as regulares pretendem restituir seu papel constitucional de defesa de fronteiras e desistir da repress\u00e3o e do terrorismo de Estado.<\/p>\n<p>Enganos e mentiras do Governo colombiano<\/p>\n<p><strong>4.- <\/strong>No entanto, o Governo e suas for\u00e7as militares resistem ao cessar fogo, persistem secretamente em prolongar e alimentar o paramilitarismo e, inclusive, colocam em pr\u00e1tica pol\u00edticas, medidas, leis e decretos que contradizem os pr\u00f3prios acordos parciais obtidos na MESA de Havana; o que semeia incerteza e promove a desconfian\u00e7a.<\/p>\n<p>Governo e classe dominante, subordinados a pol\u00edticas imperiais, se agarram ao neoliberalismo, ao TLC com os EUA e a suas funestas consequ\u00eancias em campos e cidades. Persistem em uma estrat\u00e9gia de submiss\u00e3o, que obstrui acordos fundamentais e permanecem falando de mudan\u00e7as sem realmente mudar nada ou quase nada.<\/p>\n<p><strong>5.-<\/strong> Tudo isto indica que n\u00e3o \u00e9 verdade que se esteja transitando na <strong>\u201creta final\u201d<\/strong> dos di\u00e1logos, que a paz est\u00e1 dobrando a esquina. Faltam muitos temas delicados e complicados por acordar e por dar sa\u00eddas adequadas e seriamente consensuais. A paz que se festeja sempre termina na continuidade das causas da guerra e da pr\u00f3pria guerra.<\/p>\n<p>As FARC entendem que podem existir acordos, por\u00e9m jamais que lutaram tanto para negociar que nada ou muito pouco mude. Al\u00e9m disso, consideram que acordos n\u00e3o s\u00e3o iguais a promessas, mas fatos.<\/p>\n<p>Na verdade, o governo e o bloco dominante calcularam muito mal sobre a real situa\u00e7\u00e3o desta poderosa organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-militar. A mesma \u00e9 um ex\u00e9rcito popular capaz de converter reveses em vit\u00f3ria. \u00c9 uma organiza\u00e7\u00e3o miliciana, um partido comunista-bolivariano clandestino nos campos e cidades de todo o pa\u00eds. \u00c9 fonte de inspira\u00e7\u00e3o de um movimento bolivariano de maior amplitude e parte de uma formid\u00e1vel conflu\u00eancia de for\u00e7as pol\u00edticas, sociais e culturais, que mobilizam milh\u00f5es de seres humanos pela paz, pela justi\u00e7a, pela democracia verdadeira e pela soberania popular e nacional.<\/p>\n<p>As FARC-EP s\u00e3o parte substancial da democracia das ruas, da democracia dos caminhos e campos que se desdobrando por toda Col\u00f4mbia, em resposta \u00e0 falta de democracia institucionalizada. E algo assim jamais pode ser pensado como uma for\u00e7a em vias de ser derrotada ou suscet\u00edvel \u00e0 rendi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa for\u00e7a singular segue \u00e0 ofensiva na Mesa, no territ\u00f3rio e nos campos de batalha.<\/p>\n<p>Com ela, ou se negocia de forma s\u00e9ria e com inten\u00e7\u00e3o de mudar significativamente o que existe, ou se continua guerreando.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 minha avalia\u00e7\u00e3o, refor\u00e7ada nestas conversas e enriquecida ao observar, apreciar e compreender melhor a extraordin\u00e1ria torrente alternativa, frente ou plataforma comum (Movimento Marcha Patri\u00f3tica, Congresso dos Povos, Polo Democr\u00e1tico, Comunidades Ind\u00edgenas, Movimento Campesino, Juventude, Mulheres, Ambientalistas, Insurg\u00eancia\u2026) que est\u00e1 se formando em torno da demanda de uma nova ASSEMBLEIA CONSTITUINTE, amplamente inclusiva e participativa. Assembleia essa a que resistem teimosamente os ide\u00f3logos e gestores do Estado assassino e antidemocr\u00e1tico vigente nesse pa\u00eds, o qual, para infelicidade regional, se expande sob a tutela dos EUA e, sob o subimperialismo, avan\u00e7a sobre as zonas pr\u00f3ximas, inclusive em nossa Rep\u00fablica Dominicana.<\/p>\n<p><strong>6.-<\/strong> Penso, tamb\u00e9m, que avan\u00e7ando para a paz, ser\u00e1 obrigado a trazer \u00e0 tona com mais for\u00e7a o tema do cessar da interven\u00e7\u00e3o estadunidense, do desmantelamento das bases militares, do fim das assessorias estrangeiras e israelenses, da inger\u00eancia do Pent\u00e1gono, da CIA, do MOSSAD, da USAID e da DEA. Fontes de guerra e de depend\u00eancias vergonhosas. Fatores de nega\u00e7\u00e3o da paz e soberania a serem vencidas sem contempla\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Penso que na Col\u00f4mbia h\u00e1 um processo revolucion\u00e1rio ascendente chamado a impactar positivamente e a reativar a estancada onda de mudan\u00e7as em Nossa Am\u00e9rica.<\/p>\n<p><strong>Narciso Isa Conde<\/strong><\/p>\n<p><strong>11-11-2014, Santo Domingo, RD.<\/strong><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7088\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-7088","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1Qk","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7088","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7088"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7088\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7088"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7088"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7088"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}