{"id":7404,"date":"2015-02-09T14:55:24","date_gmt":"2015-02-09T14:55:24","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=7404"},"modified":"2015-02-09T14:55:24","modified_gmt":"2015-02-09T14:55:24","slug":"ha-um-golpe-de-estado-em-marcha-na-venezuela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7404","title":{"rendered":"\u201cH\u00e1 um golpe de Estado em marcha na Venezuela\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p>(Caracas, 01 de Febrero 2015 Noticias24).- A escritora venezuelana, Eva Golinger, atrav\u00e9s do portal RT, publicou um artigo donde afirma que \u201chay un golpe de Estado en marcha en Venezuela\u201d.<\/p>\n<p>H\u00e1 um golpe de Estado em marcha na Venezuela. As pe\u00e7as est\u00e3o se encaixando como em um filme da CIA. A cada passo um novo traidor se revela, uma trai\u00e7\u00e3o nasce, cheia de promessas para entregar a batata quente que justifique o injustific\u00e1vel. As infiltra\u00e7\u00f5es aumentam, os rumores circulam como um barril de p\u00f3lvora, e a mentalidade de p\u00e2nico amea\u00e7a superar a l\u00f3gica. As manchetes da m\u00eddia gritam perigo, crise e derrota iminente, enquanto que os suspeitos de sempre declaram a guerra encoberta contra um povo cujo \u00fanico crime \u00e9 ser guardi\u00e3o da maior mina de ouro negro no mundo.<\/p>\n<p>Esta semana, enquanto o New York Times publicou um editorial desacreditando e ridicularizando o presidente venezuelano Nicol\u00e1s Maduro, qualificando-o de &#8220;err\u00e1tico e desp\u00f3tico&#8221; (&#8216;O senhor Maduro em seu labirinto&#8217;, NYT 26 de janeiro de 2015), um jornal no outro lado do Atl\u00e2ntico acusou o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, a figura pol\u00edtica mais destacada do pa\u00eds depois de Nicol\u00e1s Maduro, de ser um chefe do narcotr\u00e1fico (&#8216;El jefe de seguridad del n\u00famero dos chavista deserta a EE.UU. y le acusa de narcotr\u00e1fico&#8217;, ABC.es 27 de janeiro de 2015). As acusa\u00e7\u00f5es v\u00eam de um ex-oficial da Guarda de Honra presidencial da Venezuela, Leasmy Salazar, que serviu ao presidente Ch\u00e1vez e foi recrutado pela Ag\u00eancia Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), agora convertendo-se no novo &#8220;menino de ouro&#8221; na guerra de Washington contra a Venezuela.<\/p>\n<p>Dois dias depois, o New York Times publicou um artigo de primeira p\u00e1gina atacando a economia e a ind\u00fastria petroleira venezuelana e prevendo sua queda (&#8216;Escassez e longas filas na Venezuela ap\u00f3s a queda do petr\u00f3leo&#8217;, New York Times 29 de janeiro de 2015). \u00d3bvias omiss\u00f5es do artigo inclu\u00edram men\u00e7\u00e3o das centenas de toneladas de alimentos e outros produtos de consumo que foram retidos ou vendidos como contrabando pelas distribuidoras privadas e empresas, afim de criar escassez, p\u00e2nico, descontentamento com o Governo e de justificar a especula\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os inflados. O artigo tamb\u00e9m se nega a mencionar as medidas e iniciativas em curso implementadas pelo Governo para superar as dificuldades econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, uma not\u00edcia sensacionalista, absurda e enganosa foi publicada em v\u00e1rios di\u00e1rios estadunidenses, em forma impressa e online, que vincula a Venezuela \u00e0s armas nucleares e um plano para bombardear a cidade de Nova Iorque (&#8216;Cientista \u00e9 preso nos Estados Unidos por ajudar a Venezuela a construir bombas&#8217;, 30 de janeiro de 2015, NPR). Enquanto que a manchete faz os leitores acreditarem que a Venezuela esteve diretamente envolvida num plano terrorista contra os EUA, o texto do artigo deixa claro que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma participa\u00e7\u00e3o venezuelana no acontecimento. Toda a farsa era uma armadilha criada pelo FBI, cujos agentes pretenderem ser funcion\u00e1rios venezuelanos para capturar um cientista nuclear que uma vez trabalhou no laborat\u00f3rio de Los \u00c1lamos e n\u00e3o tinha nenhuma conex\u00e3o com a Venezuela.<\/p>\n<p>Nesse mesmo dia, a porta-voz do Departamento de Estado, Jan Psaki, condenou a suposta &#8220;criminaliza\u00e7\u00e3o da dissid\u00eancia pol\u00edtica&#8221; na Venezuela, ao ser consultada por um jornalista sobre a chegada do fugitivo general venezuelano Antonio Rivero a Nova Iorque para pedir o apoio do Comit\u00ea de Trabalho das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre a deten\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria. Rivero fugiu de uma ordem de pris\u00e3o na Venezuela depois de sua participa\u00e7\u00e3o em protestos antigovernamentais violentos que causaram a morte de mais de 40 pessoas, em sua maioria partid\u00e1rios do Governo e as for\u00e7as de seguran\u00e7a do Estado, em fevereiro passado. Sua chegada aos EUA coincidiu com Salazar, evidenciando um esfor\u00e7o coordenado para enfraquecer as For\u00e7as Armadas da Venezuela, expondo publicamente dois altos oficiais militares &#8211; ambos vinculados a Ch\u00e1vez &#8211; que se voltaram contra seu Governo e est\u00e3o buscando ativamente a interven\u00e7\u00e3o estrangeira contra o seu pr\u00f3prio pa\u00eds.<\/p>\n<p>Esses exemplos s\u00e3o s\u00f3 uma parte da crescente e sistem\u00e1tica cobertura negativa e distorcida da situa\u00e7\u00e3o na Venezuela nos meios de comunica\u00e7\u00e3o estadunidenses, pintando uma imagem exageradamente sombria da situa\u00e7\u00e3o atual do pa\u00eds e retratando o Governo como incompetente, ditatorial e criminoso. Apesar deste tipo de campanha midi\u00e1tica coordenada contra a Venezuela n\u00e3o ser novidade &#8211; os meios de comunica\u00e7\u00e3o constantemente projetaram o presidente Hugo Ch\u00e1vez, eleito quatro vezes por uma maioria esmagadora, como um ditador tirano que destru\u00eda o pa\u00eds &#8211; sem d\u00favida evidencia que se est\u00e1 intensificando claramente a um ritmo acelerado.<\/p>\n<p>O New York Times tem uma hist\u00f3ria vergonhosa quando se trata da Venezuela. O Conselho Editorial aplaudiu com felicidade o violento golpe de Estado em abril de 2002 que derrubou o presidente Ch\u00e1vez e resultou na morte de mais de 100 pessoas. Quando Ch\u00e1vez voltou ao poder dois dias depois, gra\u00e7as aos seus milh\u00f5es de seguidores e as For\u00e7as Armadas leais, o &#8216;Times&#8217; n\u00e3o se retratou por seu erro anterior, mas com arrog\u00e2ncia implorou a Ch\u00e1vez a &#8220;governar responsavelmente&#8221;, alegando que ele era o respons\u00e1vel pelo golpe. Mas o fato de que o &#8216;Times&#8217; come\u00e7ou uma persistente campanha direta contra o atual Governo da Venezuela, com artigos falsificados e claramente agressivos &#8211; editoriais, blog, opini\u00e3o e not\u00edcias &#8211; indica que Washington colocou a Venezuela no caminho r\u00e1pido da &#8220;mudan\u00e7a de regime&#8221;.<\/p>\n<p>O momento da chegada de Leasmy Salazar em Washington como um suposto colaborador da DEA, e sua exposi\u00e7\u00e3o p\u00fablica, n\u00e3o \u00e9 casual. Neste m\u00eas de fevereiro completa-se um ano desde que os protestos antigovernamentais violentamente tentaram for\u00e7ar a ren\u00fancia do presidente Nicol\u00e1s Maduro, e grupos da oposi\u00e7\u00e3o est\u00e3o atualmente tentando ganhar impulso para voltar a desencadear as manifesta\u00e7\u00f5es. Os l\u00edderes dos protestos, Leopoldo L\u00f3pez e Mar\u00eda Corina Machado, foram elogiados pelo New York Times como &#8220;lutadores pela liberdade&#8221;, &#8220;verdadeiros democratas&#8221;, e o Times se referiu recentemente a Machado como &#8220;uma inspira\u00e7\u00e3o&#8221;. Inclusive o presidente Obama pediu a liberta\u00e7\u00e3o de L\u00f3pez (foi detido e est\u00e1 sendo julgado por seu papel nos levantes violentos) durante um discurso em setembro em um evento nas Na\u00e7\u00f5es Unidas. Essas vozes influentes deliberadamente omitem a participa\u00e7\u00e3o de L\u00f3pez e Machado em atos violentos, antidemocr\u00e1ticos e inclusive criminosos. Ambos participaram no golpe de 2002 contra Ch\u00e1vez. Ambos receberam ilegalmente fundos estrangeiros para atividades pol\u00edticas para derrubar o seu Governo, e ambos lideraram os protestos mortais contra Maduro no ano passado, pedindo publicamente sua queda por vias ilegais.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de uma figura como Salazar, que era conhecido como algu\u00e9m pr\u00f3ximo a Ch\u00e1vez e um de seus guardas leais, como uma for\u00e7a para desacreditar e atacar o Governo e seus l\u00edderes \u00e9 uma t\u00e1tica de intelig\u00eancia &#8216;Old School&#8221;, e muito eficaz. Infiltrar, recrutar e neutralizar o advers\u00e1rio desde dentro ou atrav\u00e9s de um dos seus &#8211; uma dolorosa, chocante trai\u00e7\u00e3o, que cria desconfian\u00e7a e medo entre as filas. Ainda que n\u00e3o tenha surgido evid\u00eancia para respaldar as acusa\u00e7\u00f5es escandalosas de Salazar contra Diosdado Cabello, a not\u00edcia na m\u00eddia serve para fazer uma hist\u00f3ria sensacional e cria outra mancha contra a Venezuela na opini\u00e3o p\u00fablica. Tamb\u00e9m causa um grande rebuli\u00e7o entre os militares venezuelanos e pode dar lugar a novas trai\u00e7\u00f5es de oficiais que poderiam apoiar um golpe de Estado contra o Governo. As acusa\u00e7\u00f5es infundadas de Salazar tamb\u00e9m apontam para neutralizar uma das mais poderosas figuras pol\u00edticas do chavismo, e tentam criar divis\u00f5es internas, intriga e desconfian\u00e7a.<\/p>\n<p>As t\u00e1ticas mais eficazes que o FBI usou contra o Partido dos Panteras Negras e outros movimentos radicais que lutavam por mudan\u00e7as profundas nos Estados Unidos, foram a infiltra\u00e7\u00e3o, a coer\u00e7\u00e3o e a guerra psicol\u00f3gica. Infiltrar agentes nessas organiza\u00e7\u00f5es, ou recrut\u00e1-los desde dentro, logo quando foram capazes de obter acesso e confian\u00e7a dos mais altos n\u00edveis, ajudou a destruir esses movimentos desde dentro, destruindo-os psicologicamente e neutralizando-os politicamente. Essas t\u00e1ticas e estrat\u00e9gias encobertas foram exaustivamente documentadas e evidenciadas em documentos do Governo estadunidense obtidos atrav\u00e9s da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o (FOIA) e publicados no excelente livro de Ward Churchill e Jim Vander Wall &#8220;Agentes de Repress\u00e3o: as guerras secretas do FBI contra os Panteras Negras e o Movimento Ind\u00edgena Americano&#8221; (South End Press, 1990).<\/p>\n<p>A Venezuela est\u00e1 sofrendo a queda repentina e dram\u00e1tica dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo. Sua economia dependente do petr\u00f3leo foi afetada fortemente e o Governo esta tomando medidas para reorganizar o or\u00e7amento e garantir o acesso a bens e servi\u00e7os b\u00e1sicos, mas o povo ainda est\u00e1 experimentando dificuldades. Diferentemente da representa\u00e7\u00e3o triste no New York Times, os venezuelanos n\u00e3o morrem de fome, n\u00e3o est\u00e3o sem moradia ou sofrendo desemprego em massa, como a Gr\u00e9cia e a Espanha experimentaram sob as pol\u00edticas de austeridade. Apesar de certas car\u00eancias &#8211; algumas causadas pelos controles de divisas e outras por reten\u00e7\u00e3o, sabotagem ou contrabando &#8211; 95% dos venezuelanos fazem tr\u00eas refei\u00e7\u00f5es por dia, uma quantidade que se duplicou desde a d\u00e9cada de 90. A taxa de desemprego n\u00e3o chega a 6% e a moradia est\u00e1 subsidiada pelo Estado.<\/p>\n<p>No entanto, fazer a economia venezuelana &#8220;gritar&#8221; \u00e9 sem d\u00favida uma estrat\u00e9gia executada por interesses estrangeiros e seus hom\u00f3logos venezuelanos, e \u00e9 muito eficaz. Enquanto a escassez continua e o acesso aos d\u00f3lares fica cada vez mais dif\u00edcil, o caos e o p\u00e2nico aumentam. Este descontentamento social est\u00e1 capitalizado por ag\u00eancias dos Estados Unidos e as for\u00e7as antigovernamentais na Venezuela que pressionam por uma mudan\u00e7a de regime. Uma estrat\u00e9gia muito similar foi utilizada no Chile para derrubar o presidente socialista Salvador Allende. Primeiro, destru\u00edram a economia, produzindo descontentamento social, e depois os militares foram ativados para derrubar Allende, apoiados por Washington em cada etapa. Para que n\u00e3o esque\u00e7amos o resultado: uma brutal ditadura encabe\u00e7ada pelo general Augusto Pinochet que torturou, assassinou, desapareceu e obrigou ao ex\u00edlio dezenas de milhares de pessoas. N\u00e3o \u00e9 exatamente um modelo para ser reproduzido.<\/p>\n<p>Este ano, o presidente Obama aprovou um fundo especial do Departamento de Estado de 5 milh\u00f5es de d\u00f3lares para apoiar grupos antigovernamentais na Venezuela. Al\u00e9m disso, a Funda\u00e7\u00e3o Nacional para a Democracia (NED) financia grupos da oposi\u00e7\u00e3o venezuelana com mais de 1,2 milh\u00f5es de d\u00f3lares e apoia os esfor\u00e7os para minar o Governo de Maduro. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que milh\u00f5es de d\u00f3lares a mais para a mudan\u00e7a de regime na Venezuela est\u00e3o sendo canalizados atrav\u00e9s de outros mecanismos que n\u00e3o est\u00e3o sujeitos ao escrut\u00ednio p\u00fablico.<\/p>\n<p>O presidente Maduro denunciou esses cont\u00ednuos ataques contra seu Governo e pediu diretamente ao presidente Obama que parasse com seus esfor\u00e7os para danificar a Venezuela. Recentemente, os 33 pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe, membros da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC), expressaram publicamente seu apoio a Maduro e condenaram a interfer\u00eancia norte-americana em curso na Venezuela. A Am\u00e9rica Latina recha\u00e7a firmemente qualquer tentativa de corroer a democracia na regi\u00e3o e n\u00e3o permitir\u00e1 outro golpe de Estado na regi\u00e3o. \u00c9 hora de Washington escutar o hemisf\u00e9rio e deixar de empregar as mesmas t\u00e1ticas sujas contra seus vizinhos.<\/p>\n<p>Originalmente publicado no RT &#8211; Tradu\u00e7\u00e3o do Di\u00e1rio Liberdade.<\/p>\n<p>http:\/\/www.diarioliberdade.org\/opiniom\/outras-vozes\/54079-venezuela-golpe-em-tempo-real.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/7404\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-7404","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c54-venezuela"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1Vq","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7404","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7404"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7404\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7404"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7404"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7404"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}