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Renda ‘per capita’ regrediu em 48% dos municípios

O Globo Apesar do avanço do Brasil no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) nas últimas duas décadas, a renda per capita de quase metade dos municípios brasileiros em 2010 era inferior à media nacional registrada em 1991. É o que revela o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, lançado esta semana pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Segundo o levantamento, que usa dados dos censos do IBGE, 2.663 cidades – 48% do total – tinham renda per capita mensal em 2010 abaixo de R$ 447,56, a média do país em 1991.

Endividamento como ‘nunca antes na história deste país’

O Olhar Comunista dessa quarta destaca a informação do Banco Central de que o nível de endividamento das famílias com os bancos avançou para o recorde de 44,52% em maio – sendo ainda o quinto mês consecutivo de alta. É um verdadeiro “espetáculo do crescimento”, como “nunca antes na história deste país”…

Dívida pública: Tesouro usa R$ 128,8 bi das reservas

Correio Braziliense O caixa que o Tesouro Nacional mantém para enfrentar emergências no mercado de títulos está no chão. Com o elevado volume de dívidas que venceu no primeiro semestre do ano e a fuga de investidores dos papéis públicos entre abril e junho, uma parte considerável dessa reserva de segurança, quase R$ 130 bilhões, foi queimada. A instituição não revela os números, mas fontes garantem que teriam sobrado menos de R$ 95 bilhões no caixa, nível considerado crítico, por corresponder a pouco mais de dois meses de vencimento de papéis — o ideal é que esse colchão de liquidez seja de seis meses.

Puro ‘Marketing’

É com pesar que este Olhar Comunista se sente obrigado a afirmar: serve apenas aos publicitários da Casa Branca e de Jerusalém o encontro de fantoches que ocorre, sob orientações do secretário de Estado dos EUA John Kerry, entre “negociadores” israelenses e palestinos.

Brasil: O capitalismo extractivo e o grande salto para trás

por James Petras O Brasil testemunhou um dos mais gritantes retrocessos sócio-económicos da moderna história mundial:  de uma dinâmica nacionalista de industrialização para uma economia exportadora primária. Entre meados da década de 1930 e meados da década de 1980, o Brasil cresceu a uma taxa média de cerca de 10% no seu sector manufactureiro, em grande medida com base em políticas intervencionistas do estado, subsídios, protecção e regulação do crescimento de empresas públicas nacionais e privadas. Mudanças no “equilíbrio” entre o capital nacional e estrangeiro (imperial)