Os elogios fúnebres não podem reescrever a história

imagemNuma vida política tão prolongada e com um trajeto tão contraditório como de Mário Soares, nem todos os aspectos serão negativos. Mas, se se pretender nesta altura fixar o seu lugar na história, há um fato que, para o nosso povo e o nosso país, é mais relevante do que qualquer outro. Se o 25 de Abril de 1974 constitui o mais importante acontecimento da nossa história até hoje, Mário Soares Continue lendo

A raposa no galinheiro com a participação de Portugal

M.M.P.P* (Comunicado)

Se levássemos sério o que as pessoas dizem ser, ou ter sido, ficaríamos surpreendidos por o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal ter aceite, sem estrebuchar, a eleição do terrorista Estado de Israel para integrar o «Grupo dos Estados da Europa Ocidental e Outros» da ONU que, entre outros assuntos, se vai pronunciar, sobre as «Medidas para eliminar o terrorismo internacional», «O primado do direito aos níveis nacionais e internacionais» e «Responsabilidade dos Estados por actos internacionalmente impróprios»! Continue lendo

IVAN PINHEIRO EM PORTUGAL

imagemIvan Pinheiro, secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro, fará uma palestra aos imigrantes brasileiros em Portugal acerca da grave situação política no seu país. Continue lendo

Reflexão sobre as eleições​ (portuguesas)​ Miguel Urbano Rodrigues

imagemMiguel Urbano Rodrigues

Os comentaristas de serviço dedicam-se a prever que governo sairá de um parlamento no qual a coligação vencedora obteve apenas uma maioria relativa, 104 deputados. O Presidente da Republica, que se comportou como um aliado do governo, vai agora incumbir Passos Coelho de formar governo. Mas que governo? Como escreveu o director executivo do semanário de direita Expresso, a vitória do PSD-CDS «só chega para um governo provisório». Continue lendo

Este texto não é sobre a Grécia

imagempor Miguel Tiago*

Nem sobre Portugal, ou Alemanha. Também não é sobre austeridade, nem sobre resultados de referendos.

Na verdade, ao falar-se de União Europeia, excluem-se os povos que alimentam esse projeto imperialista, entre os quais o Grego, o Português, o Alemão. Porque falar de União Europeia Continue lendo

A burguesia lusitana e as eleições

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por José Ferreira*

Entre 1985 e 2008, ou seja, do primeiro governo de Cavaco Silva ao primeiro de Sócrates, Portugal foi governado por uma elite composta por poucos sectores: a banca, a construção civil, o sector empresarial do Estado (que inclui empresas recém-privatizadas, mas ainda vinculadas à estratégia Continue lendo