Brasil

NOTA PÚBLICA SOBRE O ASSASSINATO DE ELTON BRUM PELA BRIGADA MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL

SOLIDARIEDADE AO MST O PCB hipoteca sua solidariedade fraterna e militante ao MST e a todos os seus militantes e denuncia a repressão e criminalização dos movimentos sociais NOTA PÚBLICA SOBRE O ASSASSINATO DE ELTON BRUM PELA BRIGADA MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vem a público manifestar seu pesar pela perda do companheiro Elton Brum, manifestar sua solidariedade à família e para:

NOTA PÚBLICA SOBRE O ASSASSINATO DE ELTON BRUM PELA BRIGADA MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL

SOLIDARIEDADE AO MST O PCB hipoteca sua solidariedade fraterna e militante ao MST e a todos os seus militantes e denuncia a repressão e criminalização dos movimentos sociais NOTA PÚBLICA SOBRE O ASSASSINATO DE ELTON BRUM PELA BRIGADA MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vem a público manifestar seu pesar pela perda do companheiro Elton Brum, manifestar sua solidariedade à família e para:

Colômbia: A política de segurança democrática não é de segurança nem é democrática; é de guerra.

Lilia Solano* ALAI AMLATINA, 13/08/2009.- A preocupação com a segurança é uma velha cartada que se dá na Colômbia para defender interesses e projetos, o investimento multinacional e o agora chamado “livre mercado”. Esta estratégia militar de guerra tem no coração um plano bélico contra os movimentos sociais e a insurgência, e mantém um fio condutor com antigas agendas de guerra contra o povo – como foi o “Plan Lazo”, desenhado em 1964 para alcançar a então dita pacificação do país; assim como o “Plan Andes”, que em 1968 defendeu a guerra contra a guerrilha; ou o “Manual Provisório para o Planejamento da Segurança Nacional” (1974); a “Estratégia Nacional” contra a Violência de Cesar Gaviria (1991); e ainda o “Plan Colombia” de Andrés Pastrana, que permitiu uma enorme influência militar estadunidense (1998), com um investimento militar de milhões de dólares.

CONFIANÇA NA VITÓRIA

O momento político na Bolívia: CONFIANÇA NA VITÓRIA Por: Marcos Domich O momento político se caracteriza pela decomposição e fragmentação da direita, internamente pela corrosão e a acirrada disputa de frações que se cobram mutuamente contas pelo fracasso estrondoso dos planos conspirativos que, em sua escalada, perseguiam com o objetivo a divisão da Bolívia. A direita também não se põe em acordo em matéria de candidatura. Isto permite avançar com maior confiança rumo às eleições gerais de dezembro.

Tribuna de Debate

TRIBUNA DE DEBATES – MILITANTES DO PCB O princípio do Centralismo Democrático Crise Econômica e Vigência do Neoliberalismo Por um Partido Grande, Forte

Teses e comunicados

Outros outubros virão! (Declaração Política do XIV Congresso do PCB) Notas: Comunicado 1 Comunicado 2 Comunicado 3 Normas do Congresso O Capitalismo Hoje

AO POVO PARAGUAIO: TODO APOIO AO CONGRESSO POPULAR UNITÁRIO!

Nota Política do PCB O PCB expressa sua irrestrita solidariedade ao povo paraguaio em sua luta pela segunda independência frente ao imperialismo – do qual o capitalismo brasileiro é parte – e oferece às organizações políticas e sociais que realizam o CONGRESSO POPULAR UNITÁRIO o seu apoio militante, em tudo que estiver ao nosso alcance.

GOVERNO EMPRESTA AO FMI DINHEIRO QUE CORTA DAS ÁREAS SOCIAIS

(Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida) O governo emprestará US$ 10 bilhões ao FMI, comprando parte dos US$ 500 bilhões em títulos desta instituição, que serão emitidos para permitir que o Fundo possa continuar emprestando e impondo aos países as suas políticas que se mostraram falidas pela crise global, como as privatizações e os cortes de gastos sociais. Portanto, ser credor do Fundo significa pegar os recursos que faltam às urgentes demandas sociais brasileiras para aplicar e fortalecer as políticas comprovadamente equivocadas do FMI. Por isso, ser credor do Fundo é a pior medida possível para enfrentar a crise. O Fundo estava à beira da falência antes da crise, e o Brasil está cumprindo o vergonhoso papel de ressuscitar esta Instituição.

Nota política do PCB sobre a invasão policial da USP

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) vem a público manifestar seu mais veemente repúdio à ação brutal da Polícia Militar verificada ontem, dia 09 de junho, contra estudantes, professores e funcionários da USP. A invasão do campus universitário, com tropas de choque, tiros e bombas é uma violência insana que lembra os piores momentos da ditadura militar. O PCB entende que é inaceitável a presença da PM no campus universitário e que estas tropas devem se retirar imediatamente das dependências da USP.

As diferenças entre PCB e PCdoB

As principais diferenças entre o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e o Partido Comunista do Brasil (PC do B) Igor Grabois e Edmilson Costa (São Paulo – 2009) Geralmente, grande parte das pessoas não compreende a existência de dois Partidos Comunistas no Brasil. Muitos até confundem as duas organizações como se fossem a mesma coisa. Até mesmo parte dos militantes também acha que a diferença entre PCB e o PC do B é apenas tática, afinal os dois partidos se reivindicam comunistas. No campo internacional, há também certa confusão sobre a existência de dois Partidos Comunistas no País, afinal já não existe mais a União Soviética, nem o maoísmo do Livro Vermelho ou o albanismo de Enver Hoxha. Para esclarecer essa aparente confusão, decidimos colocar claramente, tanto para as pessoas pouco familiarizadas com as sutilezas da esquerda, quanto para os militantes em geral, as principais diferenças históricas, políticas, estratégicas, táticas e de concepção partidária entre o PCB e o PC do B, de forma a reduzir a confusão e deixar claro essas diferenças.