{"id":9272,"date":"2015-09-05T10:54:51","date_gmt":"2015-09-05T13:54:51","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=9272"},"modified":"2015-09-24T23:50:17","modified_gmt":"2015-09-25T02:50:17","slug":"vamos-dar-tudo-para-conquistar-este-pais-que-nos-foi-roubado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/9272","title":{"rendered":"\u201cVamos Dar Tudo Para Conquistar Este Pa\u00eds Que Nos Foi Roubado"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.odiario.info\/b2-img\/Leila_Khaled.jpg?w=747\" alt=\"\" \/>Leila Khaled<\/p>\n<p>\u201cNa \u00faltima agress\u00e3o a Gaza vimos os trabalhadores nos portos dos Estados Unidos e de \u00c1frica a fazer boicote aos produtos israelitas e a recusarem-se a descarregar os barcos israelitas.<!--more--><\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma express\u00e3o real da solidariedade dos trabalhadores com os palestinos que est\u00e3o a ser mortos, que est\u00e3o a sofrer o holocausto israelita. Sabemos e cremos que os trabalhadores de Portugal, os sindicatos, poder\u00e3o levar a cabo esta a\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Boa tarde<\/p>\n<p>Em nome da Frente Popular para a Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina, em nome do Conselho Nacional Palestino, em nome do Secret\u00e1rio-Geral da Frente Popular para a Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina, que agora est\u00e1 sujeito a isolamento numa pris\u00e3o israelita, uma sauda\u00e7\u00e3o de luta e um agradecimento por este momento de solidariedade com o povo palestino.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o, tamb\u00e9m, ao CPPC, \u00e0 CGTP, ao MPPM e tamb\u00e9m ao Munic\u00edpio de Almada por este convite para estar convosco e tamb\u00e9m pelo acolhimento cordial que encontr\u00e1mos aqui.<br \/>\nQuero agradecer a todos os que falaram esta manh\u00e3 e esta tarde por esta solidariedade com o povo palestino.<\/p>\n<p>De manh\u00e3, o Embaixador da Palestina falou sobre o 29 de Novembro que \u00e9 o dia da Parti\u00e7\u00e3o da Palestina. N\u00f3s comemoramos esse dia com manifesta\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es com muita revolta. \u00c9 um dia muito triste para o povo palestino. Mas depois do ter come\u00e7ado a revolu\u00e7\u00e3o palestina, a seguir \u00e0 guerra de 1967, o mundo come\u00e7ou a dizer que \u00e9 o Dia de Solidariedade com o Povo Palestino. A partir desse dia, o mundo fez uma revis\u00e3o na sua consci\u00eancia do seu grave erro pelo que fez ao povo palestino.<\/p>\n<p>O nosso povo n\u00e3o tem que pagar este alto pre\u00e7o, n\u00e3o tem nada a ver com o que fez o nazismo na Europa. N\u00f3s n\u00e3o queim\u00e1mos os judeus, n\u00e3o os pusemos nas pris\u00f5es. Foi o nazismo que fez isso. E agora vemos que o sionismo faz o mesmo conosco.<\/p>\n<p>Temos de voltar a ver as coisas como elas s\u00e3o. Quem p\u00f4s Israel na nossa terra foi o movimento sionista internacional e o imperialismo. Este mundo criou a mentira sionista, esta grande mentira que dizia que esta terra era uma terra sem povo para um povo sem terra. O mundo v\u00ea-nos como se Israel tivesse direito a estar nas nossas terras. Mas a Hist\u00f3ria v\u00ea que ali h\u00e1 um s\u00f3 povo e que treinam outro para viver na sua terra. E tamb\u00e9m estivemos quase vinte anos a ensinar aos nossos filhos que os nossos inimigos n\u00e3o s\u00e3o os judeus, os nossos inimigos s\u00e3o os sionistas. H\u00e1 muito equ\u00edvoco sobre a quest\u00e3o religiosa. N\u00f3s respeitamos todas as religi\u00f5es, incluindo a religi\u00e3o judaica. N\u00f3s sabemos a diferen\u00e7a entre a religi\u00e3o judaica e o movimento sionista, que \u00e9 um movimento racista reacion\u00e1rio.<\/p>\n<p>Este movimento sionista encontrou, no colonialismo dos anos 40, o apoio de que precisava para o seu projeto de cria\u00e7\u00e3o de Israel. Este \u00e9 o principal problema que temos na nossa regi\u00e3o. Este conflito come\u00e7a em 1917 com a declara\u00e7\u00e3o Balfour. Foi quando o colonialismo brit\u00e2nico, que estava na Palestina, decidiu o estabelecimento de um lar nacional para os judeus na Palestina. E desde aquela declara\u00e7\u00e3o que o nosso povo est\u00e1 a lutar contra esta mentira. E desde aquele momento que estamos a sofrer com o que fez o movimento sionista e o movimento dos colonialistas ocidentais.<\/p>\n<p>Vou dar uma explica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica sobre este conflito. Posso dizer como podemos ser solid\u00e1rios com os povos oprimidos.<\/p>\n<p>Comecemos por recordar o que se passou na \u00c1frica do Sul.<br \/>\nTodo o mundo fez boicote ao apartheid na \u00c1frica do Sul: boicote aos produtos, boicote \u00e0s universidades, boicote a n\u00edvel diplom\u00e1tico. E tamb\u00e9m os ativistas conseguiram isolar o regime da \u00c1frica do Sul. O que come\u00e7ou por ser uma a\u00e7\u00e3o solid\u00e1ria, a partir de uma postura nobre e corajosa, evoluiu at\u00e9 ser um facto real. Esta experi\u00eancia triunfou e este movimento de solidariedade conseguiu terminar com a segrega\u00e7\u00e3o racial.<\/p>\n<p>Durante este boicote, esta luta, contra a \u00c1frica do Sul havia dois pa\u00edses que estavam a favor: eram os Estados Unidos e Israel. Isto significa que estes dois estados s\u00e3o o perigo real para a paz mundial. Diz-se que nos Estados Unidos se terminou com o racismo, mas vimos o que se passou h\u00e1 alguns dias no Missouri: um pol\u00edcia branco matou um jovem negro, s\u00f3 por ser negro, e n\u00e3o foi condenado.<\/p>\n<p>Eu pergunto, \u00e9 poss\u00edvel levar a cabo uma solidariedade com o boicote? Eu digo que sim.<\/p>\n<p>Fazer boicote aos produtos israelitas pode-se fazer melhor substituindo-os por produtos nacionais, pois aqueles s\u00e3o produtos da viola\u00e7\u00e3o de direitos porque sobretudo s\u00e3o roubados das nossas terras, das nossas \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Por mais de uma vez, muitas universidades americanas, muitas universidades brit\u00e2nicas fizeram boicote \u00e0s universidades israelitas, sob o nome de boicote acad\u00e9mico.<\/p>\n<p>Na \u00faltima agress\u00e3o a Gaza vimos os trabalhadores nos portos dos Estados Unidos e de \u00c1frica a fazer boicote aos produtos israelitas e a recusarem-se a descarregar os barcos israelitas.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma express\u00e3o real da solidariedade dos trabalhadores com os palestinos que est\u00e3o a ser mortos, que est\u00e3o a sofrer o holocausto israelita. Sabemos e cremos que os trabalhadores de Portugal, os sindicatos, poder\u00e3o levar a cabo esta a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m outra forma de ser solid\u00e1rio com o nosso povo \u00e9 levar a cabo umas campanhas, por exemplo, com os pre\u00e7os. Isso pode ter muitas formas.<\/p>\n<p>Uma campanha que se pode levar a cabo \u00e9 contra o bloqueio \u00e0 Faixa de Gaza. Todos viram como Israel tratou os barcos que chegaram \u00e0s costas de Gaza e assassinaram gente solid\u00e1ria que vinha no barco Marmarai.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m os parlamentos podem ter um papel no isolamento deste estado israelita. Queremos saudar a postura honrosa do Parlamento portugu\u00eas. Ontem estivemos no Parlamento, estivemos com delega\u00e7\u00f5es parlamentares e com Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina. N\u00e3o sabem como teve influ\u00eancia nos nossos cora\u00e7\u00f5es. Deram-nos um pouco mais de coragem para poder lutar contra este estado racista de Israel.<\/p>\n<p>Muito obrigada ao Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina. N\u00f3s vos saudamos.<\/p>\n<p>N\u00e3o quero prolongar a minha interven\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 algumas quest\u00f5es que quero deixar muito claras. Vamos chegar a um acordo sobre estes temas.<\/p>\n<p>Vamos \u00e0 primeira quest\u00e3o: o que \u00e9 o terrorismo?<\/p>\n<p>O terrorismo \u00e9 a ditadura, \u00e9 a viol\u00eancia, \u00e9 a tirania. O pior terrorismo \u00e9 a ocupa\u00e7\u00e3o. N\u00f3s todos estamos contra o terrorismo. Mas sabeis que, no nosso caso, este terrorismo n\u00e3o se pode derrotar sen\u00e3o pela resist\u00eancia, em todas as suas formas, e em primeiro lugar pela luta armada.<\/p>\n<p>Voc\u00eas sabem que n\u00e3o podiam disfrutar democracia nos tempos da ditadura. Temos que vos felicitar pelos 40 anos da Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos. O povo portugu\u00eas deu muito para conquistar a sua liberdade. E n\u00f3s tamb\u00e9m. Como povo palestino \u00e1rabe n\u00f3s fazemos parte desse povo do mundo e vamos dar tudo para conseguir este pa\u00eds que nos foi roubado.<\/p>\n<p>Quero dizer \u00e0 companheira que falou sobre os trabalhadores numa base religiosa que qualquer estado que se constitui sobre bases religiosas \u00e9 um estado fascista. O governo israelita, que \u00e9 o governo dos colonos, que \u00e9 o governo dos extremistas, fez uma lei dizendo que Israel \u00e9 o Estado dos judeus a n\u00edvel mundial. Esta lei que fizeram \u00e9 uma lei racista e esta lei vai terminar com o estado israelita.<\/p>\n<p>Agora o mundo \u00e9 como um povo pequeno e vemos que os povos est\u00e3o mais perto uns dos outros e h\u00e1 interc\u00e2mbio entre eles sobre as bases da cordialidade e da humanidade.<\/p>\n<p>E aquela lei o que faz \u00e9 que qualquer pessoa que considere que \u00e9 judeu pode ir ali e dizer que aquela terra \u00e9 sua. E este \u00e9 o pior racismo contra o povo palestino. Para o palestino que vive em \u201cIsrael\u201d hoje em dia, isso significa que o v\u00e3o expulsar, que vai haver uma pol\u00edtica de expuls\u00f5es.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o qual \u00e9 solu\u00e7\u00e3o? O que \u00e9 claro \u00e9 que n\u00e3o aceitamos a tirania e t\u00e3o pouco admitimos que violem os direitos do nosso povo. N\u00e3o aceitamos que nos agridam todos os dias, que destruam as nossas casas, arranquem as nossas \u00e1rvores, roubem as nossas terras, roubem a nossa \u00e1gua. A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 resistir a isto, n\u00e3o h\u00e1 outra via.<\/p>\n<p>Fazemos a todo o mundo esta pergunta: querem que nos deitemos ao mar? N\u00f3s dizemos que n\u00e3o. Dizemos que n\u00e3o, mas voc\u00eas sabem que o direito internacional afirma que os povos t\u00eam o direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o e um povo, para conseguir o seu direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o, tem que estar nas suas terras. Sabeis que h\u00e1 seis milh\u00f5es de palestinos que vivem fora das suas casas, que s\u00e3o refugiados? N\u00e3o nos permitem nem visitar a nossa terra. Eu n\u00e3o posso ir \u00e0 cidade onde nasci. Assim como eu, est\u00e3o seis milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Como podemos conseguir o nosso direito de autodetermina\u00e7\u00e3o fora das nossas terras? N\u00f3s temos o direito de regressar \u00e0s nossas terras. Assim, n\u00f3s decidimos que o nosso direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o est\u00e1 ligado a isso.<\/p>\n<p>N\u00f3s sabemos que esta solu\u00e7\u00e3o, tal como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o a n\u00edvel internacional, n\u00e3o nos pode permitir regressar. Temos reclamado uma solu\u00e7\u00e3o. Temos dito que vamos conseguir os nossos direitos nacionais. E reclam\u00e1mos o nosso direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o, a um Estado Palestino, o direito ao regresso e a ter a capital em Jerusal\u00e9m. Israel recusa isso. Ent\u00e3o qual \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o? Israel recusa, recusa, recusa a nossa solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nas Na\u00e7\u00f5es Unidas h\u00e1 um comit\u00e9 especial para a quest\u00e3o Palestina, mas este comit\u00e9 n\u00e3o pode aplicar as resolu\u00e7\u00f5es sobre a Palestina. Foi decidido anteriormente criar dois estados para dois povos. Agora, como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 imposs\u00edvel haver outro estado que n\u00e3o seja o estado de Israel. Israel apropriou-se de 60% da Cisjord\u00e2nia e construiu colonatos ilegais. Os colonatos est\u00e3o em zonas altas para dominar todas as cidades palestinas. Da Palestina hist\u00f3rica ficam-nos apenas 12% do territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Poder-se-\u00e1 crer que um povo que luta pelos seus direitos vai aceitar 12% do seu territ\u00f3rio nacional para fazer o seu Estado? N\u00f3s, que temos lutado e continuaremos a lutar, que temos estado presos, que temos sofrido, que fomos feridos e assassinados, n\u00f3s, como povo soberano, n\u00e3o aceitamos os 12%, queremos todo o territ\u00f3rio nacional palestino.<\/p>\n<p>Tentaram-se ent\u00e3o outras solu\u00e7\u00f5es para o conflito atrav\u00e9s de negocia\u00e7\u00f5es. Desde o ano de 1993, em que se assinaram os acordos de Oslo, o meu partido, que faz parte da OLP (Organiza\u00e7\u00e3o para a Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina), recusou esses acordos e essas negocia\u00e7\u00f5es, porque esses acordos foram assinados nas costas do povo palestino, porque eram negocia\u00e7\u00f5es secretas. Essas negocia\u00e7\u00f5es n\u00e3o trataram de nenhum direito do povo palestino. Depois de Oslo, depois de 21 anos de negocia\u00e7\u00f5es, o resultado \u00e9 mais colonialismo, aumento das deten\u00e7\u00f5es, aumento das mortes, quatro guerras contra o povo palestino e judaiza\u00e7\u00e3o da cidade de Jerusal\u00e9m. E o mundo est\u00e1 a ver. Refiro-me ao mundo a n\u00edvel oficial.<\/p>\n<p>Vamos fazer novamente a mesma pergunta: como vamos solucionar este problema?<\/p>\n<p>N\u00f3s dirigimo-nos ao Parlamento portugu\u00eas e propomos um encontro para um congresso internacional dirigido pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas e n\u00e3o pelos EUA, porque n\u00f3s conhecemos o que s\u00e3o os EUA, est\u00e3o sempre ao lado, a favor de Israel. Nesse congresso n\u00e3o poder\u00edamos negociar sobre nada. S\u00f3 pedimos que nesse congresso se apliquem todas as decis\u00f5es que est\u00e3o tomadas em rela\u00e7\u00e3o ao povo palestino, n\u00f3s queremos que se apliquem essas resolu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo h\u00e1 que sancionar Israel. N\u00f3s pedimos \u00e0 Autoridade Nacional Palestina que ratifique o Estatuto de Romaiv porque isso nos permite ir ao Tribunal Penal Internacional para poder julgar os crimes de guerra israelitas. N\u00e3o se pode permitir que escape o criminoso do seu crime. Como pode a v\u00edtima aceitar que o criminoso, o verdugo, escape para levar a cabo as suas a\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>Quero dizer que o nazismo custou a este mundo a segunda guerra mundial. Temos de esperar que o movimento sionista fa\u00e7a a terceira guerra mundial?<\/p>\n<p>A paz mundial est\u00e1 amea\u00e7ada por for\u00e7as racistas. Em 2001 a Uni\u00e3o Europeia fez um referendo cuja pergunta era: Quem amea\u00e7a a paz mundial? Neste referendo, 59% da popula\u00e7\u00e3o disse que quem amea\u00e7a a paz mundial \u00e9 Israel e os Estados Unidos. E qual foi a postura israelita? Israel disse que os povos da Europa s\u00e3o povos antissemitas, atacou-os a todos como antissemitas. Israel est\u00e1 disposto a dizer que todo o mundo est\u00e1 contra eles. Esta mentira, querem diz\u00ea-la muitas vezes.<br \/>\nTemos que ensinar a estes criminosos, a estes agressores, a estes racistas, que a humanidade \u00e9 a \u00fanica forma de viver em paz. Temos que isol\u00e1-los para que aprendam isso. Fazer o boicote. As campanhas de boicote s\u00e3o muito ben\u00e9ficas.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o mais uma vez. Vou levar esta resolu\u00e7\u00e3o para as minhas companheiras e os meus companheiros no Conselho Nacional Palestino. Este \u00e9 um dos presentes mais bonitos que recebi.<\/p>\n<p>Muito obrigada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Leila Khaled \u201cNa \u00faltima agress\u00e3o a Gaza vimos os trabalhadores nos portos dos Estados Unidos e de \u00c1frica a fazer boicote aos produtos \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/9272\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[78],"tags":[],"class_list":["post-9272","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c91-solidariedade-a-palestina"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2py","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9272","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9272"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9272\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9272"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9272"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9272"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}