{"id":944,"date":"2010-10-30T16:36:21","date_gmt":"2010-10-30T16:36:21","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=944"},"modified":"2017-11-30T14:07:43","modified_gmt":"2017-11-30T17:07:43","slug":"o-poder-da-propaganda-politica-sionista-e-como-combater","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/944","title":{"rendered":"O poder da propaganda pol\u00edtica sionista e como combater"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.youtube.com\/vi\/2Jd6eewcj9E\/0.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Poucos dias atr\u00e1s, navegando na internet, me deparei com um v\u00eddeo que me fez pensar. Trata-se de um v\u00eddeo gravado em algum lugar dos territ\u00f3rios palestinos ocupados em que se v\u00ea como v\u00e1rios palestinos, duas mulheres, um homem adulto e v\u00e1rias crian\u00e7as, tentando cruzar um posto de controle israelense para chegar ao hospital mais pr\u00f3ximo. Uma das mulheres palestinas est\u00e1 a ponto de dar \u00e0 luz &#8211; &#8220;Ela est\u00e1 sangrando! Grita seu companheiro aos soldados do posto de controle israelense! Em resposta, os israelenses fecharam a passagem com ve\u00edculos blindados, dizendo repetidas vezes pelo alto-falante: &#8220;Go, go go!\u201d\u201c. Ap\u00f3s alguns minutos,se apresenta uma ambul\u00e2ncia palestina disposta a embarcar a m\u00e3e e lev\u00e1-la ao hospital. Os palestinos parecem nutrir esperan\u00e7as que os soldados n\u00e3o se atreveriam a bloquear o caminho da ambul\u00e2ncia, mas se equivocam. A partir desse momento, se enfurece as ordens dos israelenses de limpar o caminho e v\u00e1rios ve\u00edculos blindados sionistas amea\u00e7am atacar a ambul\u00e2ncia, que finalmente n\u00e3o tem nenhuma escolha que partir em dire\u00e7\u00e3o oposta.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo, com poucas palavras, \u00e9 uma das provas mais flagrantes da brutalidade de Israel que eu j\u00e1 vi. \u00c9 verdade que tive a oportunidade de ver algumas coisas bastante espantosas antes, mas \u00e0s vezes, n\u00e3o \u00e9 a vis\u00e3o do sangue, nem dos membros expostos, ou corpos crivados de balas ou queimados pelo f\u00f3sforo que nos produz maior impacto. Por causa do complicado mecanismo psicol\u00f3gico cuja complexidade e causas ignoro, por vezes, nos impressionado mais ver um soldado israelense imberbe desencadeando uma bofetada em um velho palestino, ou uma crian\u00e7a vasculhar as ru\u00ednas de sua casa destru\u00edda, ou um campon\u00eas chorando no campo das oliveiras junto a um toco que uma vez foi uma oliveira.<\/p>\n<p>Pois bem, o v\u00eddeo que menciono \u00e9 um daqueles que possuem a qualidade de ser mais chocante que muitas das imagens que nos chega da Palestina. A raz\u00e3o desse poder est\u00e1, penso eu, de dois fatores: a banalidade aterradora e seu racismo infinito. Basicamente, s\u00e3o quatro minutos de grava\u00e7\u00e3o em que se expressa a quinta ess\u00eancia da ideologia sionista: o seu desprezo radical por toda a vida humana n\u00e3o judia.<\/p>\n<p>Pois bem, sendo como \u00e9 este, um testemunho gr\u00e1fico t\u00e3o absolutamente aterrorizante, e ainda assim t\u00e3o esclarecedor, imediatamente me veio \u00e0 mente a pergunta: como \u00e9 poss\u00edvel que nenhum grande meio de comunica\u00e7\u00e3o o tenha ecoado? Uma vez que este v\u00eddeo aporta chaves fundamentais para compreender o que est\u00e1 acontecendo na Palestina, que essas chaves podem ser facilmente decifradas por qualquer pessoa &#8211; culta ou iletrada, jovem ou velho, sueca, peruana ou zairense &#8211; em qualquer lugar do mundo e com um m\u00ednimo custo dos neur\u00f4nios e que, portanto, tem um valor informativo e pedag\u00f3gico imensur\u00e1veis; por isso como \u00e9 poss\u00edvel manter-lo escondido e silenciado? Os meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa encontram tempo e espa\u00e7o para levar ao grande p\u00fablico quest\u00f5es t\u00e3o transcendental como as cores dos vestidos das senhoras presentes no desfile militar em 12 de outubro e n\u00e3o t\u00eam lugar para mostrar este v\u00eddeo? O que est\u00e1 acontecendo aqui?<\/p>\n<p>Da &#8220;\u00fanica democracia no Oriente M\u00e9dio&#8221; tendemos a crer que j\u00e1 vimos de tudo. No entanto, devido ao div\u00f3rcio radical que em todas as quest\u00f5es relativas ao conflito israeli-palestino se produz entre a realidade e sua representa\u00e7\u00e3o, o fato \u00e9 que o cidad\u00e3o m\u00e9dio que vive fora das fronteiras do Estado de Israel (1) viu e v\u00ea muito pouco do que significa viver cada dia sob as botas e o tac\u00e3o do regime sionista. Em um ambiente saturado de novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o a maioria da popula\u00e7\u00e3o continua a ignorar as coisas mais b\u00e1sicas do conflito, por exemplo, e para citar apenas uma das principais, o que significa ser palestino numa cruel etnocracia talm\u00fadica cujos governantes levam mais de sessenta anos empenhados em assegurar por meios violentos a purifica\u00e7\u00e3o racial do territ\u00f3rio que controlam.<\/p>\n<p>Nossa ignor\u00e2ncia dos fatos que acontecem na Palestina n\u00e3o \u00e9 fortuita. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o majorit\u00e1rios se encarregam de filtrar e bloquear os atos di\u00e1rios de barb\u00e1rie israelense, de censurar as imagens que atestam a implac\u00e1vel matriz de controle que a pot\u00eancia colonial sionista h\u00e1 tecido sobre a sociedade palestina para sufoc\u00e1-la e for\u00e7\u00e1-la ao ex\u00edlio. Somente quando a magnitude ou a brutalidade dos fatos \u00e9 t\u00e3o grande que n\u00e3o h\u00e1 como esconder (por exemplo, quando Israel lan\u00e7a ofensivas genocidas sob centros de popula\u00e7\u00e3o civil, como em Gaza, ou quando assaltam navios em \u00e1guas internacionais, assassinando impunemente seus passageiros), os meios de comunica\u00e7\u00e3o encontram tempo para incluir em suas reportagens informa\u00e7\u00f5es sobre o que acontece no territ\u00f3rio controlado pelo regime sionista. No entanto, mesmo nesses casos, os coment\u00e1rios que acompanham as imagens s\u00e3o muitas vezes t\u00e3o tendenciosos que o espectador pode muito bem acabar convencido, entre outras coisas, de que foram os violentos passageiros do Mavi M\u00e1rmara os beatos comandos da marina sionistas que abordaram o navio empunhando buqu\u00eas de flores (a mortalidade subseq\u00fcente seria devido \u00e0 perf\u00eddia inata dos assassinados, provocadores natos dispostos a fazer qualquer coisa para desacreditar o Estado de Israel).<\/p>\n<p>E se porventura sucede, que apesar de todos os esfor\u00e7os da barb\u00e1rie sionista a aut\u00eantica face da ocupa\u00e7\u00e3o israelense persiste em mostrar-se nas imagens tendenciosas e em filtrar-se entre as linhas dos artigos e editoriais higienizados em favor de Israel, com o conseq\u00fcente risco de despertar do sono o leitor \/ espectador menos avisado, ent\u00e3o se acende as luzes vermelhas do departamento agitprop (agita\u00e7\u00e3o e propaganda) Sionista, se ativa seu aparato de controle de danos e se p\u00f5e em marcha seu imenso aparelho firewall (corta fogo).<\/p>\n<p>Recordemos os mais \u00f3bvio:<\/p>\n<p><strong>Censura e silenciamento: as not\u00edcias e as imagens que contradizem a vers\u00e3o israelense, ou bem se omitem, ou bem se maquiam e distorcem, de maneira que acabe distorcida e apagada a principal linha, essencial da informa\u00e7\u00e3o do conflito: a exist\u00eancia de um povo que implementa uma ocupa\u00e7\u00e3o e outro que sofre a ocupa\u00e7\u00e3o; a exist\u00eancia de um que \u00e9 o opressor e outro que \u00e9 o oprimido. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Acusa\u00e7\u00f5es indiscriminado de anti-semitismo. Esta \u00e9 a principal Arma de Difama\u00e7\u00e3o em Massa (ADM) do arsenal da propaganda sionista. Pode ser jogado sobre a cabe\u00e7a de qualquer pessoa que critique as a\u00e7\u00f5es de Israel, independentemente de sua ideologia, sua trajet\u00f3ria e, sobretudo, independente da solidez dos argumentos que coloca. Gra\u00e7as a esta arma, qualquer pessoa, \u00f3rg\u00e3o ou institui\u00e7\u00e3o que critique Israel (seja judeu ou goy) \u00e9 convertido num passe de m\u00e1gica em anti-semita. Uma arma eficaz para silenciar todos os opositores, mas, felizmente, a sua utiliza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica exagerado e extempor\u00e2nea est\u00e1 contribuindo para desprestigi\u00e1-la. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Ativa\u00e7\u00e3o imediata dos terminais medi\u00e1ticos operados pelos intelectuais sionistas, jornalistas, think tanks e grupos de press\u00e3o locais ao servi\u00e7o de Israel. No Estado espanhol, os nomes e os rostos destes agentes locais da propaganda sionista s\u00e3o bem conhecidos, desde um alinhado papagaio f\u00e1tuo catal\u00e3o at\u00e9 um antigo ativista do ETA transmutado em \u00e1zimo converso editorial dos principais meios de comunica\u00e7\u00e3o espanh\u00f3is e, finalmente, pelas principais organiza\u00e7\u00f5es filo sionistas vinculadas a extrema direita espanhola (PP).<\/strong><\/p>\n<p><strong>Campanhas de ass\u00e9dio e de intoxica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de equipes coordenadas que desenvolvem todos os tipos de atividades de ass\u00e9dio e propaganda sionista na Internet, desde a sabotagem de grupos de discuss\u00e3o e de sites de cr\u00edticas a Israel at\u00e9 as manipula\u00e7\u00e3o de entradas da Wikip\u00e9dia. A exist\u00eancia desta divis\u00e3o de inform\u00e1tica agitprop (agita\u00e7\u00e3o e propaganda) Sionista foi reconhecido publicamente por autoridades israelenses.<\/strong><\/p>\n<p><strong>O firewall (corta-fogo) mais grosseiramente vinculado ao aparelho pol\u00edtico sionista (o Estado) e o mais pat\u00e9tico de todos: cartas do embaixador israelense a todos os meios de comunica\u00e7\u00e3o que ouse rasgar a cortina e ameace em tornar vis\u00edvel a face da opress\u00e3o sionista. Esta ins\u00f3lita modalidade de agitprop (agita\u00e7\u00e3o e propaganda) tem uma hist\u00f3ria curiosa. Segundo conta o ativista israelense Uri Avnery (2), esta estrat\u00e9gia deriva diretamente das orienta\u00e7\u00f5es emitidas pelo Ministro dos do Exterior israelita Lieberman, quem h\u00e1 poucos meses convocou todos os representantes diplom\u00e1ticos de Israel e lhes ordenou que a partir desse momento n\u00e3o deixar\u00e3o sem resposta nenhuma informa\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria aos interesses e imagem de Israel. Depois da reprimenda, as embaixadas de Israel em todo o mundo se transformaram em super ocupados gabinetes de imprensa, cujos funcion\u00e1rios dispararam febrilmente cartas e e-mails para os meios de comunica\u00e7\u00e3o a fim de sustentar a narrativa sionista. Esta atividade &#8220;informativa&#8221; n\u00e3o est\u00e1 confinada aos c\u00edrculos diplom\u00e1ticos: quando o Sr. ou a Sra. Embaixadora n\u00e3o consegue dar conta da tarefa, pode mant\u00ea-la recrutando agentes de segunda fila ou qualquer sionista, por sal\u00e1rio ou por hora, capaz de escrever uma carta ou enviar um e-mail de protesto. Uma an\u00e1lise do arquivo celtib\u00e9rico ir\u00e1 fornecer um vasto mostru\u00e1rio desse tipo de interven\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Tomadas uma a uma, estas armas s\u00e3o bastante eficazes para fazer recuar o mais ousado que se atreva, por\u00e9m empregadas de forma combinada tem efeito devastador. Nos Estados Unidos h\u00e1 anos conseguiram amorda\u00e7ar o Congresso e subjugar a totalidade do aparato pol\u00edtico, a tal ponto que hoje a pol\u00edtica americana se reduz a disputa entre democratas e republicanos para ver quem pronuncia a maior declara\u00e7\u00e3o de amor a Israel e ao sionismo. Na Europa, a a\u00e7\u00e3o conjunta dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e de inconfess\u00e1veis alian\u00e7as estrat\u00e9gicas entre as elites dirigentes dos diferentes Estados explicam por que Israel haja podido aceder ao status de parceiro privilegiado da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, quando qualquer outro pa\u00eds com as suas credenciais levaria anos padecendo todo tipo de san\u00e7\u00f5es. No Estado espanhol poucos meios de comunica\u00e7\u00e3o se atrevem a enfrentar uma m\u00e1quina de manipula\u00e7\u00e3o e ass\u00e9dio t\u00e3o bem azeitada, financiada e coordenada.<\/p>\n<p>Esta imagem pode parecer desoladoraa, mas h\u00e1 raz\u00e3o para ter esperan\u00e7a. O edif\u00edcio hasbara Israel \u00e9 uma fortaleza imponente, por\u00e9m seus muros t\u00eam uma fenda cada vez mais profunda: Internet e m\u00eddia alternativa. No ambiente das moderna tecnologia de informa\u00e7\u00e3o o controle dos fatos que viram not\u00edcias e seu relato s\u00e3o cada vez mais dif\u00edcil. Por isso \u00e9 fundamental para aprofundar a fenda e tratar de ampli\u00e1-la ajudar a fomentar a difus\u00e3o de relatos alternativos que interrompem o discurso mentiroso e onipresente sionista. Como h\u00e1 muitas pessoas dedicadas a essa tarefa: franco-atiradores da contra-informa\u00e7\u00e3o, jornalistas cr\u00edticos (incluindo os israelenses), web sites, blogs, grupos de not\u00edcias, organiza\u00e7\u00f5es de solidariedade e muitos outros agentes tecem uma rede de informa\u00e7\u00e3o alternativa em cujo seio um v\u00eddeo em que soldados israelenses impedem uma ambul\u00e2ncia levar ao hospital uma mulher palestina em trabalho de parto ocupar\u00e1 sempre um lugar mais proeminente que algumas piadas grosseiras sobre o padr\u00e3o exibido por alguns figurantes em um desfile militar.<\/p>\n<p><strong><em>Qualquer pessoa que queira contribuir e combater o poder de hasbara Israel, o aparelho de propaganda e manipula\u00e7\u00e3o a servi\u00e7o da empresa colonial e racista do sionismo, pode come\u00e7ar a fazer a partir deste momento dando publicidade ao v\u00eddeo que gerou este coment\u00e1rio. A rachadura do muro \u00e9 irrevers\u00edvel. Em nossas m\u00e3os est\u00e1 a contribui\u00e7\u00e3o para aument\u00e1-la at\u00e9 que todo o edif\u00edcio tombe em meio a uma nuvem de povo e de vergonha.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Estamos ansiosos pela carta de protesto do embaixador israelense ou de um sionista de plant\u00e3o.<\/p>\n<p>NOTAS:<\/p>\n<p>1. J\u00e1 que menciono as fronteiras de Israel, vale a pena observar que Israel \u00e9, por efeitos pr\u00e1ticos nos dias de hoje, de fato, um \u00fanico Estado que ocupa 100% da Palestina hist\u00f3rica, ou seja, todo o territ\u00f3rio entre o Mediterr\u00e2neo e o rio Jord\u00e3o, onde se aplica tr\u00eas sistemas jur\u00eddicos: a) plenos direitos para os judeus em toda extens\u00e3o desse territ\u00f3rio; b) direitos reduzidos para a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o-judeus ainda residentes nos territ\u00f3rios de 48; c) a aus\u00eancia total de direitos para os habitantes n\u00e3o-judeus dos territ\u00f3rios ocupados em 67. Conforme argumentado por Gilad Atzmon, o Estado palestino j\u00e1 existe, mas no momento \u00e9 chamado de Israel.<\/p>\n<p>2. http:\/\/www.rebelion.org\/noticia.php?id=99153<\/p>\n<p>Rebeli\u00e3o publicou este artigo com a permiss\u00e3o do autor por Creative Commons License, Respeitando a sua liberdade de public\u00e1-lo em outro lugar.<\/p>\n<p>Fonte: http:\/\/somostodospalestinos.blogspot.com\/2010\/10\/o-poder-da-propaganda-politica-sionista.html<\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" width=\"747\" height=\"421\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2Jd6eewcj9E?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent\" allowfullscreen=\"true\" style=\"border:0;\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox\"><\/iframe><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: Somos Todos Palestinos\n\n\n\n\n\n\n\n\nLB, Rebeli\u00e3o\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/944\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-944","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-fe","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/944","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=944"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/944\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=944"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=944"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=944"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}