{"id":9792,"date":"2015-11-04T20:35:15","date_gmt":"2015-11-04T23:35:15","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=9792"},"modified":"2017-11-09T13:15:21","modified_gmt":"2017-11-09T16:15:21","slug":"pcb-se-pronuncia-no-xvii-encontro-internacional-dos-partidos-comunistas-e-operarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/9792","title":{"rendered":"PCB se pronuncia no XVII Encontro Internacional dos Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/-Z1Ah_h9xKz8\/VfayA-i5gpI\/AAAAAAAAIkA\/FuoSupFsfZk\/s912-Ic42\/17IMCWP-logo.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><i>Realizou-se com \u00eaxito o XVII Encontro Internacional dos Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios, nos dias 30 de outubro a 01 de novembro, em Istambul, Turquia, contando com a participa\u00e7\u00e3o de 104 delegados representando 58 organiza\u00e7\u00f5es de 48 pa\u00edses. Al\u00e9m de ser uma nova oportunidade de troca de experi\u00eancias entre os partidos comunistas e oper\u00e1rios de todo o mundo, este encontro aprofundou <!--more-->a an\u00e1lise sobre a crise capitalista e debateu a escalada conservadora e, em muitos casos, de reascens\u00e3o do fascismo em diferentes regi\u00f5es do planeta. As resolu\u00e7\u00f5es finais do encontro apontam para a necessidade de promover a solidariedade internacionalista a todos os trabalhadores em luta pelos direitos trabalhistas, sociais e pol\u00edticos, assim como a todos os povos que enfrentam a barb\u00e1rie do imperialismo, respons\u00e1vel pelas guerras, intenso \u00eaxodo de migrantes e refugiados de suas terras e pela destrui\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/i><i> <\/i><i><br \/>\nO PCB participou do encontro alertando que a plena emancipa\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora somente ser\u00e1 poss\u00edvel com a organiza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o das for\u00e7as anticapitalistas e anti-imperialistas, raz\u00e3o pela qual os comunistas devem participar ativamente das lutas oper\u00e1rias e dos movimentos populares, tendo como objetivo maior a supera\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria do capitalismo, sem concess\u00f5es a pr\u00e1ticas reformistas e de concilia\u00e7\u00e3o com a burguesia.<\/i><\/p>\n<p><i><b>Transcrevemos abaixo a \u00edntegra da interven\u00e7\u00e3o do PCB no evento: <\/b><\/i><\/p>\n<p><b>INTERVEN\u00c7\u00c3O DO PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB), NO 17\u00b0 ENCONTRO INTERNACIONAL DOS PARTIDOS COMUNISTAS E OPER\u00c1RIOS (Istambul, 30 de outubro a 01 de novembro de 2015)<\/b><b><br \/>\n<\/b><br \/>\nO Comit\u00ea Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB) sa\u00fada a todos os partidos comunistas e oper\u00e1rios presentes neste evento e cumprimenta o partido anfitri\u00e3o, o Partido Comunista da Turquia, vanguarda dos trabalhadores e do povo turco nas lutas travadas contra a pol\u00edtica de terrorismo de Estado imposta pelos governos do AKP (Partido da Justi\u00e7a e Desenvolvimento) e o Presidente Erdogan, servi\u00e7ais do capitalismo e do imperialismo, tamb\u00e9m respons\u00e1veis pelo genoc\u00eddio do povo curdo.<\/p>\n<p>Est\u00e1 em curso uma crise sist\u00eamica mundial do capitalismo, uma das mais graves crises de sua hist\u00f3ria, que desde 2008 aflorou de forma mais intensa, provocando a retra\u00e7\u00e3o da economia em v\u00e1rios pa\u00edses e consequ\u00eancias nefastas que atingem centralmente os trabalhadores e as popula\u00e7\u00f5es mais pobres. Estruturado em n\u00edvel internacional, o grande capital buscou colocar todo o \u00f4nus da crise nas costas dos trabalhadores, com ataques ainda mais violentos aos direitos sociais e recrudescimento da repress\u00e3o sobre os movimentos populares, medidas adotadas para recuperar as taxas de lucros e organizar a economia em novo patamar, de acordo com seus interesses.<\/p>\n<p>No entanto, essas medidas acabam contribuindo para o aprofundamento da crise, promovendo redu\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica, desemprego, queda na renda e no consumo. A crise torna a burguesia mais agressiva e evidencia de maneira mais clara os projetos do capital, que avan\u00e7a sobre direitos e garantias dos trabalhadores e suprime liberdades democr\u00e1ticas resultantes de muitas lutas hist\u00f3ricas. Uma forte onda conservadora percorre o mundo, com o aparecimento de grupos abertamente fascistas, pregando o racismo, a xenofobia, as discrimina\u00e7\u00f5es de classe e g\u00eanero e todo tipo de preconceito contra as diferen\u00e7as entre os seres humanos.<\/p>\n<p>Do ponto de vista militar, constata-se uma ofensiva do imperialismo com o objetivo de fomentar interven\u00e7\u00f5es militares e guerras em v\u00e1rias regi\u00f5es do planeta. A trag\u00e9dia envolvendo o \u00eaxodo crescente de imigrantes e refugiados que chegam diariamente \u00e0 Europa, vindos, principalmente da \u00c1frica e do Oriente M\u00e9dio, n\u00e3o deixa d\u00favidas quanto \u00e0 gravidade do problema e de suas raz\u00f5es: as guerras, a fome, a devasta\u00e7\u00e3o ambiental, com as secas e o desmatamento. Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia \u2013 em alian\u00e7a com Israel, Turquia e as monarquias do Golfo \u2013 tudo fazem para instigar conflitos no M\u00e9dio Oriente e, no intuito de derrubar governos que passaram a apresentar obst\u00e1culos aos planos imperialistas para a regi\u00e3o, concedem apoio econ\u00f4mico e militar a grupos terroristas e a mercen\u00e1rios. Financiados e treinados pela CIA e por ag\u00eancias de intelig\u00eancia da Uni\u00e3o Europeia, estes grupos transformaram-se em ex\u00e9rcitos a semear o terror e a for\u00e7ar a expuls\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es de seus territ\u00f3rios de origem, a exemplo do que faz o chamado Estado Isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>Uma crise destas propor\u00e7\u00f5es \u00e9 tamb\u00e9m respons\u00e1vel pelo acirramento da luta de classes. Em todo o mundo, os trabalhadores e os povos, mesmo em condi\u00e7\u00f5es de fragilidade, degenera\u00e7\u00e3o e divis\u00e3o de muitas de suas organiza\u00e7\u00f5es, resiste como pode \u00e0 ofensiva do grande capital, reagindo por meio de greves, manifesta\u00e7\u00f5es, revoltas e explos\u00f5es sociais. Esta \u00e9 a hora da verdade na luta de classes. N\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para as alternativas reformistas, que, quando adotadas, somente fazem refor\u00e7ar o poder do capital e desmobilizar os trabalhadores. As experi\u00eancias dos partidos e movimentos que se apresentam como pretensas novidades no cen\u00e1rio pol\u00edtico, como se n\u00e3o se fossem \u201cde esquerda nem de direita\u201d, demonstram cabalmente o esgotamento da socialdemocracia, a exemplo do que vimos ocorrer na Gr\u00e9cia, onde a \u00fanica for\u00e7a capaz de representar o povo grego na luta consequente contra o capitalismo e o imperialismo \u00e9 o Partido Comunista, o KKE.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, vive-se hoje o refluxo dos movimentos de massas que, nas d\u00e9cadas de 1990 e 2000, trouxeram ventos de mudan\u00e7as no continente, com a ascens\u00e3o de governos democr\u00e1ticos e populares. O imperialismo amea\u00e7a constantemente pa\u00edses que recusam seguir a sua cartilha, como os casos da Venezuela, da Bol\u00edvia e do Equador, imp\u00f5e novas bases militares e tropas mantidas pelos EUA no Peru, em Honduras, Paraguai, Costa Rica e instiga conflitos localizados como nas fronteiras da Venezuela com a Col\u00f4mbia e a Guiana. Na Venezuela, \u00e9 preciso refor\u00e7ar nossa solidariedade ao governo bolivariano, mas sem deixar de cobrar, como faz o PCV, a radicaliza\u00e7\u00e3o do processo de mudan\u00e7as e a organiza\u00e7\u00e3o do poder popular.<\/p>\n<p>O PCB sa\u00fada a celebra\u00e7\u00e3o do acordo parcial entre as FARC-EP e o governo da Col\u00f4mbia, somente poss\u00edvel em raz\u00e3o do impasse no campo militar, das mobiliza\u00e7\u00f5es do movimento popular e das for\u00e7as progressistas colombianas, da solidariedade internacional, do governo e do povo cubanos, anfitri\u00f5es dos di\u00e1logos para a solu\u00e7\u00e3o do conflito, e dos demais pa\u00edses garantidores e acompanhantes do processo, entre os quais se destaca a Venezuela. O regozijo com a celebra\u00e7\u00e3o desse acordo parcial n\u00e3o deve, entretanto, desmobilizar a solidariedade internacional nem baixar a guarda da resist\u00eancia colombiana, em todas as suas express\u00f5es. O hist\u00f3rico da burguesia local e do imperialismo a que ela serve n\u00e3o \u00e9 de pacifismo, nem de respeitar acordos, como foi o caso do exterm\u00ednio de milhares de militantes da Uni\u00e3o Patri\u00f3tica, nos anos 1980, exatamente ap\u00f3s um acordo com o Estado para desmobiliza\u00e7\u00e3o da guerrilha e sua transforma\u00e7\u00e3o num movimento pol\u00edtico desarmado.<\/p>\n<p>No Brasil, a crise capitalista, associada a uma contundente crise pol\u00edtica, joga por terra o discurso do Partido dos Trabalhadores e de sua base governista \u2013 constru\u00edda por meio de acordos com grupos e partidos conservadores \u2013 de que era poss\u00edvel avan\u00e7ar na solu\u00e7\u00e3o dos principais problemas vividos pela popula\u00e7\u00e3o brasileira sem enfrentar os interesses da grande burguesia monopolista. Os governos petistas mantiveram intactas as pol\u00edticas neoliberais: super\u00e1vit prim\u00e1rio para controlar a expans\u00e3o da d\u00edvida p\u00fablica, elevadas taxas de juros para cumprir metas da infla\u00e7\u00e3o, regime de c\u00e2mbio flutuante, privatiza\u00e7\u00f5es de empresas estatais e dos servi\u00e7os p\u00fablicos, ataques a direitos constitu\u00eddos com base na luta da classe trabalhadora. Com o aprofundamento da crise capitalista no pa\u00eds, que promove desemprego, desvaloriza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, aumento da carestia de vida, o governo Dilma ainda exige mais sacrif\u00edcios dos trabalhadores e corta programas sociais. Desesperado para manter a governabilidade a qualquer pre\u00e7o, o governo do PT e seus aliados avan\u00e7a a pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o com o capital e trai\u00e7\u00e3o \u00e0 classe trabalhadora, compondo o pacto com a alta burguesia em torno da chamada \u201cAgenda Brasil\u201d, que anuncia mais explora\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, mais privatiza\u00e7\u00f5es do patrim\u00f4nio p\u00fablico, destrui\u00e7\u00e3o do meio ambiente e sucateamento dos servi\u00e7os p\u00fablicos, ao mesmo tempo em que garante o pagamento da monstruosa d\u00edvida p\u00fablica aos banqueiros e rentistas que dela se beneficiam.<\/p>\n<p>E mais: a pretexto de promover a \u201cseguran\u00e7a nacional\u201d, o governo apresentou ao Congresso Nacional projeto que visa a instituir a chamada \u201clei antiterrorismo\u201d, cujo maior objetivo \u00e9 reprimir e criminalizar as lutas populares contra a ordem do capital, incluindo a motiva\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica e pol\u00edtica na defini\u00e7\u00e3o de \u201corganiza\u00e7\u00e3o terrorista\u201d. Em pleno regime de democracia burguesa, os trabalhadores s\u00e3o duramente golpeados, para que se mantenham intactas a ordem e a reprodu\u00e7\u00e3o do sistema, garantindo os ganhos do capital financeiro, do agroneg\u00f3cio e das grandes ind\u00fastrias.<\/p>\n<p>Enquanto sindicalistas e movimentos governistas deixam em segundo plano as lutas contra os ataques aos trabalhadores para fazer campanha em defesa de um governo que imp\u00f5e redu\u00e7\u00e3o de jornada com redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios, estimula as privatiza\u00e7\u00f5es, sustenta o capital financeiro, financia o agroneg\u00f3cio e criminaliza os movimentos sociais, a classe trabalhadora reage fazendo greves e lutando por suas necessidades b\u00e1sicas, como acesso \u00e0 terra, moradia, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o p\u00fablicas, transportes. Na contracorrente da concilia\u00e7\u00e3o e do reformismo, daqueles que alimentam ilus\u00f5es quanto \u00e0 possibilidade de administrar o capitalismo, o Partido Comunista Brasileiro entende que somente a luta organizada dos trabalhadores e dos setores populares \u00e9 capaz de barrar a ofensiva do capital. Na vis\u00e3o do PCB, n\u00e3o h\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es significativas entre a burguesia brasileira e o imperialismo. Este, no caso do Brasil, n\u00e3o \u00e9 um inimigo externo a ser combatido pela na\u00e7\u00e3o, numa frente de concilia\u00e7\u00e3o de classe entre o proletariado e a burguesia \u201cnacional\u201d. Pelo contr\u00e1rio, o Brasil \u00e9 parte do sistema imperialista mundial, apesar de suas contradi\u00e7\u00f5es e de ser ainda um ator coadjuvante em ascens\u00e3o.<\/p>\n<p>Exatamente no auge da crise do capitalismo, em que as agress\u00f5es do sistema aos direitos trabalhistas, sociais e pol\u00edticos dos povos abrem possibilidades de mobiliza\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, seguimos carentes de um vigoroso movimento comunista internacional de orienta\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria. Os partidos reformistas que participam de governos socialdemocratas ou social-liberais n\u00e3o contribuem para conquistas dos trabalhadores e muito menos na constru\u00e7\u00e3o do socialismo. Pelo contr\u00e1rio, participam da gest\u00e3o do sistema e desmobilizam os trabalhadores, iludindo-os de que suas conquistas dependem do desenvolvimento do capitalismo.<\/p>\n<p>O PCB continuar\u00e1 atuando no sentido de fortalecer o bloco de partidos comunistas alinhados com a luta anticapitalista e anti-imperialista, buscando contribuir para o desenvolvimento de uma luta sem tr\u00e9guas contra o reformismo, que ainda impera em v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es que se reivindicam de esquerda ou comunistas, e construir um poderoso polo comunista internacional que fortale\u00e7a ideologicamente as posi\u00e7\u00f5es marxistas-leninistas e seja capaz de conduzir, em cada pa\u00eds, o movimento dos trabalhadores por sua completa emancipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Viva o marxismo-leninismo!<br \/>\nViva o internacionalismo prolet\u00e1rio!<\/p>\n<p>Istambul, 01 de novembro de 2015.<\/p>\n<p>PCB (Partido Comunista Brasileiro)<\/p>\n<p>Comit\u00ea Central<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Realizou-se com \u00eaxito o XVII Encontro Internacional dos Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios, nos dias 30 de outubro a 01 de novembro, em Istambul, \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/9792\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[242,26],"tags":[],"class_list":["post-9792","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eipco","category-c25-notas-politicas-do-pcb"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-2xW","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9792"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9792\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}