O PCB nas eleições de 2026

O Brasil nas mãos do seu verdadeiro dono: o povo trabalhador
Edmilson Costa: um candidato comunista a Presidente do Brasil
Partido Comunista Brasileiro (PCB) – 21
O Brasil vive um momento decisivo de sua história. Em meio a uma crise social profunda, marcada pelo aumento das desigualdades, pela precarização do trabalho e pelo esgotamento das instituições políticas tradicionais, emerge a necessidade de uma alternativa real, capaz de recolocar o povo no centro das decisões nacionais. O Partido Comunista Brasileiro (PCB) apresenta ao país as candidaturas de Edmilson Costa e Cleusa Santos a Presidente e Vice-Presidente da República, como expressão de um projeto político enraizado nas lutas populares e orientado pela perspectiva de construção do poder popular e do socialismo.
Militante histórico da causa socialista, intelectual comprometido com a transformação do Brasil e participante ativo das lutas populares e democráticas desde a juventude, Edmilson Costa reúne trajetória política, formação teórica e compromisso social para enfrentar os grandes desafios nacionais. Sua pré-candidatura não surge como um gesto eleitoral convencional, mas como instrumento de mobilização política e de elevação da consciência popular diante da crise estrutural do perverso capitalismo brasileiro.
O Brasil real, aquele vivido pela maioria da população, é marcado por salários baixos, desemprego, informalidade, moradias precárias, transporte caótico, saúde sucateada e serviços públicos ineficientes. Enquanto isso, uma minoria privilegiada (banqueiros, grandes empresários, especuladores e donos do agronegócio) segue acumulando riquezas gigantescas às custas da exploração do povo trabalhador. Essa contradição central revela a falência de um modelo econômico que concentra renda e exclui a maioria da população.
Diante desse cenário, a candidatura de Edmilson Costa e Cleusa Santos tem como objetivo central recolocar no debate nacional questões fundamentais que vêm sendo sistematicamente ocultadas pelas candidaturas comprometidas com os interesses das classes dominantes. Trata-se de realizar atividades políticas com ampla participação da nossa militância e dos movimentos populares para debater propostas voltadas a promover reformas estruturais profundas, enfrentar o imperialismo, exercer a solidariedade militante aos povos no mundo, defender a soberania nacional e popular e construir um novo projeto emancipatório baseado na construção do poder popular e nas transformações sociais.
Contribua financeiramente com a campanha: https://apoiar.me/edmilsonsilvacostadopartidao
Cleusa Santos: uma mulher de luta!
Candidata do PCB à vice-presidência da República
Cleusa Santos é professora titular aposentada da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde defendeu a tese “Reforma e Revolução: polos de tensão do movimento socialista”. Sua trajetória intelectual e política tem como eixo a crítica da sociedade capitalista, o estudo da questão social, da seguridade social, do trabalho, da migração e das lutas históricas da classe trabalhadora.
Na UFRJ, atuou por décadas na graduação e na pós-graduação, contribuindo para a formação de várias gerações de assistentes sociais, pesquisadoras e pesquisadores. Por quase duas décadas, lecionou a disciplina Questão Social, espaço central de formação crítica sobre as desigualdades, a exploração da força de trabalho, os direitos sociais, a formação social brasileira e os desafios postos à classe trabalhadora no capitalismo contemporâneo.
Participação ativa no movimento docente e nas lutas populares
Sua trajetória acadêmica sempre esteve ligada à intervenção coletiva. Atuou em diferentes funções na Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, contribuindo para a defesa de uma formação profissional crítica, pública, laica e comprometida com a realidade brasileira. Também participou ativamente do movimento docente desde 1989, primeiro na UEPG, no Paraná, e depois na UFRJ, onde integrou três diretorias da ADUFRJ-SSind, seção sindical do ANDES-SN, tendo presidido a entidade entre 2002 e 2003.
Atualmente, é secretária política, em Santos, do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, organização ligada ao Partido Comunista Brasileiro. Essa atuação reafirma sua militância classista, feminista e socialista, articulada à defesa das mulheres trabalhadoras, da organização popular e da luta por uma sociedade emancipada.
Uma plataforma política pelo Poder Popular
O eixo central dessa proposta é a construção do Poder Popular, com iniciativas que garantam a efetiva participação popular nas tomadas de decisões políticas nacionais. Isso implica transformar a maioria social em maioria política, rompendo com o atual sistema em que o poder econômico distorce a representação democrática e submete as instituições aos interesses da burguesia.
É urgente promover uma revolução na política, para reconstruir radicalmente o sistema institucional brasileiro. A proposta inclui a convocação de uma Assembleia Constituinte de novo tipo, com participação direta das organizações populares, a extinção do Senado, a criação de um parlamento unicameral e a institucionalização dos Conselhos Populares como forma permanente de participação nas decisões do país. É preciso quebrar o monopólio das comunicações e transformar esses monopólios em cooperativas dos trabalhadores. Trata-se de democratizar profundamente o Estado e romper com o monopólio político das oligarquias que mantêm há séculos o poder no Brasil.
Uma transformação radical na economia não será possível sem a revogação imediata das contrarreformas neoliberais, a nacionalização e estatização do sistema financeiro, a auditoria da dívida interna. No período da auditoria serão suspensos os pagamentos de juros e amortizações. O programa propõe revogar a autonomia do Banco Central, retomar as empresas estratégicas que foram privatizadas para o controle do Estado, uma nova política industrial baseada na soberania tecnológica, o controle cambial e do comércio exterior, além de uma reforma tributária progressiva que faça os ricos pagarem impostos sobre lucros e dividendos, transações financeiros e heranças.
Nas relações sociais e trabalhistas, é necessário reverter décadas de retirada de direitos, recuperar o poder de compra dos salários, especialmente do salário-mínimo, visando atingir o piso do Dieese, além de se garantir condições dignas e formalização do trabalho para todos e todas. Lutamos pela redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais sem redução salarial, o fim da escala 6×1 e a regulamentação dos/as trabalhadores/as de aplicativos com direitos plenos. Trata-se de reconstruir o mundo do trabalho sob novas bases, com dignidade e proteção social.
Nosso programa propõe a universalização do acesso à educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis, com estatização das universidades privadas, fortalecimento das universidades públicas e da pesquisa e expansão dos Institutos Federais e das Escolas Técnicas. Na saúde, defendemos a construção de um sistema público integral, com estatização do setor de saúde privado e ampliação da rede de atendimento nos bairros populares, garantindo que a saúde seja tratada como direito de todos e não como mercadoria.
A inserção do Brasil no plano internacional deve se basear no compromisso com a soberania nacional e popular, o internacionalismo e a solidariedade entre os povos em luta contra o imperialismo, especialmente a solidariedade militante com Cuba, Palestina, Irã e Venezuela. Propomos o fortalecimento da integração regional e internacional, a construção de uma nova ordem internacional baseada na cooperação e na resistência ao imperialismo, além na autonomia da pesquisa na área atômica.
Essas propostas se ancoram na convicção de que o Brasil reúne condições objetivas extraordinárias para realizar transformações profundas, porque possui vastos recursos naturais, inclusive 21% das terras raras do mundo, terra em abundância, base industrial significativa, grande potencial energético e uma população jovem e trabalhadora. Diferentemente de outras experiências socialistas históricas do século XX, nas quais as transformações foram realizadas em países de base agrária, a construção de uma nova sociedade no Brasil vai partir de um patamar mais elevado de desenvolvimento e com uma base material significativa.
O povo brasileiro está cansado da velha política, das promessas vazias e das falsas soluções. Está cansado de um sistema que governa para os ricos e poderosos e abandona a maioria na pobreza e na miséria. Chegou a hora de dizer basta. É preciso colocar o Brasil nas mãos do seu verdadeiro dono: o povo trabalhador brasileiro. Construir um novo país, baseado na igualdade, na soberania e na participação popular. Um Brasil onde a riqueza produzida coletivamente seja colocada a serviço de todos e todas. Porque o futuro será conquistado pela luta dos trabalhadores, das trabalhadoras e da juventude, na perspectiva da construção do poder popular e do socialismo.
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Candidaturas do PCB Minas Gerais

Túlio Lopes e Warlen Nunes – candidatos a Governador e Vice de Minas Gerais – PCB 21
A chapa dos comunistas é encabeçada pelo ex-presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Minas Gerais (ADUEMG), Professor Túlio Lopes, como candidato a governador e conta com Warlen Nunes como candidato a vice-governador. A chapa conta também com três candidaturas próprias para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais: Jéssica Carvalho, José Augusto Bernardes (Zulu) e Mário Mariano.
Túlio Lopes, membro do Comitê Central do PCB e Secretário Político do PCB MG, é natural de Belo Horizonte, graduado em História, mestre e doutor em Educação. Servidor público estadual, enfrentou nos últimos anos a desastrosa política salarial do Governo Zema-Simões. O atual governo também buscou privatizar a UEMG. Mas a mobilização da comunidade universitária, protagonizada pela ADUEMG, através da campanha “UEMG quem conhece, defende!” derrotou os projetos privatistas. Foram muitos enfrentamentos nas lutas socioeconômicas e ambientais contra as políticas antipopulares de Zema-Simões.
Warlen é integrante do Comitê Central e do Comitê Estadual do PCB. Foi presidente do Diretório Acadêmico de Filosofia da PUC-Minas e membro da coordenação nacional da União da Juventude Comunista (UJC), juventude do PCB. Atuou na base do SindUTE-MG e no movimento dos pós-graduandos. Warlen é graduado em Filosofia pela PUC-Minas, mestre e doutorando em Filosofia pela UFMG. Também faz parte do Núcleo de Educação Popular 13 de maio e o Conselho Estadual do Instituto Caio Prado Junior (ICP-MG).
Contribua com a nossa Vaquinha Virtual: 🔗 apoiar.me/professortuliolopes
A contribuição é individual e ajuda na construção coletiva deste movimento pelo Poder Popular. O Partido Comunista Brasileiro (PCB) é um Partido Revolucionário, mantém sua independência política frente a todos os governos e não recebe recursos do fundo partidário. Lançamos nossa candidatura ao Governo de Minas Gerais e contamos com seu apoio para garantir a sustentabilidade prática nesta importante luta política.
Jéssica Carvalho – candidata a Deputada Estadual MG – Nº 21.180
Jéssica Carvalho iniciou sua trajetória de militância política na União da Juventude Comunista (UJC) e participa ativamente do movimento feminista, da organização de mulheres e das mobilizações em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Atuou na construção do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro (CFCAM) e, mais recentemente, da luta das mulheres mães estudantes pela garantia da permanência materna nas instituições de ensino superior, defendendo condições concretas para que a maternidade não seja um obstáculo ao acesso e à permanência na educação. Graduada em Filosofia pela Universidade Federal de São João del-Rei e mestre em História, sua trajetória acadêmica esteve profundamente ligada ao estudo das relações de trabalho, especialmente da dinâmica do trabalho reprodutivo e de cuidado, atividade indispensável para a manutenção da vida, mas historicamente invisibilizada e sobrecarregada sobre as mulheres. Acredita que construir uma política de cuidado significa colocar no centro das decisões públicas as necessidades reais da população trabalhadora: o direito ao tempo, à educação, à saúde, à moradia, à maternidade protegida e à dignidade de quem sustenta a sociedade com seu trabalho.
Professor Mario Mariano – Deputado Estadual – PCB Nº 21.000
Professor, pesquisador e extensionista da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Mário Mariano é educador popular e integrante da corrente sindical Unidade Classista e do Comitê Estadual do PCB Minas Gerais. Ex-presidente e vice-presidente da Associação de Docentes da UFVJM, atualmente é tesoureiro da entidade. Foi primeiro vice-presidente da Regional Leste do ANDES SN, tendo atuado na luta docente de universidades federais e estaduais, institutos federais e CEFET de Minas Gerais. Desenvolve ações e participa de movimentos na cidade de Diamantina e em outros locais do Vale do Jequitinhonha, apoiando a luta popular pela moradia, em defesa dos serviços públicos, da educação, cultura, saúde e contra a privatização do meio ambiente e as consequências da mineração predatória das grandes empresas.
Zulu – Deputado Estadual – PCB Nº 21.113
Zulu, candidato a Deputado Estadual, possui uma trajetória construída ao lado do povo, marcada pelo compromisso com a cultura, a educação, a economia popular, a igualdade racial, os direitos humanos e o desenvolvimento dos territórios. Morador de Betim há mais de trinta anos, sua trajetória política começou em 1976, quando ajudou a criar o Sindicato dos Metalúrgicos de Betim. Vamos construir juntos um mandato popular, participativo e comprometido com quem mais precisa.
A hora é essa! É preciso impulsionar a luta política e construir uma alternativa popular e de esquerda. Vamos derrotar a direita em Minas, sem conciliação de classe, e avançar na construção do Poder Popular!
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Carlos Machado e Felipe Queiroz: candidatos do PCB ao Governo de São Paulo
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB) – 21
No dia 1º de agosto, na Câmara Municipal de São Paulo, o PCB SP homologou as candidaturas de Carlos Machado para Governador do Estado, Felipe Queiroz para vice-governador e Petter Maahs para o Senado.
Carlos Machado nasceu e cresceu em Franca, no interior do Estado de São Paulo. Começou a trabalhar muito cedo nas fábricas de sapatos da cidade. Na juventude, também atuou na construção civil em Ribeirão Preto (SP). Essas experiências no chão da produção marcaram profundamente sua formação, aproximando-o das contradições do mundo do trabalho e da realidade enfrentada pela maioria do povo brasileiro.
Sua trajetória política teve início ainda na juventude, no grêmio estudantil de uma escola pública de Franca. Posteriormente, integrou o movimento estudantil secundarista por meio da UMES. Na universidade, militou em movimentos populares, especialmente no Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD) e na Consulta Popular, participando da organização de base, da luta por direitos e da construção de alternativas coletivas diante da exclusão social.
Formado em História pela Universidade de Franca (2009), é professor e educador popular. Desde 2014, leciona na rede pública estadual de São Paulo. Organiza-se junto à categoria na perspectiva da luta sindical, com atuação na defesa da educação pública, gratuita e de qualidade.
Participa do Instituto Práxis de Educação e Cultura, organização reconhecida nacionalmente e referência como Pontão de Cultura na macrorregião nordeste do Estado. Produtor cultural, dedica-se à preservação da memória social e da resistência popular por meio de documentários e projetos voltados à história da classe trabalhadora, com destaque para temas como movimentos sociais, cultura negra e tradições populares.
Ao longo dos anos, ampliou sua atuação política ao integrar o Partido Comunista Brasileiro (PCB), onde atua na formação militante e na intervenção política a partir de uma perspectiva marxista. Foi candidato a vice-prefeito de Franca (SP) em 2024 pelo PCB, apresentando propostas voltadas à defesa dos serviços públicos, aos direitos da classe trabalhadora e à ampliação da participação popular.
Contribua com a Vaquinha: https://queroapoiar.com.br/carlosmachado
Candidaturas a serviço da organização popular e da luta anticapitalista
O candidato a vice-governador, Felipe Queiroz começou sua militância no movimento estudantil em 2005, quando cursava Geografia na UFSC. Foi presidente e secretário-geral da Juventude Esperantista Brasileira (BEJO). Mais tarde, aproximou-se do marxismo e sua militância se desdobrou para o movimento sindical e a ação partidária no PCB, partido em que milita desde 2011. Já trabalhou como desenvolvedor de sites, venda na praia, agente de pesquisa e mapeamento do IBGE, mas a maioria dos anos profissionais se deram na área da Educação, sendo atualmente professor da rede municipal de Santos. Tardiamente descobriu-se com dupla excepcionalidade: autista e com altas habilidades. Recentemente terminou o doutorado em Serviço Social na PUC-SP.
Petter Maahs, candidato ao Senado, é Pedagogo, Educador Físico e Diretor de Escola, Doutor em Educação (FE-USP) e ex-jogador de futebol. Formou-se também em Pedagogia e História e prosseguiu seus estudos no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de São Paulo, onde concluiu o mestrado e o doutorado. Lecionou em diferentes escolas da Baixada Santista e da Grande São Paulo e, há mais de 20 anos, é diretor da rede municipal de Cubatão, atuando na construção de uma escola pública de portas abertas para a comunidade. Olga Gallatti, bancária aposentada, é a candidata a primeira suplente para a vaga do Senado.
Vinícius Jardim é candidato a segundo suplente ao Senado. Natural de Cruzeiro, no Vale do Paraíba, Vinícius é biólogo formado pela Universidade de São Paulo, onde também concluiu o doutorado em Bioinformática. Durante a pós-graduação, participou da Associação de Pós-Graduandos da USP Capital, construindo a luta pela valorização da pesquisa científica e pelo reajuste das bolsas de pós-graduação. Hoje atua junto às lutas populares e à organização da classe trabalhadora em São Sebastião, no litoral paulista, onde já cumpriu a tarefa de representar o PCB como candidato a prefeito em uma candidatura de mandato coletivo.
As candidaturas do PCB se apresentam como uma alternativa de esquerda comprometida com a transformação estrutural da sociedade. A plataforma política defende a soberania popular, a ampliação de direitos e a construção do poder popular como eixos centrais, com a participação direta da população nas decisões políticas.
Entre nossas propostas estão a defesa intransigente da educação pública, com investimento na rede estadual e valorização dos profissionais; o fortalecimento do SUS, com ampliação do acesso e melhoria das condições de atendimento; a implementação de políticas de geração de emprego e renda voltadas à classe trabalhadora; a construção de uma política de segurança pública que defenda a vida, com foco na prevenção, no combate qualificado ao crime organizado, na redução da violência e na garantia de direitos.
O PCB luta pela reestatização dos serviços públicos no Estado de São Paulo, garantindo que áreas como transporte, energia e saneamento estejam sob controle público e popular, com tarifas justas e acesso universal, orientados pelas necessidades dos trabalhadores. Também propõe o enfrentamento das desigualdades regionais e a ampliação de mecanismos de participação popular, para que trabalhadores/as e comunidades tenham voz ativa na definição das prioridades do orçamento público.
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Candidaturas do PCB no Maranhão

Reginaldo Lima para governador e Bartolomeu Moreira vice
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB) – 21
O Partido Comunista Brasileiro no Maranhão (PCB-MA) anuncia candidatura ao Governo do Estado com Reginaldo Lima à frente da chapa e Bartolomeu Moreira como candidato a vice-governador. Natural de Imperatriz (MA), Reginaldo Lima, de 43 anos, é radialista e já participou do processo eleitoral municipal como candidato a vice-prefeito de Imperatriz. Sua trajetória inclui atuação no debate público e participação em iniciativas voltadas à organização social, consolidando sua presença no cenário político local e ampliando sua projeção no Estado.
A candidatura ao governo estadual se apresenta em um contexto marcado por desafios históricos no Maranhão, como o aprofundamento das desigualdades sociais, a alta concentração de terra, as dificuldades no acesso a serviços essenciais e a precarização das condições de vida em diferentes regiões. Nesse cenário, o nome de Reginaldo Lima surge inserido em um projeto político que busca dialogar com trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, comunidades tradicionais e setores populares.
Ao seu lado, Bartolomeu Moreira, liderança quilombola de 61 anos, do município de Catanhede, compõe a chapa como candidato a vice-governador. Com atuação ligada à defesa dos territórios tradicionais, Bartolomeu representa a presença ativa das comunidades quilombolas no debate político estadual, ampliando a representatividade de segmentos historicamente excluídos dos espaços de decisão.
O Partido decidiu retomar o lema da campanha municipal de 2024: “o povo pode governar”, reforçando o pensamento e o projeto do partido para a transformação da realidade do povo maranhense. A candidatura do PCB constrói uma alternativa para o Maranhão contra desigualdades, concentração de terra, violência contra mulheres, devastação ambiental, superexploração do trabalho e precarização dos serviços públicos. Propostas serão aprofundadas por meio de debates a serem realizados com movimentos sociais, sindicatos e trabalhadores do campo e da cidade. O PCB maranhense terá o militante, também quilombola, Raimundo Corrêa, como candidato a Senador, com o nº 212.
O PCB-MA terá três candidatos a Deputado Estadual:
Caetano Costa (nº 21.000), de Pindaré-mirim;
Romilda Vieira (nº 21.123), de Cantanhede;
Félix Lima (Gato Félix – nº 21.021), de Imperatriz.
PROPOSTAS DO PCB PARA O GOVERNO DO MARANHÃO
O PCB-MA desenvolve programa alinhado à luta pelo poder popular e pelo socialismo, com propostas a serem debatidas com a população:
• Reforma agrária popular: desapropriação de latifúndios improdutivos, entrega de terra a camponeses acampados, enfrentamento à grilagem e à concentração fundiária.
• Estatização dos setores essenciais: energia, mineração, transporte, empresas de água e saneamento básico, criação de banco do estado, sob controle social, rompendo com o financiamento públicos ao grande capital.
• Defesa do território: combate à devastação do Cerrado e da Amazônia maranhense pelo agronegócio e mineração; demarcação de terras indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
• Luta das mulheres: enfrentamento ao feminicídio, ampliação da rede de proteção, igualdade salarial, combate ao assédio e garantia de direitos reprodutivos.
• Combate ao modelo concentrador: oposição ao desenvolvimento que gera pobreza e desigualdade; reorganização das prioridades econômicas em favor do povo.
• Redução da jornada: revogação da escala 6×1 e implementação de 30 horas semanais sem redução salarial, garantindo qualidade de vida para a classe trabalhadora.
• Participação popular: conselhos populares de gestão nas áreas de saúde, educação, habitação e segurança, com decisões estratégicas sob controle popular.
• Direitos sociais e infraestrutura: moradia digna, mobilidade urbana e rural, universalização da saúde e educação, com investimentos estatais e valorização do trabalho.
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Candidatura do PCB ao governo do Acre

Eudo Rafael candidato a Governador e César Félix vice-governador
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB) – 21
O Partido Comunista Brasileiro (PCB), em consenso com sua militância, optou por disputar as eleições de 2026. Compreendemos que, mesmo com seus limites, um governo de estado pode atuar como um instrumento coletivo que deve estar a serviço do povo para a transformação social.
O Estado do Acre vem sendo governado por um projeto conservador de direita, que privilegia os milionários em detrimento da maioria dos acreanos. Não é de hoje que as eleições não são sobre democracia, mas sim sobre dinheiro injetado no processo eleitoral. Precisamos urgentemente democratizar a democracia. Impossível chamar de democrático um sistema em que, no mesmo pleito, um partido recebe milhões via fundos e emendas secretas parlamentares, enquanto outros precisam disputar completamente sem recursos.
O que temos hoje é um projeto que estimula o abandono das políticas públicas, substituídas pela terceirização generalizada, transformando direitos básicos em lucro privado. Um governo transformado apenas em balcão de negócios para políticos, familiares e grandes empresários de outros estados, sobrando para nossa população, apenas os “favores particulares” daqueles que detêm o poder. Algo semelhante aos tempos dos seringais.
Com esse cenário, parte da população cai num estado de desesperança. E é convencida pelo discurso da extrema-direita, que se vende como a protetora da família, da moral e dos bons costumes, o que não passa de uma grande mentira. São políticos que sobrevivem por meio de orçamentos secretos e possuem inúmeros escândalos: desde carregamento de drogas em avião e corrupção a peso de ouro em ministérios, até tentativas de assassinatos de líderes políticos de oposição. O atual projeto político, liderado por Gladson Cameli e sua base de senadores, deputados federais e estaduais, vem sucateando as escolas, privatizando a saúde e desmontando os serviços públicos. Além de desvalorizar os trabalhadores, o governo utiliza cargos comissionados para trocas de favores entre parentes e amigos de parlamentares.
Contra o projeto reacionário, construir o poder popular!
Precisamos romper com esse modelo e construir uma alternativa popular. Os trabalhadores, empregados e desempregados, com a força da juventude, precisam apontar a direção correta para superar o capitalismo enquanto sistema vigente predatório da natureza e explorador do trabalho da população, especialmente dos mais pobres e vulneráveis.
Isso passa pela nossa capacidade de voltar a sonhar, de voltar a lutar por nós mesmos de maneira unida, essa mudança começa em cada trabalhador, trabalhadora e em seus filhos, segue na nossa rua, no nosso bairro, nas escolas e em toda sociedade. O PCB apresenta sua candidatura para a construção de um Estado que tenha luz própria, um estado anticapitalista, um caminho alternativo na política acreana, o Acre socialista. Estamos propondo um projeto político popular e democrático junto aos trabalhadores e trabalhadoras.
São candidatos ao Governo do Acre pelo PCB os camaradas:
Eudo Raffael: Presidente do Sindicato dos Bancários e conselheiro de saúde. Atuou no movimento estudantil e foi Presidente do DCE/UFAC, esteve nas manifestações em defesa da educação e pela vida durante a pandemia. É um líder sindical comprometido com a luta pelos direitos dos trabalhadores e contra as privatizações.
César Felix: Acreano de Rio Branco, bacharel e licenciado em história, escritor, poeta e consultor ambiental. Participou ativamente do movimento estudantil, trabalhou como educador social de rua, professor de escola indígena e militante de movimentos sociais.
Contribua com a Vaquinha: https://queroapoiar.com.br/eudoraffael
