{"id":749,"date":"2010-08-19T05:13:20","date_gmt":"2010-08-19T05:13:20","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=749"},"modified":"2010-08-19T05:13:20","modified_gmt":"2010-08-19T05:13:20","slug":"o-novo-presidente-da-colombia-e-um-criminoso-milionario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/749","title":{"rendered":"O NOVO PRESIDENTE DA COLOMBIA \u00c9 UM CRIMINOSO MILION\u00c1RIO"},"content":{"rendered":"\n<p>Subitamente, em Washington, Londres, Berlim e Paris, uma chuva de elogios caiu sobre a Col\u00f4mbia. Um Estado policial, neofascista, mascarado de democracia, surgiu nas manchetes dos jornais de refer\u00eancia e no discurso dos estadistas do Ocidente como modelo para a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Alvaro Uribe, o presidente que terminou o seu segundo mandato, foi nomeado co-presidente da comiss\u00e3o internacional criada pela ONU para levar adiante o inqu\u00e9rito sobre o ataque israelense \u00e0 Flotilha da Liberdade. Simultaneamente, a prestigiada universidade de Georgetown, em Washington, convidou-o para dirigir, como catedr\u00e1tico, um curso de forma\u00e7\u00e3o de dirigentes pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Na posse de Juan Manuel Santos, seu sucessor, compareceram 16 chefes de Estado, na maioria da Am\u00e9rica Latina. N\u00e3o faltou o pr\u00edncipe herdeiro da Espanha. Durante dias o novo presidente foi saudado pelos grandes media ocidentais como um talentoso pol\u00edtico democr\u00e1tico com um projecto inovador, decidido a imprimir \u00e0 Col\u00f4mbia uma orienta\u00e7\u00e3o diferente da uribista, introduzindo no pais reformas profundas.<\/p>\n<p>Todos estavam conscientes de que mentiam.<\/p>\n<p>O discurso de Santos \u00e9 diferente, mas a politica de terrorismo de estado vai prosseguir sob os aplausos dos EUA e da oligarquia mais reaccion\u00e1ria da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Para a Casa Branca a Col\u00f4mbia actual \u00e9 uma democracia quase exemplar. O presidente foi tamb\u00e9m saudado com particular entusiasmo por Israel, intimo aliado.<\/p>\n<p>Uma hipocrisia inocult\u00e1vel foi o denominador comum na apologia do herdeiro de Uribe pelos pr\u00edncipes do capital.<\/p>\n<p>De repente simularam esquecer o curr\u00edculo de Juan Manuel Santos (1).<\/p>\n<p>O sucessor de Uribe \u00e9 um aventureiro da pol\u00edtica e um criminoso cujas palavras mansas escondem um passado tenebroso.<\/p>\n<p>JMS foi o principal respons\u00e1vel, como ministro da Defesa, do ataque pirata da for\u00e7a a\u00e9rea e do exercito colombianos ao acampamento de Sucumbios no Equador, realizado com a cumplicidade do Pent\u00e1gono, da CIA e da Mossad israelense em Fevereiro de 2008. Nesse bombardeamento morreram o comandante Raul Reyes, respons\u00e1vel pelas Rela\u00e7\u00f5es Exteriores das For\u00e7as Armadas Revolucionarias da Col\u00f4mbia &#8211; Ex\u00e9rcito Popular, duas dezenas de combatentes da organiza\u00e7\u00e3o, e tr\u00eas jovens mexicanos que ali se encontravam . O presidente do Equador, Rafael Correa, respondeu ao acto de barb\u00e1rie rompendo as rela\u00e7\u00f5es com o governo de Bogot\u00e1 e a Justi\u00e7a equatoriana exigiu a extradi\u00e7\u00e3o de Juan Manuel Santos para ser julgado como primeiro respons\u00e1vel pelo crime. O processo n\u00e3o foi avante porque Uribe alegou incompet\u00eancia do tribunal do Equador para julgar o seu ministro.<\/p>\n<p>Transcorrido um ano, tive a oportunidade de falar em Caracas com um jovem que assistiu ao bombardeamento e \u00e0 posterior descida no acampamento de tropas aerotransportadas. N\u00e3o esqueci o relato que ele fez da matan\u00e7a dos guerrilheiros, feridos, que tinham sobrevivido ao bombardeamento. Contrariamente ao que os <em>media <\/em>noticiaram, morreram combatendo.<\/p>\n<p>O processo foi agora arquivado porque, sendo chefe de Estado, JMS goza de impunidade, mas julgo \u00fatil recordar que ele se orgulha de ter sido o autor intelectual da chacina de Sucumbios.<\/p>\n<p>O ALVO: AS FARC-EP<\/p>\n<p>Dos presidentes do M\u00e9xico, do Peru, do Chile eram esperadas as homenagens a Santos.<\/p>\n<p>Mas, estranhamente, presidentes como Lula, Cristina Kirchner, Mauricio Funes e Fernando Lugo n\u00e3o somente aderiram ao coro de elogios como manifestaram o seu apoio \u00e0 chamada pol\u00edtica de \u00abseguran\u00e7a democr\u00e1tica\u00bb iniciada por Uribe e cuja continuidade foi defendida pelo novo presidente.<\/p>\n<p><em>Mais, aproveitaram a oportunidade para criticar as organiza\u00e7\u00f5es insurgentes e sugerir que as FARC-EP e o ELN abandonem a luta e se integrem no sistema, aceitando dialogar com Santos nas bases por este definidas. <\/em><\/p>\n<p>Particularmente inesperada foi a posi\u00e7\u00e3o assumida por Hugo Chavez. O presidente da Venezuela deslocou -se a Santa Marta, no Caribe colombiano, e, na casa onde Bol\u00edvar faleceu, trocou abra\u00e7os com Santos, assinou acordos e assumiu compromissos que, pela forma e pelo conte\u00fado s\u00e3o chocantes.<\/p>\n<p>Compreende-se que Chavez pretenda normalizar as rela\u00e7\u00f5es com a Col\u00f4mbia ap\u00f3s a ruptura resultante da ultima provoca\u00e7\u00e3o de Uribe (2) . <em>Mas usou uma linguagem muito infeliz ao referir-se \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias que combatem o estado neofascista colombiano, sugerindo na pratica que se submetam \u00e0s exig\u00eancias de JMS. Colocou as FARC-EP e o ELN no mesmo plano dos bandos criminosos do paramilitarismo e dos cart\u00e9is do narcotr\u00e1fico. <\/em><\/p>\n<p>AS FARC t\u00eam afirmado repetidamente a sua disponibilidade para dialogar com o governo sobre a necessidade de paz no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Mas qual \u00e9 o conceito de dialogo de Santos, exaustivamente exposto durante a campanha eleitoral e no seu discurso de posse?<\/p>\n<p>Tr\u00eas s\u00e3o as suas condi\u00e7\u00f5es para o di\u00e1logo com as FARC:<\/p>\n<p>Deposi\u00e7\u00e3o pr\u00e9via das armas; liberta\u00e7\u00e3o imediata de todos os presos em seu poder; e \u00abrenuncia ao narcotr\u00e1fico\u00bb.<\/p>\n<p>Que significam essas exig\u00eancias?<\/p>\n<p>Que Santos n\u00e3o quer dialogar; exige, sem o dizer expressamente, a capitula\u00e7\u00e3o incondicional das FARC-EP.<\/p>\n<p>Se a guerrilha depusesse as armas previamente, ficaria \u00e0 merc\u00ea do Poder olig\u00e1rquico.<\/p>\n<p>Cabe lembrar o genoc\u00eddio pol\u00edtico dos anos 80.<\/p>\n<p>Em Mar\u00e7o de 1984 as FARC aceitaram a proposta do presidente Belisario Bettencourt para lutarem no quadro das institui\u00e7\u00f5es ditas democr\u00e1ticas, renunciando \u00e0 luta armada. E que aconteceu?<\/p>\n<p>Fundou-se um partido progressista, a Uni\u00e3o Patri\u00f3tica, que participou em elei\u00e7\u00f5es. A UP elegeu muitos senadores, deputados, autarcas (vereadores e prefeitos). A resposta do Poder foi uma repress\u00e3o politica b\u00e1rbara. Em tr\u00eas anos foram assassinados mais de 3000 parlamentares, ju\u00edzes, autarcas, dirigentes sindicais, supostamente ligados \u00e0s FARC, num genoc\u00eddio pol\u00edtico sem precedentes.<\/p>\n<p>Para sobreviverem, as FARC retomaram a luta armada.<\/p>\n<p>At\u00e9 a quest\u00e3o dos prisioneiros \u00e9 colocada capciosamente por Santos. Reclama tudo sem oferecer nada em troca.<\/p>\n<p>Pessoalmente, desaprovo os sequestros. Mas n\u00e3o posso ignorar que o governo mant\u00e9m nos seus pres\u00eddios, em condi\u00e7\u00f5es sub humanas, milhares de guerrilheiros. E recusa-se ao interc\u00e2mbio humanit\u00e1rio, isto \u00e9, a liberta\u00e7\u00e3o de uma parte desses presos, trocando-os por \u00abref\u00e9ns\u00bb \u2013 a maioria dos quais militares capturados em combate \u2013 em poder das FARC-EP.<\/p>\n<p>Nas fossas de La Macarena, na Amaz\u00f3nia, recentemente descobertas, foram encontradas as ossadas de milhares de cidad\u00e3os assassinados pelo Ex\u00e9rcito da oligarquia durante as persegui\u00e7\u00f5es contra pessoas suspeitas de liga\u00e7\u00f5es com a Uni\u00e3o Patri\u00f3tica e as FARC-EP.<\/p>\n<p>Como confiar na palavra de Juan Manuel Santos, o respons\u00e1vel pela chacina de Sucumbios?<\/p>\n<p><em>Estou certo de que Chavez n\u00e3o tardar\u00e1 a arrepender-se de haver acreditado na promessa de uma rela\u00e7\u00e3o \u00abtransparente, democr\u00e1tica e respeitosa\u00bb<\/em> feita por um politico corrupto e criminoso que, inevitavelmente, vai dar continuidade \u00e0 estrat\u00e9gia agressiva e de ultra direita imposta por uma oligarquia de cujos interesses \u00e9 o representante na Casa de Nari\u00f1o.<\/p>\n<p>Surpreende tamb\u00e9m que, sendo hoje Hugo Chavez na Am\u00e9rica Latina o pioneiro, quase o motor, da contesta\u00e7\u00e3o ao imperialismo \u2013 pelo que merece o apoio e admira\u00e7\u00e3o das for\u00e7as progressistas do Continente \u2013 n\u00e3o tenha levantado em Santa Marta o tema da instala\u00e7\u00e3o de 7 novas bases militares dos EUA na Col\u00f4mbia. Esquecendo que na UNASUL afirmou que essas bases configuram uma amea\u00e7a inadmiss\u00edvel \u00e0 independ\u00eancia dos povos da Am\u00e9rica Latina, afirmou que cada pa\u00eds tem o direito soberano de decidir sobre problemas como esse.<\/p>\n<p>HER\u00d3IS DA AM\u00c9RICA LATINA<\/p>\n<p>Inspira-me repugn\u00e2ncia a terminologia utilizada pelo governo e o Exercito da Col\u00f4mbia para designar as FARC-EP, terminologia ali\u00e1s perfilhada pela ONU, pela Uni\u00e3o Europeia e os media dos EUA e da Europa.<\/p>\n<p>Alem de terroristas \u00e9 lhes colado o an\u00e1tema de narcotraficantes.<\/p>\n<p>O slogan \u00abguerrilha do narcotr\u00e1fico\u00bb \u2013 express\u00e3o forjada por um ex embaixador dos EUA, Louis Stamb, ligado ao Pent\u00e1gono e \u00e0 CIA \u2013 para desacreditar as FARC, difundido <em>urbi et orbi <\/em>atingiu o seu objectivo t\u00e3o amplamente que inclusive intelectuais comunistas assimilaram a calunia. A campanha \u00e9 de tal intensidade que canais de televis\u00e3o e jornais se referem rotineiramente a \u00abf\u00e1bricas de coca\u00edna\u00bb instaladas pelas FARC na selva amaz\u00f3nica.<\/p>\n<p>Tivessem as FARC acumulado milh\u00f5es com o narcotr\u00e1fico e disporiam de m\u00edsseis terra \u2013 ar como as organiza\u00e7\u00f5es de resistentes no Afeganist\u00e3o e no Iraque. Ora o pr\u00f3prio governo de Bogot\u00e1 reconhece que elas n\u00e3o disp\u00f5em de armamento desse tipo. Mas somente aqueles que conhecem as condi\u00e7\u00f5es de pobreza em que vivem na clandestinidade os representantes das FARC no exterior \u2013 \u00e9 o meu caso &#8211; sabem que o folhetim da \u00abguerrilha do narcotr\u00e1fico\u00bb \u00e9 uma perversa inven\u00e7\u00e3o do imperialismo.<\/p>\n<p>A vida abriu-me a oportunidade de passar semanas num acampamento das FARC, no Departamento amaz\u00f3nico do Meta. Nesses dias conheci combatentes maravilhosos como Simon Trinidad, entregue por Uribe aos EUA e actualmente preso ali ap\u00f3s tr\u00eas julgamentos de farsa (dois foram anulados). Condenaram-no finalmente por narcotraficante.<\/p>\n<p>Foi tamb\u00e9m ent\u00e3o que constru\u00ed uma rela\u00e7\u00e3o de respeito e admira\u00e7\u00e3o que evoluiu para a amizade com o comandante Raul Reyes. Mantivemos contacto at\u00e9 que o assassinaram em Sucumbios, a sul do Putumayo, no bombardeamento pirata concebido por Juan Manuel Santos.<\/p>\n<p>Com Manuel Marulanda, o fundador das FARC, falei uma \u00fanica vez por breves minutos. Mas guardo desse revolucion\u00e1rio, comunista exemplar e estratego militar talvez sem par na Historia da Am\u00e9rica, uma lembran\u00e7a inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p>Quando leio acusa\u00e7\u00f5es infames contra os combatentes das FARC recordo sobretudo Rodrigo Granda, ali\u00e1s Ricardo Gonzalez, amigo fraternal e um dos revolucion\u00e1rios mais puros e aut\u00eanticos que a vida me permitiu conhecer.<\/p>\n<p>Recordando combatentes das FARC-EP, mortos, presos ou lutando nas montanhas e selvas do seu pais, \u00e9 natural, repito, que me inspirem repugn\u00e2ncia os elogios hip\u00f3critas a um criminoso como Juan Manuel Santos.<\/p>\n<p>\u00c9 a esse ser abjecto que a burguesia internacional rende nestes dias homenagens enquanto despeja calunias sobre os comandantes das FARC que se batem por uma Col\u00f4mbia livre e democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Uma certeza: os nomes de Uribe e Santos e da escoria humana que os apoia ser\u00e3o esquecidos pelas futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>N\u00e3o os de Manuel Marulanda, Jacobo Arenas, e Raul Reyes. Com o passar dos anos, a cal\u00fania deixar\u00e1 de os atingir. Eles contribu\u00edram para a constru\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria profunda, na fidelidade a valores permanentes da condi\u00e7\u00e3o humana. Assumiram os ideais pelos quais viveram e se bateram her\u00f3is tutelares da Am\u00e9rica Latina como Bol\u00edvar, Artigas, Marti.<\/p>\n<p>1. Juan Manuel Santos pertence a uma das fam\u00edlias mais influentes da oligarquia colombiana. Seu tio av\u00f4, Eduardo Santos, foi Presidente da Republica e director e propriet\u00e1rio de El Tiempo, um dos principais di\u00e1rios da Am\u00e9rica Latina. Foi ministro da Industria, da Fazenda e da Defesa em v\u00e1rios governos, tendo desempenhado um papel importante na destrui\u00e7\u00e3o da Seguran\u00e7a Social ao impor o modelo pinochetiano. Op\u00f4s-se inicialmente \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o de Uribe, mas depois fundou o partido, La U, que o apoiou e reelegeu.<\/p>\n<p>Manteve muitos contactos com Carlos Casta\u00f1o, o falecido chefe dos paramilitares e com Pablo Escobar, o rei da coca\u00edna, tamb\u00e9m falecido.<\/p>\n<p>2. A Col\u00f4mbia foi nos \u00faltimos anos o principal parceiro econ\u00f3mico da Venezuela ap\u00f3s os EUA (US$ 7 bilh\u00f5es de d\u00f3lares de intercambio comercial em 2008). Nos departamentos (estados) fronteiri\u00e7os de Zulia e T\u00e1chira vivem centenas de milhares de colombianos, sobretudo camponeses, e essa comunidade cumpre um papel fundamental na agricultura venezuelana.<\/p>\n<p>V N de Gaia, 14 de Agosto de 2010<\/p>\n<p>*Historiador e Jornalista Portugu\u00eas<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.odiario.info\/\" target=\"_blank\">www.odiario.info<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n Cr\u00e9dito: PCV\n\n\n\n\n\n\n\n\nPor Miguel Urbano Rodrigues*\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/749\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-749","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-c5","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/749","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=749"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/749\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=749"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=749"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=749"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}