{"id":7205,"date":"2014-12-02T23:02:29","date_gmt":"2014-12-02T23:02:29","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=7205"},"modified":"2014-12-02T23:02:29","modified_gmt":"2014-12-02T23:02:29","slug":"eua-canada-e-ucrania-rejeitam-na-onu-mocao-contra-glorificacao-do-nazismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7205","title":{"rendered":"EUA, Canad\u00e1 e Ucr\u00e2nia rejeitam na ONU mo\u00e7\u00e3o contra \u201cglorifica\u00e7\u00e3o\u201d do nazismo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>PASSADO PRESENTE \u2014 Ao todo, 115 de 173 pa\u00edses votaram a favor da mo\u00e7\u00e3o, enquanto 55 delegados \u2013 em sua maioria embaixadores dos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia \u2013 se abstiveram<\/strong><\/p>\n<p><strong>Achille Lollo de Roma (It\u00e1lia)<\/strong><\/p>\n<p>AOS 24 DE AGOSTO de 2001, o l\u00edder dos rabinos brit\u00e2nicos, Jonathan Sacks, anunciava em Londres que n\u00e3o<\/p>\n<p>participaria da Confer\u00eancia contra o Racismo que a ONU pretendia realizar em Durban. Sua justificativa baseava-se em uma s\u00e9rie de afirma\u00e7\u00f5es que, direta ou indiretamente, maculariam o Holocausto \u2013 durante o qual os nazistas da Alemanha, com o apoio dos governos fascistas europeus da \u00e9poca (italiano, croata, h\u00fangaro, romeno, b\u00falgaro e ucraniano), deportaram e assassinaram 6 milh\u00f5es de judeus nos campos de concentra\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de terem sido respons\u00e1veis pela matan\u00e7a de mais de 4 milh\u00f5es de civis nos pa\u00edses ocupados, entre opositores pol\u00edticos, homossexuais, ciganos, portadores de defici\u00eancias e sobretudo comunistas e guerrilheiros.<\/p>\n<p>Nessa onda at\u00e9 o presidente George W. Bush amea\u00e7ou cancelar a participa\u00e7\u00e3o dos EUA em Durban caso continuasse o \u201cerro\u201d de escrever o Holocausto com a h min\u00fascula. Passados 13 anos tudo isso mudou.<\/p>\n<p>Aos 21 de novembro, em Nova Iorque, nas vota\u00e7\u00f5es do Terceiro Comit\u00ea da Assembleia das Na\u00e7\u00f5es Unidas, os representantes dos EUA e do Canad\u00e1 \u2013 que em 1942 lideraram o front para derrotar o nazismo alem\u00e3o e o fascismo italiano \u2013 votaram contra a mo\u00e7\u00e3o n\u00baA\/C.3\/69\/L.56\/Rev.1 \u201c<em>Combating glorification of Nazism, neo nazism and other practices that contribute to fuelling contemporary forms of racism, racial discrimination, xenophobia and related intolerance<\/em>\u201d [Para combater a glorifica\u00e7\u00e3o do nazismo, neonazismo e outras pr\u00e1ticas que contribuem e favorecem formas contempor\u00e2neas de racismo, discrimina\u00e7\u00e3o racial, xenofobia e intoler\u00e2ncia relativa]. Uma mo\u00e7\u00e3o apresentada pelo governo russo que, diferentemente de documentos hom\u00f3logos escritos em 2010 e em 2012, manifestava a preocupa\u00e7\u00e3o com o crescente aumento de grupos extremistas e de micropartidos neonazistas, bem como a complac\u00eancias de muitos partidos europeus com as tem\u00e1ticas racistas<\/p>\n<p>formuladas por publica\u00e7\u00f5es nazistas nos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>A mo\u00e7\u00e3o argumentava que na Conven\u00e7\u00e3o Internacional fosse inclu\u00edda uma medida que favorecesse a elimina\u00e7\u00e3o de todas as formas de discrimina\u00e7\u00e3o racial. Al\u00e9m disso, a mo\u00e7\u00e3o inclu\u00eda a condena\u00e7\u00e3o de todos aqueles que \u201cnegam os crimes de guerra cometidos pelos nazistas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Depend\u00eancia ideol\u00f3gica?<\/strong><\/p>\n<p>Na realidade, a \u201cgrande imprensa\u201d censurou o que se passou na Assembleia das Na\u00e7\u00f5es Unidas. E esse fato, por muitos analistas, foi considerado uma inf\u00e2mia do ponto de vista hist\u00f3rico e pol\u00edtico, j\u00e1 que os representantes dos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia que se abstiveram, em apenas cinco minutos, apagaram os efeitos nefastos da Segunda Guerra Mundial e de todas as viol\u00eancias e os massacres praticados pelos invasores nazistas e seus aliados, os fascistas italianos.<\/p>\n<p>Todos os diretores dos jornais, revistas e dos notici\u00e1rios de TV da Uni\u00e3o Europeia seguiram o exemplo de seus confrades estadunidenses e canadenses empurrando para o \u201climbo midi\u00e1tico\u201d a absten\u00e7\u00e3o de todos os representantes dos pa\u00edses do bloco.<\/p>\n<p>Esse fato alimenta um questionamento de extrema import\u00e2ncia, visto que o posicionamento dos governos da Alemanha, \u00c1ustria, B\u00e9lgica, Fran\u00e7a, Gr\u00e3-Bretanha, Hungria, Finl\u00e2ndia, Irlanda, It\u00e1lia, Luxemburgo, Noruega, Pa\u00edses Baixos e Hungria ao decidirem integrar o grupo abstencionista, na realidade, demonstra qu\u00e3o grande e complexo, hoje, \u00e9 o n\u00edvel de depend\u00eancia ideol\u00f3gica em rela\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Uma depend\u00eancia que, por um lado, aparenta as tradicionais formas de domina\u00e7\u00e3o geoestrat\u00e9gica, econ\u00f4mica e financeira, em que a supremacia imperial dos EUA imp\u00f5e rela\u00e7\u00f5es com a Uni\u00e3o Europeia nos moldes de um novo neocolonialismo. E, por outro, escancara a evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do poder imperial e a necessidade de poder exercer esse poder, sem exce\u00e7\u00f5es e em n\u00edveis globais, de forma que sejam criados, em continua\u00e7\u00e3o, novos \u201csujeitos pol\u00edticos maus\u201d, que devem substituir os antigos com os quais o Imp\u00e9rio e seus aliados constru\u00edram suas ideologias.<\/p>\n<p><strong>Fim de um ciclo hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, a decis\u00e3o dos EUA, do Canad\u00e1 e da Ucr\u00e2nia em votar contra a mo\u00e7\u00e3o do Terceiro Comit\u00ea da Assembleia das Na\u00e7\u00f5es Unidas n\u00e3o pode ser justificada dizendo que isso aconteceu por que a mo\u00e7\u00e3o foi apresentada pelo governo russo de Vladimir Putin. \u00c9 demasiado simpl\u00f3rio afirmar que o voto contr\u00e1rio na ONU se deu em fun\u00e7\u00e3o da guerra diplom\u00e1tica que Obama e Angela Merkel promoveram no \u00faltimo G-20, ao ponto de Putin preferir ir embora para n\u00e3o ficar preso nas tram\u00f3ias da Casa Branca e de seus aliados europeus.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que a Casa Branca e seus aliados europeus aproveitaram essa vota\u00e7\u00e3o na ONU para fechar o ciclo hist\u00f3rico do \u201cnazismo como mal absoluto da hist\u00f3ria\u201d e, assim, introduzir novos par\u00e2metros em que o \u201csujeito pol\u00edtico mau\u201d que amea\u00e7a o Ocidente, isto \u00e9, o fundamentalismo do ISIS e outros califados (Nig\u00e9ria, Mali, L\u00edbia, Som\u00e1lia, Sud\u00e3o) sejam tamb\u00e9m o \u201cMal Absoluto\u201d que amea\u00e7a a civiliza\u00e7\u00e3o do Ocidente.<\/p>\n<p>Tudo isso poderia parecer uma complexa loquacidade astuciosa. Na realidade, trata-se de uma forma sem\u00e2ntica mais sofisticada, com a qual o Imp\u00e9rio pretende come\u00e7ar a orientar os diferentes ascendentes pol\u00edticos e culturais dos povos europeus em dire\u00e7\u00e3o a um \u201cnovo inimigo\u201d que \u00e9 tamb\u00e9m o novo \u201cMal Absoluto do Ocidente\u201d.<\/p>\n<p>Uma opera\u00e7\u00e3o que a \u201cgrande m\u00eddia\u201d j\u00e1 assumiu construindo e elaborando cada vez mais, em termos informativos e visuais a imagem do mostro\/inimigo isl\u00e2mico que quer destruir a civiliza\u00e7\u00e3o do sagrado mercado capitalista. Ali\u00e1s, as execu\u00e7\u00f5es do famigerado degolador brit\u00e2nico do Estado Isl\u00e2mico s\u00e3o um exemplo dessa constante visualiza\u00e7\u00e3o do novo \u201cMal Absoluto\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que tudo isso que est\u00e1 acontecendo no mundo \u00e9 um produto das excel\u00eancias da Casa Branca<\/p>\n<p>que est\u00e3o trabalhando para criar as bases ideol\u00f3gicas de uma nova cultura pol\u00edtica, com a qual pretendem promover, com mais facilidade e objetividade, a aceita\u00e7\u00e3o de um novo tipo de domina\u00e7\u00e3o imperial, cuja manuten\u00e7\u00e3o necessita, tamb\u00e9m, realizar, com uma metodologia militar mais sofisticada, novas guerras regionais. Enfim, conflitos que por resultarem vitoriosos devem ser completamente diferentes dos tradicionais modelos de destrui\u00e7\u00e3o total com armas qu\u00edmicas ou at\u00f4micas do s\u00e9culo passado.<\/p>\n<p><strong>O novo Mal Absoluto<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que, hoje, o integralismo isl\u00e2mico sunita, isto \u00e9, o Califado do Estado Isl\u00e2mico e os seus cong\u00eaneres menores africanos, \u00e1rabes e asi\u00e1ticos representam o novo \u201cMal Absoluto\u201d, que para os EUA e o Ocidente em geral, at\u00e9 poucos anos atr\u00e1s era o nazi-fascismo. \u00c9 bom lembrar que os \u00faltimos inimigos geoestrat\u00e9gicos do Ocidente que, por diferentes motivos n\u00e3o aceitavam a l\u00f3gica da domina\u00e7\u00e3o imperial (mesmo n\u00e3o sendo marxistas), por exemplo, Kaddafi, Saddam Hussein, Milosevic e at\u00e9 o ditadorzinho do Panam\u00e1, Noriega (homem da CIA que caiu em desgra\u00e7a por extrapolar nos neg\u00f3cios da coca\u00edna), antes de serem destru\u00eddos militarmente, sofreram uma longa e perversa guerra ideol\u00f3gica por parte da \u201cgrande m\u00eddia\u201d, que os identificava constantemente como \u201cnovos Hitlers\u201d e \u201cperversos ditadores nazistas\u201d.<\/p>\n<p>Estes s\u00e3o os valores do \u201cMal Absoluto\u201d, com os quais os EUA e seus aliados europeus constru\u00edram uma cultura pol\u00edtica para defender o modelo capitalista, construindo uma falsa l\u00f3gica transversal com a qual se dizia que a ditadura do comunismo era semelhante \u00e0 ditadura de Adolf Hitler e que a repress\u00e3o na URSS era igual \u00e0 do regime nazista. \u00c9 suficiente lembrar a obra de Ernst Nolte (disc\u00edpulo de Heidegger) para entender por que Stalin \u2013 apesar de ter sacrificado a nascente URSS para derrotar os invasores nazistas \u2013 durante d\u00e9cadas foi considerado igual a Hitler. E \u00e9 necess\u00e1rio lembrar que essas defini\u00e7\u00f5es, durante d\u00e9cadas, ajudaram o marketing<\/p>\n<p>pol\u00edtico e eleitoreiro dos partidos burgueses na Europa e tamb\u00e9m na Am\u00e9rica Latina para vencer in\u00fameras elei\u00e7\u00f5es, derrotando todos e sempre os partidos comunistas e socialistas, inclusive aqueles que manifestaram seu sentido cr\u00edtico para com o stalinismo.<\/p>\n<p>O drama disso tudo n\u00e3o \u00e9 somente a prepara\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica e cultural por uma nova guerra regional no Oriente M\u00e9dio com a qual os EUA pretendem acabar com os regimes da S\u00edria e do Ir\u00e3 ou com as for\u00e7as isl\u00e2micas do Afeganist\u00e3o, do Paquist\u00e3o e das regi\u00f5es africanas. O drama \u00e9, antes de tudo, pol\u00edtico, visto que o crescimento da l\u00f3gica neonazista e racista est\u00e1 come\u00e7ando a prevalecer em certos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia em fun\u00e7\u00e3o da crise sist\u00eamica do modelo neoliberal. Infelizmente, os Estados Unidos, o Canad\u00e1 e a Ucr\u00e2nia, ao rejeitarem a mo\u00e7\u00e3o deram aos grupos neonazistas a legitima\u00e7\u00e3o pol\u00edtica internacional que lhes faltava.<\/p>\n<p>Nesse contexto, Federica Mogherini, respons\u00e1vel das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da Uni\u00e3o Europeia e ex-deputada do Partido Democr\u00e1tico italiano tentou justificar a absten\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia afirmando que: \u201c<em>Na realidade, o conte\u00fado da mo\u00e7\u00e3o<\/em>[a condena\u00e7\u00e3o do nazismo, ndr.] <em>virou um elemento de secund\u00e1ria import\u00e2ncia e at\u00e9 ef\u00eamero, j\u00e1 que no \u00e2mbito da pol\u00edtica internacional a coisa mais importante era contrastar o advers\u00e1rio, a R\u00fassia, e sustentar o nosso aliado<\/em> [a Ucr\u00e2nia de Poroshenko e o partido neonazista Pravy Sektor, ndr.]\u201d.<\/p>\n<p>As declara\u00e7\u00f5es da ministra Federica Mogherini \u2013 a nova \u201cSenhora PESC da Uni\u00e3o Europeia\u201d \u2013 receberam uma resposta direta por parte do ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da R\u00fassia, Serghei Lavrov, segundo o qual \u201c<em>a posi\u00e7\u00e3o da Ucr\u00e2nia \u00e9 particularmente deprimente e alarmante, pois \u00e9 muito dif\u00edcil entender como e por que um pa\u00eds, cujo povo sofreu duramente os horrores do nazismo e que contribuiu de maneira significativa na vit\u00f3ria comum, hoje vota contra uma resolu\u00e7\u00e3o que condena a glorifica\u00e7\u00e3o do nazismo. Por outro lado, o fato de os EUA, o Canad\u00e1 e a Ucr\u00e2nia votarem contra, enquanto os pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia se abstiveram \u00e9 realmente um fato extremamente deplor\u00e1vel, que vai ter repercuss\u00f5es an\u00f4malas em seus pr\u00f3prios pa\u00edses<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><strong>Achille Lollo \u00e9 jornalista italiano, correspondente do Brasil de Fato na It\u00e1lia e editor do programa TV \u201cQuadrante Informativo\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Brasil De Fato 613 \u2013 Edi\u00e7\u00e3o de 27\/11\/2014 \u2013 Internacional \u2013 P\u00e1g.16<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7205\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-7205","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1Sd","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7205","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7205"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7205\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7205"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7205"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7205"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}