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Economistas põem PIB de 2013 em revisão e cresce risco de alta inferior a 2%
Valor Econômico
Economistas se preparam para uma nova rodada de revisões para baixo do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013. A queda bem maior do que o esperado da produção industrial de maio – de 2% sobre abril segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – pesa sobre as projeções, mas funcionou mais como mais um sinal de alerta. São os impactos ainda desconhecidos dos protestos nos dados de atividade de junho que pautam as indicações de que novas leituras do PIB virão.
Governo prepara cortes de R$ 20 bi
Correio Braziliense
Diante da onda de desconfiança que varre o país, a presidente Dilma Rousseff garantiu ontem aos investidores que cumprirá um dos cinco pactos listados por ela para responder às demandas que vêm das ruas: o controle das contas públicas. Ela enfatizou que o governo vai “olhar onde é possível e onde não é possível” para atingir a meta de superavit primário de 2,3 % do Produto Interno Bruto (PIB), como demanda o mercado financeiro, assustado com a gastança que está empurrando a inflação para muito além do centro da meta, de 4,5%, perseguida pelo Banco Central. Entre a equipe econômica, a promessa é de que haja um contingenciamento de gastos entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões.
