{"id":7152,"date":"2014-11-29T00:00:55","date_gmt":"2014-11-29T00:00:55","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=7152"},"modified":"2014-12-01T18:38:01","modified_gmt":"2014-12-01T18:38:01","slug":"guerra-total-na-ucrania-qofensiva-finalq-da-nato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7152","title":{"rendered":"Guerra total na Ucr\u00e2nia: &#8220;Ofensiva final&#8221; da NATO"},"content":{"rendered":"<p><!--more-->H\u00e1 sinais claros de que uma grande guerra est\u00e1 prestes a estalar na Ucr\u00e2nia. Uma guerra promovida activamente pelos regimes NATO e apoiada pelos seus aliados e clientes na \u00c1sia (Jap\u00e3o) e no M\u00e9dio Oriente (Ar\u00e1bia Saudita). A guerra na Ucr\u00e2nia basicamente ser\u00e1 executada no sentido de uma ofensiva militar em plena escala contra a regi\u00e3o Sudeste do Donbass, tomando como alvo os russos \u00e9tnicos da Ucr\u00e2nia nas Rep\u00fablicas de Donetsk e Lugansk, com a inten\u00e7\u00e3o de depor os governos eleitos democraticamente, desarmar as mil\u00edcias populares, matar os partisans da guerrilha de resist\u00eancia e sua base de massa, desmantelar as organiza\u00e7\u00f5es representativas populares e ocupar-se com a limpeza \u00e9tnica de milh\u00f5es de cidad\u00e3os bilingues ucranianos-russos. O ataque militar da NATO que est\u00e1 para vir na regi\u00e3o do Donbass \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o e extens\u00e3o do seu violento putsch original em Kiev, o qual derrubou um governo ucraniano eleito em Fevereiro de 2014.<\/p>\n<p>A junta de Kiev e seus governantes-clientes rec\u00e9m eleitos, bem como os seus patrocinadores da NATO, t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de efectuar um grande expurgo a fim de consolidar o dom\u00ednio ditatorial do fantoche Poroshenko. As recentes elei\u00e7\u00f5es patrocinadas pela NATO exclu\u00edram v\u00e1rios grandes partidos pol\u00edticos que tradicionalmente eram apoiados pelas grandes minorias \u00e9tnicas do pa\u00eds, al\u00e9m de terem sido boicotadas na regi\u00e3o do Donbass. Esta impostura eleitoral em Kiev marcou o tom para o movimento seguinte da NATO destinado a converter a Ucr\u00e2nia numa gigantesca base militar multi-prop\u00f3sito dos EUA, abastecer Berlim com cereais e mat\u00e9rias-primas e ao mesmo tempo servir como um mercado cativo para bens manufacturados alem\u00e3es.<\/p>\n<p>Uma intensifica\u00e7\u00e3o da febre da guerra est\u00e1 a varrer o ocidente; as consequ\u00eancias desta loucura parecem mais graves a cada hora que passa.<\/p>\n<p><strong>Sinais de guerra: A campanha de propaganda e san\u00e7\u00f5es, a cimeira do G20 e a acumula\u00e7\u00e3o de equipamento militar <\/strong><\/p>\n<p>Os tambores da guerra oficiais a rufarem em prol de uma expans\u00e3o do conflito na Ucr\u00e2nia, encabe\u00e7ados pela junta de Kiev e suas mil\u00edcias fascistas, reflectem-se em todos os mass media ocidentais, todos os dias. Importantes meios de propaganda de massa e &#8220;porta-vozes&#8221; p\u00fablicos governamentais publicam ou anunciam novos relatos inventados do crescimento de amea\u00e7as militares russas aos seus vizinhos e invas\u00f5es transfronteiri\u00e7as da Ucr\u00e2nia. Novas incurs\u00f5es russas s\u00e3o &#8220;informadas&#8221; desde as fronteiras n\u00f3rdicas e dos estados b\u00e1lticos at\u00e9 o C\u00e1ucaso. O regime sueco atingiu um novo n\u00edvel de histeria quanto um misterioso submarino &#8220;russo&#8221; ao largo da costa de Estocolmo, o qual nunca foi identificado ou localizado \u2013 e muito menos confirmado o &#8220;avistamento&#8221;. A Est\u00f3nia e a Let\u00f3nia afirmam que avi\u00f5es de guerra russos violaram seu espa\u00e7o a\u00e9reo, sem confirma\u00e7\u00e3o. A Pol\u00f3nia expulsa &#8220;espi\u00f5es&#8221; russos sem prova ou testemunhos. Exerc\u00edcios militares conjuntos em plena escala de estados clientes da NATO est\u00e3o a ter lugar ao longo das fronteiras da R\u00fassia nos Estados B\u00e1lticos, na Pol\u00f3nia, na Rom\u00e9nia e na Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>A NATO est\u00e1 a enviar vastos carregamentos de armas para a junta de Kiev, juntamente com conselheiros de &#8220;For\u00e7as Especiais&#8221; e peritos em contra-insurg\u00eancia em antecipa\u00e7\u00e3o a um ataque em plena escala contra os rebeldes no Donbass.<\/p>\n<p>O regime de Kiev nunca cumpriu o cessar-fogo de Minsk. Segundo o gabinete de Direitos Humanos da ONU, uma m\u00e9dia de 13 pessoas \u2013 principalmente civis \u2013 tem sido morta a cada dia desde o cessar-fogo de Setembro. Em oito semanas, a ONU informa que 957 pessoas foram mortas \u2013 esmagadoramente por parte das for\u00e7as armadas de Kiev.<\/p>\n<p>O regime de Kiev, por sua vez, cortou todos os servi\u00e7os sociais e p\u00fablicos b\u00e1sicos para as Rep\u00fablicas Populares, incluindo electricidade, combust\u00edvel, sal\u00e1rios de servi\u00e7os civis, pens\u00f5es, abastecimentos m\u00e9dicos, sal\u00e1rios de professores e trabalhadores m\u00e9dicos, sal\u00e1rios de trabalhadores municipais; a banca e os transportes foram bloqueados.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia \u00e9 estrangular a economia, destruir a infraestrutura, for\u00e7ar um ainda maior \u00eaxodo de refugiados desamparados das cidades densamente povoadas atrav\u00e9s da fronteira para dentro da R\u00fassia e ent\u00e3o lan\u00e7ar assaltos maci\u00e7os pelo ar, com m\u00edsseis, com artilharia e no terreno a centros urbanos bem como a bases rebeldes.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagemp\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/resistir.info\/petras\/imagens\/marcha_nazi_lviv.jpg?w=747\" alt=\"Marcha nazi em Lviv.\" border=\"0\" \/>A junta de Kiev lan\u00e7ou uma mobiliza\u00e7\u00e3o militar total nas regi\u00f5es ocidentais, acompanhada por raivosas campanhas de doutrina\u00e7\u00e3o anti-russas e anti-ortodoxos do Leste destinadas a atrair os mais violentos brutamontes da extrema direita chauvinista e incorpor\u00e1-los \u00e0s brigadas militares estilo nazi para actuarem como tropas de choque na linha de fronteira. A utiliza\u00e7\u00e3o c\u00ednica de mil\u00edcias fascistas irregulares &#8220;libertar\u00e1&#8221; a NATO e a Alemanha de qualquer responsabilidade pelo terror e atrocidades inevit\u00e1veis na sua campanha. Este sistema de &#8220;nega\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel&#8221; reflecte as t\u00e1cticas dos nazis alem\u00e3es cujas hordas de fascistas ucranianos e ustachi croatas foram not\u00f3rias na sua \u00e9poca de limpeza \u00e9tnica.<\/p>\n<p><strong>G20 + NATO: Apoio ao blitz de Kiev <\/strong><\/p>\n<p>Para isolar e enfraquecer a resist\u00eancia no Donbass e garantir a vit\u00f3ria do blitz iminente de Kiev, a UE e os EUA est\u00e3o a intensificar sua press\u00e3o econ\u00f3mica, militar e diplom\u00e1tica sobre a R\u00fassia para abandonar as nascentes democracias populares na regi\u00e3o Sudeste da Ucr\u00e2nia, seu principal aliado.<\/p>\n<p>Toda escalada de san\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas contra a R\u00fassia destina-se a enfraquecer a capacidade dos combatentes da resist\u00eancia no Donbass para defenderem seus lares e cidades. Todo despacho russo de abastecimento m\u00e9dico e alimentar essencial para as popula\u00e7\u00f5es sitiadas incita a um novo acesso ainda mais hist\u00e9rico \u2013 porque contraria a estrat\u00e9gia Kiev-NATO de esfaimar os partisans e sua base de massa ou provocar a sua fuga para a seguran\u00e7a atrav\u00e9s da fronteira russa.<\/p>\n<p>Depois de sofrer uma s\u00e9rie de derrotas, o regime de Kiev e seus estrategas da NATO decidiram assinar um &#8220;protocolo de paz&#8221;, o chamado acordo de Minsk, para interromper o avan\u00e7o da resist\u00eancia do Donbass \u00e0 regi\u00f5es do Sul e proteger seus soldados de Kiev e mil\u00edcias encravadas em bols\u00f5es isolados no Leste. O acordo de Minsk destinava-se a permitir \u00e0 junta de Kiev reagrupar seus militares, reorganizar seu comando e incorporar as diferentes mil\u00edcias nazis dentro das suas for\u00e7as militares na prepara\u00e7\u00e3o para uma &#8220;ofensiva final&#8221;. A acumula\u00e7\u00e3o militar de Kiev no plano interno e a escalada de san\u00e7\u00f5es da NATO contra a R\u00fassia no plano externo seriam os dois lados da mesma estrat\u00e9gia: o \u00eaxito de um ataque frontal \u00e0 resist\u00eancia democr\u00e1tica da bacia do Donbass depende de minimizar o apoio militar russo atrav\u00e9s de san\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n<p>A virulenta hostilidade da NATO ao presidente russo, Putin, foi plenamente exibida na reuni\u00e3o do G20 na Austr\u00e1lia: presidentes ligados \u00e0 NATO e primeiros-ministros, especialmente Merkel, Obama, Cameron, Abbott e as amea\u00e7as pol\u00edticas de Harper e insultos pessoais abertos correram em paralelo com o crescente bloqueio de Kiev para esfaimar rebeldes e centros populacionais no Sudeste. Tanto as amea\u00e7as econ\u00f3micas do G20 contra a R\u00fassia como o isolamento diplom\u00e1tico de Putin e o bloqueio econ\u00f3mico de Kiev s\u00e3o prel\u00fadios \u00e0 Solu\u00e7\u00e3o Final da NATO \u2013 o aniquilamento f\u00edsico de todos os vest\u00edgios de resist\u00eancia no Donbass, de democracia popular e de la\u00e7os culturais-econ\u00f3micos com a R\u00fassia.<\/p>\n<p>Kiev depende dos seus mentores da NATO para impor uma nova rodada de san\u00e7\u00f5es severas contra a R\u00fassia, especialmente se a sua planeada invas\u00e3o deparar-se com uma resist\u00eancia bem armada e robusta refor\u00e7ada pelo apoio russo. A NATO est\u00e1 a contar com a restaurada e reabastecida capacidade militar de Kiev para efectivamente destruir os centros da resist\u00eancia no Sudeste.<\/p>\n<p>A NATO decidiu uma <em>&#8220;campanha tudo-ou-nada&#8221;: <\/em>tomar toda a Ucr\u00e2nia ou, se isto fracassar, destruir o Sudeste incontrol\u00e1vel, destruir sua popula\u00e7\u00e3o e capacidade produtiva e empenhar-se numa guerra econ\u00f3mica total (e possivelmente com tiros) com a R\u00fassia. A chanceler Angela Merkel embarcou neste plano apesar das queixas de industriais alem\u00e3es sobre suas enormes perdas de exporta\u00e7\u00f5es para a R\u00fassia. O presidente Hollande, da Fran\u00e7a, descartou as queixas de sindicalistas sobre a perda de milhares de empregos franceses nos estaleiros navais. O primeiro-ministro David Cameron est\u00e1 ansioso por uma guerra econ\u00f3mica contra Moscovo, sugerindo aos banqueiros da City de Londres que encontrem novos canais para lavar os ganhos il\u00edcitos de oligarcas russos.<\/p>\n<p><strong>A resposta russa <\/strong><\/p>\n<p>Os diplomatas russos est\u00e3o desesperados para encontrar um compromisso, o qual permitiria \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de etnia russa no Sudeste da Ucr\u00e2nia reter alguma autonomia sob um plano federativo e recuperar influ\u00eancia dentro da &#8220;nova&#8221; Ucr\u00e2nia p\u00f3s-golpe. Estrategas militares russos t\u00eam proporcionado ajuda log\u00edstica e militar \u00e0 resist\u00eancia a fim de evitar uma repeti\u00e7\u00e3o do massacre de Odessa, no qual russos \u00e9tnicos foram massacrados pelos fascistas ucranianos. Acima de tudo, a R\u00fassia n\u00e3o pode permitir-se ter bases militares NATO-Nazis-Kiev ao longo do seu Sul &#8220;vulner\u00e1vel&#8221;, impondo um bloqueio da Crimeia e for\u00e7ando um \u00eaxodo em massa dos russos \u00e9tnicos do Donbass. Sob Putin, o governo russo tem tentado propor compromissos permitindo a supremacia econ\u00f3mica do ocidente sobre a Ucr\u00e2nia mas sem expans\u00e3o militar da NATO e a absor\u00e7\u00e3o por Kiev.<\/p>\n<p>Essa pol\u00edtica conciliat\u00f3ria fracassou repetidamente.<\/p>\n<p>O &#8220;regime de compromisso&#8221; democraticamente eleito em Kiev foi derrubado em Fevereiro de 2014 num golpe violento, o qual instalou uma junta pr\u00f3 NATO.<\/p>\n<p>Kiev violou o acordo de Minsk com impunidade e o encorajamento das pot\u00eancias da NATO e da Alemanha.<\/p>\n<p>A recente reuni\u00e3o do G20 na Austr\u00e1lia exibiu um coro demag\u00f3gico contra o presidente Putin. A crucial reuni\u00e3o privada de quatro horas entre Putin e Merkel foi um fracasso quando a Alemanha imitou o coro da NATO.<\/p>\n<p>Putin finalmente respondeu ao expandir a prepara\u00e7\u00e3o das tropas russas de ar e terra ao longo das suas fronteiras enquanto acelerava o eixo econ\u00f3mico de Moscovo na \u00c1sia.<\/p>\n<p>O mais importante: o presidente Putin anunciou que a R\u00fassia n\u00e3o pode permanecer passiva e permitir o massacre de todo um povo na regi\u00e3o do Donbas.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que a pr\u00f3xima blitz de Poroshenko contra o povo do Sudeste da Ucr\u00e2nia se destina a provocar uma resposta russa \u2013 \u00e0 crise humanit\u00e1ria? Ser\u00e1 que a R\u00fassia confrontar\u00e1 a ofensiva de Kiev dirigida pela NATO e se arriscar\u00e1 a uma ruptura total com o ocidente?<\/p>\n<p>21\/Novembro\/2014 <strong>O original encontra-se em <a href=\"http:\/\/www.globalresearch.ca\/all-out-war-in-ukraine-natos-final-offensive\/5415354\" target=\"_blank\">www.globalresearch.ca\/all-out-war-in-ukraine-natos-final-offensive\/5415354<\/a> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Este artigo encontra-se em <a href=\"http:\/\/resistir.info\/\" target=\"_blank\">http:\/\/resistir.info\/<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\npor James Petras \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7152\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-7152","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1Rm","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7152","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7152"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7152\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7152"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7152"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7152"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}