{"id":9395,"date":"2015-09-23T22:17:13","date_gmt":"2015-09-24T01:17:13","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=9395"},"modified":"2015-10-22T22:08:07","modified_gmt":"2015-10-23T01:08:07","slug":"as-armas-israelenses-exacerbam-as-atrocidades-na-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/9395","title":{"rendered":"As armas israelenses exacerbam as atrocidades na \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" height=\"400\" width=\"620\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.resumenlatinoamericano.org\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/rtrlfive202086-620x400.jpg?resize=620%2C400\" alt=\"imagem\" \/>Por Rania Khalek \/ Resumen Latinoamericano \/ The Electroic Intifada \/ 16 de setembro de 2015 \u2013 (Traduzido do ingl\u00eas para Rebeli\u00f3n por Beatriz Morales Bastos)<\/p>\n<p>As armas israelenses est\u00e3o exacerbando as atrocidades no Sud\u00e3o do Sul, segundo um informe da ONU que apresenta novos dados sobre o herm\u00e9tico tr\u00e1fico de armas israelenses na \u00c1frica. Este informe,<!--more--> elaborado por uma equipe de investiga\u00e7\u00e3o reunida pelo Conselho de Seguran\u00e7a da ONU, apresenta provas fotogr\u00e1ficas de que o arsenal do ex\u00e9rcito e da pol\u00edcia do Sud\u00e3o do Sul possui rifles autom\u00e1ticos fabricados pela empresa Israel Military Industries (IMI, Ind\u00fastrias Militares Israelenses). Estas armas, que s\u00e3o conhecidas como Galil ACE, s\u00e3o utilizadas particularmente por guarda-costas de pol\u00edticos de alto escal\u00e3o e oficiais superiores do ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p>Em 2011, a independ\u00eancia do Sud\u00e3o do Sul foi concedida ap\u00f3s uma guerra civil que durou v\u00e1rias d\u00e9cadas. A poucos dias do estabelecimento do pa\u00eds, as principais figuras da ind\u00fastria armamentista israelense come\u00e7aram a promover seus interesses neste novo aliado contra a influ\u00eancia do Ir\u00e3 no Sud\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde sua divis\u00e3o em 2011, o Sud\u00e3o do Sul sumiu em uma guerra civil entre fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas opostas.<\/p>\n<p>Segundo o informe da ONU, o ex\u00e9rcito do Sud\u00e3o do Sul e as mil\u00edcias alinhadas com o governo est\u00e3o empregando uma \u201cpol\u00edtica de terra arrasada\u201d, caracterizada pela viola\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de mulheres e meninas, por assassinatos indiscriminados e pela queima de povos inteiros com as fam\u00edlias dentro de seus lares.<\/p>\n<p>O Sud\u00e3o do Sul n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds africano no qual a ind\u00fastria armamentista israelense se beneficia do derramamento de sangue.<\/p>\n<p>Segundo o Instituto Internacional de Estudos pela Paz de Estocolmo (SIPRI, sigla em ingl\u00eas), Israel n\u00e3o oferece uma informa\u00e7\u00e3o detalhada sobre o tr\u00e1fico de armas, a maioria do qual \u00e9 negociado por meio de obscuros intermedi\u00e1rios que, normalmente, s\u00e3o aposentados de seu ex\u00e9rcito ou expatriados civis israelenses.<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, nos \u00faltimos anos tanto algumas reportagens jornal\u00edsticas ocasionais como declara\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de funcion\u00e1rios e investiga\u00e7\u00f5es realizadas pelas ONG, lan\u00e7aram luz sobre a participa\u00e7\u00e3o militar em mais cantos da \u00c1frica do que \u00e9 poss\u00edvel detalhar em um s\u00f3 artigo. Gra\u00e7as a essas fontes, o SIPRI pode documentar a venda de grande quantidade de armas israelenses a Camar\u00f5es, Chade, Guin\u00e9 Equatorial, Lesoto, Nig\u00e9ria, Ruanda, Seicheles, \u00c1frica do Sul e Uganda de 2006 a 2010.<\/p>\n<p>Um traficante de armas por excel\u00eancia<\/p>\n<p>Apesar de seu reduzido tamanho, durante d\u00e9cadas Israel esteve entre os dez principais exportadores de armas do mundo, uma proeza impressionante para uma na\u00e7\u00e3o que geograficamente n\u00e3o \u00e9 maior que Nova Jersey. Isto se deve, em parte, ao fato de que Israel utiliza as ocupadas Cisjord\u00e2nia e Gaza como\u00a0laborat\u00f3rios\u00a0para provar e refinar tanto as armas como os m\u00e9todos de domina\u00e7\u00e3o e de controle, o que permite \u00e0s empresas de armas israelenses promoverem seus produtos como \u201cprovados em batalha\u201d e \u201cprovados em combate\u201d, cobi\u00e7adas qualifica\u00e7\u00f5es que conferem \u00e0 na\u00e7\u00e3o uma vantagem competitiva no com\u00e9rcio internacional de armas.<\/p>\n<p>O \u00eaxito de Israel tamb\u00e9m pode ser atribu\u00eddo a sua vontade de fazer neg\u00f3cios com regimes repressivos aos quais, inclusive os Estados Unidos e os pa\u00edses europeus, evitam armar diretamente.<\/p>\n<p>No caso do Sud\u00e3o do Sul, a magnitude das atrocidades levou a Uni\u00e3o Europeia a impor um embargo de armas e san\u00e7\u00f5es contra os dirigentes militares do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Da mesma maneira, os Estados Unidos suspenderam a ajuda militar e impuseram san\u00e7\u00f5es, ainda que precisassem indicar que o governo Obama contribuiu com entusiasmo para aumentar o ex\u00e9rcito do Sud\u00e3o do Sul, ainda que soubessem que contava com v\u00e1rios milhares de meninos soldados em suas fileiras.<\/p>\n<p>No entanto, recentemente, no m\u00eas de junho, Israel convidou o Sud\u00e3o do Sul para uma exposi\u00e7\u00e3o de armas.<\/p>\n<p>Contribuir com o genoc\u00eddio<\/p>\n<p>O atuar como condutor de armas para regimes assassinos n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno novo para Israel. Sob a lideran\u00e7a do ent\u00e3o primeiro ministro Yitzhak Rabin e do ent\u00e3o ministro de Exteriores Shimon Peres, Israel forneceu tanto ao governo ruand\u00eas dominado pelos hutus como ao ex\u00e9rcito rebelde liderado por Kagame balas, rifles e granadas enquanto estava ocorrendo o genoc\u00eddio naquele pa\u00eds na d\u00e9cada de 1990.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de armar os assassinos, Israel adestrou o ex\u00e9rcito e as for\u00e7as paramilitares ruandesas durante os anos que levaram ao banho de sangue.<\/p>\n<p>Afirma-se que depois de percorrer o cen\u00e1rio dos assassinatos de um traficante de armas israelense se vangloriou de ser humanit\u00e1rio por ajudar as v\u00edtimas a morrer rapidamente com balas ao inv\u00e9s de machadadas: \u201cNa realidade sou um m\u00e9dico\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, Israel mant\u00e9m uma estreita rela\u00e7\u00e3o com [Paul] Kagame, o atual presidente autocr\u00e1tico de Ruanda, que conta com um forte apoio do Ocidente.<\/p>\n<p>Um dep\u00f3sito de armas para d\u00e9spotas<\/p>\n<p>Enquanto declinam os contratos de armas israelenses assinados pelos Estados Unidos e pela Europa devido \u00e0s redu\u00e7\u00f5es dos or\u00e7amentos de defesa, os pa\u00edses em vias de desenvolvimento na Am\u00e9rica Latina e \u00c1frica se convertem nos mercados de Israel que mais rapidamente crescem.<\/p>\n<p>As vendas de armas israelenses \u00e0 \u00c1frica duplicaram entre 2012 e 2013, e aumentaram outros 40% em 2014, at\u00e9 chegar aos 318 milh\u00f5es de d\u00f3lares esse ano. N\u00e3o se sabe com certeza se este montante total equivale \u00e0s armas e treinamento que Israel promoveu em Uganda e possivelmente em Ruanda, como compensa\u00e7\u00e3o por ter aceitado acolher os refugiados africanos expulsos de Israel. Ainda que Israel n\u00e3o tenha escr\u00fapulos em contribuir \u00e0 agita\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses africanos,\u00a0se nega a conceder asilo em seu territ\u00f3rio \u00e0s pessoas africanas. Em vez disso, prefere encarcer\u00e1-las e deport\u00e1-las aos horrores dos quais tinham escapado. Algumas delas foram encarceradas, torturadas e inclusive assassinadas a partir do momento que foram expulsas.<\/p>\n<p>O que est\u00e1 claro \u00e9 que entre os clientes africanos de Israel est\u00e3o os principais regimes n\u00e3o democr\u00e1ticos que oprimem brutalmente seus cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>Um comandante aposentado do ex\u00e9rcito israelense, Mayer Heretz,\u00a0treina a Brigada de Interven\u00e7\u00e3o R\u00e1pida de Camar\u00f5es (BIR), que realiza assassinatos e \u201cdesaparecimentos\u201d extrajudiciais rotineiros. Em 2009, se empenhou em esmagar as manifesta\u00e7\u00f5es contra a desigualdade econ\u00f4mica e assassinou uns cem manifestantes.<\/p>\n<p>Outro comandante aposentado do ex\u00e9rcito israelense, Avi Sivan, treinou a tristemente c\u00e9lebre e brutal unidade da guarda presidencial de Camar\u00f5es, vital para manter h\u00e1 33 anos a regime do ditador Paul Biya.<\/p>\n<p>O controle prolongado de regimes repressivos na \u00c1frica \u00e9 uma velha tradi\u00e7\u00e3o israelense. Nas d\u00e9cadas de 1970 e de 1980, Israel\u00a0equipou belicamente o regime de apartheid sul-africano com armas com as quais violou as san\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n<p>Salvaguardar o saqueio corporativo<\/p>\n<p>D\u00e9cadas de roubo e coloniza\u00e7\u00e3o de terras e recursos palestinos qualificaram Israel com uma per\u00edcia \u00fanica em submeter a resist\u00eancia e manter o saqueio colonial.<\/p>\n<p>Como explicou Jimmy Johnson, um ativista e investigador do tr\u00e1fico de armas de Israel, \u201co nacionalismo etnoc\u00eantrico do s\u00e9culo XIX, que levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de Israel [\u2026] muitas vezes oculta o fato de que a desapropria\u00e7\u00e3o dos palestinos incluiu uma generalizada transfer\u00eancia ascendente de riqueza do colonizado ao colonizador, do ocupado ao ocupante\u201d.<\/p>\n<p>Israel n\u00e3o se limita a entregar armas \u00e0 \u00c1frica, oferecendo um exitoso modelo para garantir a pilhagem do neocolonialismo obtido de uma cada vez maior classe baixa despossu\u00edda e abandonada pelos estragos do capitalismo globalizado. Como assinala Johnson, \u201cse exporta a ocupa\u00e7\u00e3o de Israel para luta contra a redistribui\u00e7\u00e3o da riqueza\u201d.<\/p>\n<p>Ao sul de Camar\u00f5es, as companhias militares israelenses embolsam milh\u00f5es de d\u00f3lares vendendo armamento \u00e0 pequena na\u00e7\u00e3o da Guiana Equatorial, rica em petr\u00f3leo. Na Guin\u00e9 Equatorial vive uma das sociedades mais desiguais do mundo.<\/p>\n<p>O impiedoso ditador da antiga col\u00f4nia espanhola, Teodoro Obiang, enriqueceu gra\u00e7as aos generosos pagamentos de algumas companhias petroleiras estadunidenses que, em troca, exploram sem obst\u00e1culos as enormes reservas de petr\u00f3leo do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para manter seu controle, Obiang depende de uma guarda presidencial quase com seguran\u00e7a treinada por Israel, ao mesmo tempo em que conta com o armamento israelense aperfei\u00e7oado em Gaza, para proteger as plataformas petroleiras de Exxon.<\/p>\n<p>As for\u00e7as de seguran\u00e7a de Obiang t\u00eam a p\u00e9ssima reputa\u00e7\u00e3o de torturar de forma generalizada e executar sumariamente os oponentes pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Em 2008, Israel conseguiu um acordo de compra de armas avaliado em 100 milh\u00f5es de d\u00f3lares com a Guin\u00e9 Equatorial, que implicava a compra de quatro barcos patrulheiros IMI Shaldag e um barco de m\u00edsseis Saar, fabricados pela [empresa israelense] Israel Shipyards. Segundo o jornal\u00a0Haaretz, \u201cos barcos IMI est\u00e3o destinados a garantir os direitos petroleiros no mar\u201d. S\u00e3o os mesmos barcos que utiliza a Armada israelense para fazer cumprir o bloqueio por mar a Gaza e disparar em seus habitantes.<\/p>\n<p>Enquanto Israel ajuda as companhias petroleiras estadunidenses e a fam\u00edlia Obiang a enriquecerem, uma em cada dez crian\u00e7as da Guin\u00e9 Equatorial morre antes de completar cinco anos. Por outro lado, menos da metade da popula\u00e7\u00e3o tem acesso \u00e0 \u00e1gua limpa pot\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na prov\u00edncia de Cabinda, na Angola, o drone Aerostar, fabricado pela companhia israelense Aeronautics Defense Systems,\u00a0protege\u00a0as plataformas petroleiras mar\u00edtimas das companhias privadas, inclusive da Chevron.<\/p>\n<p>No delta do N\u00edger, diferentes ve\u00edculos de vigil\u00e2ncia israelense, inclu\u00eddos os\u00a0Aerostar e Seastar,\u00a0da Aeronautics, e o barco patrulheiro Shldag, da Israel Shipyards, protegem as plataformas petroleiras da Chevron de potenciais dificuldades ao saqueio por parte dessas companhias dos recursos da Nig\u00e9ria.<\/p>\n<p>A isto se soma o sistema de vigil\u00e2ncia da internet da Nig\u00e9ria, instalado pela principal empresa militar de Israel, Elbit Systems, em 2013.<\/p>\n<p>Exportar a \u201cguerra contra o terrorismo\u201d<\/p>\n<p>Com a ascens\u00e3o de Boko Haram, a Nig\u00e9ria adotou nos \u00faltimos anos a doutrina da \u201cguerra contra o terrorismo\u201d, que Israel foi o primeiro a fomentar para justificar sua incessante conquista da Palestina. \u201cIsrael foi um aliado fundamental e leal em nossa luta contra Boko Haram\u201d, afirmou no in\u00edcio deste ano um alto funcion\u00e1rio do governo nigeriano. \u201c\u00c9 uma triste realidade, mas Israel tem uma enorme experi\u00eancia de luta contra o terrorismo. Para nos ajudar, nossos parceiros israelenses est\u00e3o utilizando essa experi\u00eancia e a per\u00edcia \u00fanica obtida ao longo dos anos de luta contra o terrorismo dentro de suas pr\u00f3prias fronteiras\u201d, acrescentou, equiparando a resist\u00eancia palestina \u00e0 viol\u00eancia colonial israelense com o terrorismo perpetrado por um grupo militante com o qual os palestinos n\u00e3o t\u00eam rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um ativista crist\u00e3o nigeriano que apoia totalmente seu governo, declarou ao The Jerusalem Post\u00a0: \u201cSou como um colono israelense na Cisjord\u00e2nia em meio aos palestinos\u201d.<\/p>\n<p>Esta atitude foi simplesmente desastrosa.<\/p>\n<p>Desde 2012, com a desculpa de derrotar Boko Haram, o ex\u00e9rcito nigeriano executou extrajudicialmente 1.200 pessoas e deteve arbitrariamente 20.000 meninos e homens jovens, ao menos 7.000 dos quais morreram em centros de deten\u00e7\u00e3o de fome, neglig\u00eancias m\u00e9dicas ou devido \u00e0 superlota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Igualmente, os esquadr\u00f5es da norte do Qu\u00eania, na Unidade de Servi\u00e7o Geral, a ala paramilitar da pol\u00edcia e do ex\u00e9rcito desse pa\u00eds, adotaram o \u201cregulamento israelense\u201d para os assassinatos extrajudiciais dos cl\u00e9rigos mu\u00e7ulmanos que se expressam abertamente.<\/p>\n<p>V\u00e1rios oficiais de esquadr\u00f5es da norte foram entrevistados pelo Al Jazeera\u00a0no ano passado e revelaram que suas unidades s\u00e3o treinadas por Israel.<\/p>\n<p>\u201cExportar a experi\u00eancia do sionismo\u201d<\/p>\n<p>Em seu livro, publicado em 1987,\u00a0The Israeli Connection, Benjamin Beit-Hallahmi\u00a0qualificou o apoio que Israel oferece a v\u00e1rios tiranos de pa\u00edses em vias de desenvolvimento como \u201cresultado direto do que faz internamente\u201d. \u201cO que Israel est\u00e1 fazendo no Terceiro Mundo\u201d, afirmou Beit-Hallahmi, \u201c\u00e9, simplesmente, exportar a experi\u00eancia do sionismo no Oriente M\u00e9dio\u201d, caracterizada pela conquista e a pacifica\u00e7\u00e3o. Israel \u201cn\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 exportando uma tecnologia de domina\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m a vis\u00e3o de mundo que sustenta esta tecnologia\u201d, disse. Exporta \u201ca l\u00f3gica do opressor [\u2026], determinado estado de esp\u00edrito, o sentimento de que o Terceiro Mundo pode ser controlado e dominado, de que \u00e9 poss\u00edvel deter os movimentos radicais no Terceiro Mundo, de que, todavia, t\u00eam futuro as modernas Cruzadas\u201d.<\/p>\n<p>Isso \u00e9, precisamente, o que Israel est\u00e1 fazendo atualmente na \u00c1frica com algumas previs\u00edveis consequ\u00eancias mort\u00edferas.<\/p>\n<p>V\u00eddeo: https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=lUjOdjdH8Uk<\/p>\n<p>Fonte: http:\/\/www.resumenlatinoamericano.org\/2015\/09\/21\/las-armas-israelies-exacerban-las-atrocidades-en-africa\/<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Rania Khalek \/ Resumen Latinoamericano \/ The Electroic Intifada \/ 16 de setembro de 2015 \u2013 (Traduzido do ingl\u00eas para Rebeli\u00f3n por \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/9395\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-9395","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2rx","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9395","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9395"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9395\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9395"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9395"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9395"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}