Cleusa Santos participa de homenagem a Fidel em Santos

FIDEL: AGORA E SEMPRE — MEMÓRIA, REVOLUÇÃO E SOLIDARIEDADE A CUBA

Na sexta-feira, dia 21 de agosto, a Associação Cultural José Martí da Baixada Santista recebeu uma atividade dedicada à trajetória de Fidel Castro, à Revolução Cubana e aos desafios enfrentados hoje pelo povo de Cuba, reafirmando a solidariedade internacionalista e a luta contra o imperialismo.

O encontro marcou a apresentação de Fidel: agora e sempre, fotobiografia de autoria do historiador Hiran Roedel, presidente da Casa da América Latina. A obra percorre diferentes momentos da trajetória de Fidel, reunindo imagens e textos que contribuem para recuperar não apenas a dimensão histórica de sua liderança, mas sua inseparável relação com a Revolução e com o povo cubano.

A atividade contou também com a participação de Cleusa Santos, candidata a vice-presidente da República pelo PCB, e mediação de Gabriela Ortega, diretora da Associação Cultural José Martí da Baixada Santista.

Também estiveram presentes candidatos do PCB em São Paulo: Felipe Queiroz, candidato a vice-governador do estado; Petter Maahs, candidato ao Senado, e Olga Soares Gallatti, primeira suplente ao Senado, reforçando o caráter coletivo de uma campanha comprometida com a soberania, o internacionalismo e a construção do Poder Popular.

Em sua intervenção, Cleusa destacou que homenagear Fidel não significa separar sua extraordinária liderança do povo que fez e continua fazendo a história cubana. Recuperou a tradição de soberania que atravessa José Martí, Fidel e a Revolução Cubana, assim como o internacionalismo que transformou a solidariedade entre os povos em prática concreta.

O debate voltou-se também para a Cuba de hoje. As dificuldades enfrentadas pela população cubana não podem ser analisadas ignorando os efeitos acumulados de mais de seis décadas de bloqueio imposto pelos Estados Unidos. Quando faltam medicamentos, alimentos, energia e outros insumos indispensáveis, o bloqueio deixa de ser uma abstração: atinge concretamente a vida do povo cubano.

A discussão permitiu ainda estabelecer uma ponte com os desafios brasileiros. A defesa da soberania, o enfrentamento à dependência e ao imperialismo e a necessidade de colocar a riqueza produzida pelos trabalhadores a serviço das necessidades populares integram o programa apresentado pelo PCB. Nesse sentido, a defesa do Poder Popular recoloca uma pergunta fundamental: quem deve decidir sobre a riqueza produzida pelo povo e sobre os rumos do país?

Também esteve presente no debate a condição das mulheres, que absorvem de maneira desigual os efeitos das crises, dos bloqueios e da deterioração das condições necessárias à reprodução cotidiana da vida.

Mais do que recordar o passado, o encontro reafirmou a atualidade da luta pela soberania dos povos, contra o imperialismo e por uma sociedade fundada nas necessidades humanas e na emancipação social.

A atividade foi construída conjuntamente pela Casa da América Latina, PCB e Associação Cultural José Martí da Baixada Santista.

Nossa solidariedade é com o povo cubano e com seu direito de construir soberanamente seu próprio futuro.

Cuba não está sozinha!