{"id":8843,"date":"2015-07-12T15:42:54","date_gmt":"2015-07-12T18:42:54","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=8843"},"modified":"2015-08-01T13:31:12","modified_gmt":"2015-08-01T16:31:12","slug":"a-operacao-em-curso-nome-de-codigo-grecia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/8843","title":{"rendered":"A opera\u00e7\u00e3o em curso \u2013 nome de c\u00f3digo: Gr\u00e9cia"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/resistir.info\/v_carvalho\/imagens\/referendo_05jul15.jpg?w=747\" alt=\"imagem\" \/>por Daniel Vaz de Carvalho<\/p>\n<p>&#8220;Perdoai as nossas d\u00edvidas assim como n\u00f3s perdoamos aos nossos devedores&#8221;,<br \/>\nMateus 6.12, da mais importante ora\u00e7\u00e3o crist\u00e3, de que a Europa se reivindica.<br \/>\nO Pai Nosso na Igreja Primitiva.<!--more--><\/p>\n<p><strong>1 \u2013 No passado domingo a agress\u00e3o sofreu uma derrota<\/strong><\/p>\n<p>O dom\u00ednio da alta finan\u00e7a atrav\u00e9s da hegemonia alem\u00e3, depara com crescente resist\u00eancia dos povos que n\u00e3o se conformam com a subservi\u00eancia de governos colaboracionistas e falsos tratados que p\u00f5em em causa a soberania e a democracia. A expressiva vit\u00f3ria do N\u00c3O no referendo grego, s\u00f3 pode servir para prosseguir e refor\u00e7ar a luta, contudo n\u00e3o vai fazer parar a agress\u00e3o. Passada a primeira a surpresa e ao contr\u00e1rio do que a propaganda e a chantagem fariam prever, a ditadura financeira mascarada de &#8220;europe\u00edsmo&#8221; recomp\u00f5e-se e prossegue a ofensiva.<\/p>\n<p>A direita perdeu por momentos a sua farronca, insistindo na &#8220;intransig\u00eancia&#8221; grega&#8221;, nas culpas dos &#8220;gregos&#8221;, quando afinal a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds se deve precisamente ao fracasso das pol\u00edticas que a direita defende e quer que continuem. Seria fastidioso desmontar a sua argumenta\u00e7\u00e3o de tal forma se se refugia na mentira, no obscurantismo, no intelectualmente reles perante as evid\u00eancias. Os partidos &#8220;socialistas&#8221; que antes se remetiam a uma ambiguidade c\u00famplice, colocando no mesmo n\u00edvel agressores e agredidos, apelam agora \u00e0 benevol\u00eancia das &#8220;institui\u00e7\u00f5es&#8221;. Como se o capitalista \u2013 nesta condi\u00e7\u00e3o &#8211; n\u00e3o colocasse o capital no lugar do cora\u00e7\u00e3o (Marx).<\/p>\n<p>A compara\u00e7\u00e3o do que se passa na UE com o fascismo, o neofascismo, n\u00e3o \u00e9 despicienda. J\u00e1 foi referido que a troika estava a fazer na Gr\u00e9cia o que a ditadura dos coron\u00e9is n\u00e3o tinha conseguido. Em Portugal e em Espanha o totalitarismo da UE reverte a favor do grande capital condi\u00e7\u00f5es que as ditaduras fascistas no seu final tinham j\u00e1 sido obrigadas a ceder.<\/p>\n<p>A via do retrocesso \u00e9 afinal o programa da UE sob o lema de que &#8220;as reformas t\u00eam de prosseguir&#8221;. A resist\u00eancia que se levanta \u00e9 ainda ideologicamente pouco consistente. A nega\u00e7\u00e3o do &#8220;n\u00e3o&#8221; n\u00e3o \u00e9 ainda a dial\u00e9tica &#8220;nega\u00e7\u00e3o da nega\u00e7\u00e3o&#8221; com vistas a superar as contradi\u00e7\u00f5es do sistema.<\/p>\n<p><strong>2 \u2013 A opera\u00e7\u00e3o em curso<\/strong><\/p>\n<p>Clamava Cat\u00e3o no Senado de Roma: &#8220;Cartaginem esse delendam&#8221;, Cartago deve ser destru\u00edda. Grito id\u00eantico perpassa nos are\u00f3pagos europeus, apesar do fraseado el\u00edptico dos propagandistas: &#8220;A Gr\u00e9cia deve ser destru\u00edda&#8221;. Mas tal como em Roma n\u00e3o se tratava apenas de destruir Cartago, sim de dominar todo o Mediterr\u00e2neo e a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, aqui trata-se do dom\u00ednio da Alta Finan\u00e7a sobre a UE sob a hegemonia da Alemanha.<\/p>\n<p>O que est\u00e1 em curso na Gr\u00e9cia, \u00e9 a retalia\u00e7\u00e3o sobre um povo na convic\u00e7\u00e3o que medidas de repres\u00e1lia v\u00e3o abafar e destruir os focos de contesta\u00e7\u00e3o que se crescem pela UE, refor\u00e7ados pelas lutas do povo grego, apesar da titubeante atitude do governo Syriza.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 desta vez um Mein Kempf nazi-fascista, mas n\u00e3o se anda t\u00e3o longe como isso. Os objetivos foram claramente expressos por J-C Trichet em junho de 2011, sabendo de antem\u00e3o o que iria acontecer na Gr\u00e9cia, em Portugal, na Espanha. Ao receber o pr\u00e9mio Carlos Magno em Aachen, afirmou que governos e oposi\u00e7\u00e3o se deviam unir para implementar &#8220;programas de ajustamento&#8221; na &#8220;defesa da zona euro como um todo&#8221;. Trichet acrescentou ent\u00e3o a seguinte amea\u00e7a: &#8220;Mas se um pa\u00eds mesmo assim n\u00e3o ficar a salvo, uma segunda fase deve ser diferente (\u2026) dando \u00e0s autoridades da zona euro uma muito maior autoridade na forma\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas econ\u00f3micas se estas continuarem fora do caminho correto. (?!) Uma direta influ\u00eancia bem acima da vigil\u00e2ncia refor\u00e7ada que est\u00e1 atualmente considerada&#8221;.<\/p>\n<p>Estas medidas tornar-se-iam compulsivas se os governos n\u00e3o as aceitassem ou n\u00e3o as cumprissem, &#8220;tomando as autoridades europeias as decis\u00f5es aplic\u00e1veis \u00e0 economia em causa&#8221;. Designadamente, sobre &#8220;as principais despesas do governo e elementos essenciais \u00e1 competitividade do pa\u00eds&#8221;. S\u00e3o declara\u00e7\u00f5es que n\u00e3o representam sen\u00e3o um golpe de estado financeiro. [1] A quest\u00e3o \u00e9: onde ficam afinal a democracia e os interesses de cada povo?<\/p>\n<p>Em 2012, o n\u00famero dois do governo alem\u00e3o defendeu que se os gregos n\u00e3o cumprissem os objetivos, teria de ser imposta de fora uma lideran\u00e7a, a partir da UE. Philipp Roesler assumiu a paternidade da ideia segundo a qual a troco de um segundo programa da troika, um comiss\u00e1rio europeu do or\u00e7amento seria investido de fun\u00e7\u00f5es governativas em Atenas, retirando ao governo leg\u00edtimo fun\u00e7\u00f5es essenciais. Numa entrevista ao jornal Bild, o n\u00famero dois de Merkel afirmou: &#8220;Precisamos de maior lideran\u00e7a e monitoriza\u00e7\u00e3o relativamente \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o das reformas. Se os gregos n\u00e3o est\u00e3o a ser capazes de conseguir isto, ent\u00e3o ter\u00e1 de haver uma lideran\u00e7a mais forte da UE&#8221;. [2]<\/p>\n<p>\u00c9 esta opera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em marcha, confirmada ali\u00e1s pelas subsequentes atitudes e declara\u00e7\u00f5es de outros membros do governo alem\u00e3o, como Schauble, e colaboracionistas como os do governo portugu\u00eas, que querem mais, sempre mais subordina\u00e7\u00e3o a Berlim. S\u00e3o assim impostos &#8220;programas de ajustamento&#8221; cujos objetivos enunciados s\u00e3o imposs\u00edveis de cumprir sem o pa\u00eds se auto destruir, preparando o caminho para o que Trichet enunciava e deveria ter sido desde logo entendido como uma declara\u00e7\u00e3o de guerra aos povos com vista \u00e0 total perda da sua soberania e a subordina\u00e7\u00e3o aos absurdos do euro.<\/p>\n<p><strong>3 \u2013 0,47%&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>A Gr\u00e9cia necessitava em 30 de junho de 1,7 mil milh\u00f5es de euros para entregar aos credores, n\u00e3o para o seu povo. Esta verba representa 0,47% do que o BCE forneceu aos bancos privados em seis meses, sem contrapartidas e a uma taxa negativa! At\u00e9 ao fim do ano a Gr\u00e9cia necessitaria, para reciclagem de d\u00edvida, cerca de 10 mil milh\u00f5es de euros: 1,4% do que o BCE se prop\u00f5e entregar aos bancos privados!<\/p>\n<p>Eis a realidade da &#8220;solidariedade&#8221; europeia. Durante seis meses sujeitou o povo grego ao sadismo de falsas negocia\u00e7\u00f5es, \u00e0 chantagem do BCE deixar de fornecer liquidez aos bancos gregos durante as negocia\u00e7\u00f5es (!) contra as regras do pr\u00f3prio BCE. Isto para destruir qualquer veleidade do governo social-democrata grego querer apenas aligeirar a austeridade. Mas o c\u00famulo foi n\u00e3o se permitir que a Gr\u00e9cia reduzisse as despesas militares ou aumentasse os impostos sobre lucros acima dos 500 mil euros! Eis a boa &#8220;governan\u00e7a&#8221; europeia\u2026<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que se disse n\u00e3o houve negocia\u00e7\u00f5es dignas desse nome. O Syriza entrou como derrotado \u00e0 partida, defendendo o euro e apelando \u00e0 benevol\u00eancia da finan\u00e7a, na cren\u00e7a de uma UE solid\u00e1ria e de uma Alemanha benfeitora e n\u00e3o apresentando qualquer alternativa anti sist\u00eamica ao povo grego. [3]<\/p>\n<p>A crise da UE n\u00e3o come\u00e7ou em 2009 (ent\u00e3o sempre negada) mas em 2000 com a ado\u00e7\u00e3o do euro. O euro foi e \u00e9 uma arma contra os povos, ao primeiro aban\u00e3o internacional os pa\u00edses j\u00e1 fragilizados por esta moeda desmoronaram-se econ\u00f4mica, financeira e socialmente. Mas tudo foi preparado para isso, com base nos tratados europeus, documentos de rendi\u00e7\u00e3o incondicional dos povos, anulando a soberania e democracia, para depois permitir a interven\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos &#8220;Procedimentos de D\u00e9fice Excessivo&#8221;.<\/p>\n<p><strong>4 \u2013 Idolatria europe\u00edsta ou lobotomia?<\/strong><\/p>\n<p>Quando se ouvem os comentadores &#8220;independentes&#8221; fica-se na d\u00favida se sofreram alguma abla\u00e7\u00e3o cerebral [4] ou se se converteram a uma esp\u00e9cie de idolatria europe\u00edsta. Talvez apenas se tenham posto em leil\u00e3o no mercado neoliberal. Falam de qu\u00ea? Dizem que a Gr\u00e9cia n\u00e3o fez reformas e que n\u00e3o cumpriu os acordos. Por\u00e9m, nunca se ouve dizer que reformas e que acordos n\u00e3o cumpriram e que diferen\u00e7as fariam. Os propagandistas servem-se da mentira e falam por c\u00f3digo: \u00e9 o caso das &#8220;reformas&#8221;, quando mesmo em termos sociais-democratas, se trata de contra-reformas.<\/p>\n<p>O debate sobre assuntos europeus est\u00e1 inquinado \u00e0 partida. N\u00e3o se pode discutir logicamente e racionalmente o que \u00e9 il\u00f3gico e incongruente. [5] As &#8220;regras da UE&#8221; tornaram-se a dogm\u00e1tica do europe\u00edsmo. Tudo o que com toda a evid\u00eancia seria vantajoso para o pa\u00eds e o seu povo, n\u00e3o pode ser pois: &#8220;temos de cumprir as regras da UE&#8221;. Assim se justificam comentadores e gente do PS, PSD, CDS face a tudo o que de perto ou de longe belisque as oligarquias e a hegemonia alem\u00e3.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o para que servem e a quem servem essas regras? Esta quest\u00e3o nunca \u00e9 colocada. Quando a &#8220;nova direita&#8221; \u2013 como Remy Herrera acha que se deviam chamar os &#8220;partidos socialistas&#8221; \u2013 diz querer menos austeridade n\u00e3o entende ou finge n\u00e3o entender que a austeridade n\u00e3o \u00e9 o problema: \u00c9 a solu\u00e7\u00e3o! A solu\u00e7\u00e3o para um capitalismo decadente que se reduziu \u00e0 sua vers\u00e3o rentista. O problema \u00e9 o capitalismo! O capitalismo n\u00e3o sobrevive, pelo menos em paz, sem expans\u00e3o e dom\u00ednio de novos mercados externos. Trata-se de dominar toda a Europa \u2013 do Atl\u00e2ntico aos Urais \u2013 de forma neocolonial. Por isso est\u00e1 tamb\u00e9m em curso a opera\u00e7\u00e3o Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>A seita europe\u00edsta n\u00e3o est\u00e1 preocupada com a pobreza crescente, a estagna\u00e7\u00e3o, a perda de democracia na UE. O que os preocupa, \u00e9 que os &#8220;euroc\u00e9ticos&#8221; podem ganhar apoios com esta situa\u00e7\u00e3o. Isto \u00e9, que camadas populares e intelectuais cr\u00edticas tenham voz!<\/p>\n<p>A falta de raz\u00e3o \u00e9 total. Perante o avolumar de problemas que se faziam sentir pelo menos desde o euro, os comentadores aven\u00e7ados propalavam que era preciso &#8220;a Europa falar a uma s\u00f3 voz&#8221; e acabou-se com a unanimidade na quase totalidade das quest\u00f5es. Os problemas aumentaram. Tivemos ent\u00e3o a propaganda do Tratado Or\u00e7amental, &#8220;a regra de ouro&#8221;, peso de chumbo para submergir os povos. Os &#8220;europe\u00edstas&#8221; esperam \u00e0 maneira dos alquimistas que o chumbo se transforme em ouro\u2026<\/p>\n<p>Depois foi a triste cena da Constitui\u00e7\u00e3o Europeia e o remendo do Tratado de Lisboa, o mesmo chorrilho de mentiras, de fraude relativamente a compromissos eleitorais e a chantagem sobre os povos que disseram n\u00e3o. A propaganda europe\u00edsta atingiu aqui inusitados n\u00edveis de cinismo pol\u00edtico num sistema democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>Agora os panglossianos do federalismo, mesmo perante as cat\u00e1strofes em curso, acham que tudo vai pelo melhor dos mundos e dedicam-se a anestesiar a opini\u00e3o p\u00fablica com a uni\u00e3o banc\u00e1ria e a uni\u00e3o econ\u00f4mica. Quais as consequ\u00eancias? Na realidade, s\u00e3o t\u00e3o cred\u00edveis agora como o foram antes com o euro e o tratado or\u00e7amental.<\/p>\n<p>S\u00e3o os mesmos que dizem que &#8220;os alem\u00e3es&#8221; n\u00e3o t\u00eam de pagar para gregos, portugueses, espanh\u00f3is ou italianos. Mas ent\u00e3o que federalistas s\u00e3o estes?! Claro que n\u00e3o pagam, &#8220;os alem\u00e3es&#8221; s\u00f3 recebem! Mas quais? A popula\u00e7\u00e3o em risco de pobreza ou exclus\u00e3o social na Alemanha em 2013, era de 20,3%. (dados Eurostat) Entre 2005 e 2014, a Alemanha acumulou como diferen\u00e7a entre RN e PIB 574,8 mil milh\u00f5es de euros: a Gr\u00e9cia perdeu 40,1 mil milh\u00f5es, Portugal 50,7 mil milh\u00f5es. [6]<\/p>\n<p>Contrariamente \u00e0s ilus\u00f5es europe\u00edstas o sistema \u00e9 incapaz de resolver os problemas provocados pela financeiriza\u00e7\u00e3o da economia a favor do rentismo e da usura. A UE que concebem e idealizaram n\u00e3o existe, \u00e9 na realidade uma quimera, uma monstruosidade. S\u00e3o os monop\u00f3lios e a finan\u00e7a que ditam a lei, fixam taxas de juro, criam moeda e se necess\u00e1rio nacionalizam preju\u00edzos.<\/p>\n<p>Compete \u00e0s for\u00e7as progressistas a luta persistente pelo esclarecimento e unidade das massas populares, para derrotar de vez a atual de degenera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>1. <a href=\"http:\/\/resistir.info\/v_carvalho\/www.counterpunch.org\">Europe&#8217;s New Road to Serfdom<\/a> , Michael Hudson June 3 \/ 5, 2011;<\/p>\n<p>2. <a href=\"http:\/\/www.simedicos.pt\/Noticias\/Governo-alemao-confirma-Berlim-quer-ocupar-Atenas-e-talvez-Lisboa_6305.aspx\">Governo alem\u00e3o confirma: Berlim quer ocupar Atenas e talvez Lisboa<\/a> , 30-01-2012;<\/p>\n<p>3. <a href=\"http:\/\/resistir.info\/v_carvalho\/acerca_de_negociacoes.html\">Acerca de negocia\u00e7\u00f5es: li\u00e7\u00f5es do caso Syriza<\/a> , Daniel Vaz de Carvalho,<br \/>\n4. O autor tratou este tema na novela &#8220;Ritual de Passagem&#8221;, em &#8220;O Triunfo de Diana e outros contos&#8221;, Chiado Editora, 2013;<\/p>\n<p>5. Como cabalmente demonstra, por exemplo, Remy Herrera no seu livro &#8220;La maladie degenerative de l&#8217;economie&#8221;, que ser\u00e1 abordado proximamente neste site;<\/p>\n<p>6. Eug\u00e9nio Rosa, <a href=\"http:\/\/resistir.info\/e_rosa\/ue_alemanha_31jan15.html\">A UE e o Euro serviram para enriquecer a Alemanha<\/a> , e <a href=\"http:\/\/resistir.info\/e_rosa\/grecia_02jul15.html\">Gr\u00e9cia: um pa\u00eds e um povo em luta pela sua dignidade e pelo seu futuro<\/a><\/p>\n<p>Este artigo encontra-se em<\/p>\n<p>http:\/\/resistir.info\/v_carvalho\/grecia_07jul15.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Daniel Vaz de Carvalho &#8220;Perdoai as nossas d\u00edvidas assim como n\u00f3s perdoamos aos nossos devedores&#8221;, Mateus 6.12, da mais importante ora\u00e7\u00e3o crist\u00e3, \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/8843\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[107],"tags":[],"class_list":["post-8843","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c120-grecia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2iD","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8843","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8843"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8843\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8843"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8843"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8843"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}