Internacional

GREGÓRIO BEZERRA: UM EXEMPLO DE REVOLUCIONÁRIO

Crédito: PCB PCB ENTREGA, EM RECIFE, A MEDALHA DINARCO REIS, IN MEMORIAM, A JURANDIR, ÚNICO FILHO VIVO DE GREGÓRIO BEZERRA “Em 1935, a gente tinha armas, mas não tinha massa; Em 1964, a gente tinha massa, mas não tinha armas.” (Gregório Bezerra) Sem subestimar o fundamental papel dos intelectuais revolucionários, é impressionante como a inserção de um comunista na massa, como um peixe dentro da água, lhe permite, com uma sábia simplicidade, resumir e transmitir ao povo teses de importância prática e teórica.

A CIA ordenou a substituição: avaliação manipulada de Uribe para dar aparência mais limpa à continuação de genocídio e saque.

Crédito: Latuff Por Azalea Robles A CIA decretou a substituição. Os detentores do grande capital continuam se escondendo sob a aparência de legalidade e legitimidade. O referendo da reeleição terminou. A notícia encheu muitos de alegria. É certo que ver contrariados os caprichos de ditadorzinho do sinistro presidente Uribe dá um quê de satisfação, porém não devemos nos enganar. Isto, na realidade, não muda nada… Porque o que existe na Colômbia é um Estado Criminoso. Que seja Uribe o presidente, que seja Santos, que seja Sanín, Pastrana… Que seja qualquer um dos candidatos da lista que fique. Eles não podem esquecer de alguns pontos básicos da realidade. Porque o que convém realmente ao povo colombiano é que cesse o genocídio e os frequentes saques. Não é somente mudar um presidente. Vejamos alguns pontos fundamentais para a análise da realidade.

RESOLUÇÕES DO XIV CONGRESSO DO PCB!

Chamamos a atenção para a principal resolução do Congresso, “ESTRATÉGIA E TÁTICA DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA BRASILEIRA”, que orientará a ação política do PCB

Carta aberta aos amigos que me perguntam se amigos brasileiros deles que estão criticando Israel são antissemitas

Crédito: coletivotrinca.wordpress.com Por: Gershon Knispel Lamento concordar com teus amigos que tiveram a coragem de expressar abertamente sua opinião em relação às últimas ações intoleráveis dos governos de Israel. Toda a comunidade internacional pensa o mesmo que teus amigos, mas não expressa publicamente. Dois meses depois da Guerra dos Seis Dias, que resultou na ocupação do território palestino, um abaixo-assinado de 12 intelectuais, incluindo minha assinatura, foi publicado em 18 de setembro de 1967, no mais importante diário do pais, o “Haaretz”: “O nosso direito de nos defender não nos dá o direito de oprimir outros; a ocupação obriga à revolta. A revolta leva ao esmagamento do povo revoltado, o esmagamento leva ao terror, que leva ao contraterror. As vítimas do terror são em geral pessoas inocentes. A manutenção dos territórios ocupados nos torna um povo de assassinos a serem assassinados, Vamos devolver o território ocupado imediatamente”.

MÁRIO ALVES, A DIGNIDADE DE UM REVOLUCIONÁRIO

Crédito: PCB *OTTO FILGUEIRAS As praias do Rio de Janeiro encheram-se de velas no dia 3l de dezembro de 1969. O sol rompeu forte no ano novo e avisou que até o calor seria de amargar. Às 20 horas do dia 14 de janeiro, Bruno Maranhão esperava na rua Brás de Pina, conforme o combinado. Lá adiante, avistou Mário Alves. O jornalista explicou que não comparecera ninguém no ponto dele às 18 horas. Mário faria parte da primeira turma a entrar no local da reunião e sabia do ponto de Bruno porque fora ele que passara a outro companheiro e estava ali para trocar opiniões sobre o desencontro. Bruno cismou, mas Vila ponderou que o pessoal deveria estar com dificuldade para arranjar o aparelho onde seria realizada a reunião do Comitê Central. Por medida de segurança saíram do local e caminharam trocando idéias sobre a prisão do militante na fuga do assalto no Souto Maior e posteriormente de alguns simpatizantes.

FARC: “Não somos belicistas nem lutamos por vinganças pessoais ..”

Crédito: MCB Memorando para um intercâmbio sobre o conflito colombiano. Primeiro: Sempre acreditamos numa solução política para o conflito. Mesmo antes da agressão a Marquetalia, e durante esses 46 anos, temos reiterado, expressado e lutado por esse objetivo. Segundo: Não somos belicistas, nem lutamos por vinganças pessoais. Não temos patrimônios materiais ou privilégios a defender, somos revolucionários comprometidos com nossa consciência, e desde sempre, com a busca de uma sociedade justa e soberana, profundamente humanistas, desprovidos de qualquer interesse pessoal mesquinho. Nós amamos nosso país acima de tudo e somos obrigados a desenvolver a guerra contra uma classe dominante posta de joelhos perante o império, que tem usado de maneira sistemática a violência e os atentados pessoais como uma arma política para manter-se no poder desde 25 de setembro 1828, quando buscou assassinar o Libertador Simón Bolívar, e até os dias de hoje, em que utiliza as práticas de terrorismo de Estado para manter o status quo.

Paraguai: Relação Lugo-Uribe irrita Esquerda

Crédito: pt.wikipedia.org Diário ABC Color Partido Comunista Paraguaio disse que Lugo está desorientado ao agradecer a ajuda colombiana. As boas relações bilaterais entre Colômbia e Paraguai irritam cada vez mais os setores de esquerda. O menos tolerante é o Partido Comunista Paraguaio (PCP), que disse que Lugo e Rafael Filizzola estão desorientados em “ponderar, elogiar e agradecer os assessores militares e policiais da ditadura terrorista de Alvaro Uribe”. Tekojoja também questionou o Presidente.

PORQUE ADERIMOS AO PCB

Crédito: PCB Nota Oficial do Coletivo União Comunista Nosso Coletivo se formou com base na disposição de alguns militantes, em sua maioria rompidos com o PSTU no final dos anos noventa, de resistir ao processo de institucionalização e de capitulação ao regime democrático-burguês das organizações de esquerda no Brasil. Combinada com essa disposição, estava a intenção de batalhar pelo reagrupamento dos revolucionários, necessidade vital ante a ofensiva do capitalismo desde o desmonte da União Soviética. Considerando as condições da conjuntura adversa, as debilidades de um punhado de militantes isolados, podemos dizer que sua trajetória rendeu alguns frutos. Nosso coletivo não se restringiu a discussões internas, manteve uma permanente ação militante, editou panfletos, boletins e até mesmo um jornal regular, O Proletário. Além disso, orientou seus membros no sentido de se estruturar e se organizar junto a nossa classe, animando suas atividades sindicais e culturais.

BENVINDOS OS CAMARADAS DO COLETIVO UNIÃO COMUNISTA

Crédito: PCB O PCB se orgulha de receber em suas fileiras os camaradas que compunham o Coletivo União Comunista, com os quais, nos últimos anos, vínhamos mantendo um respeitoso diálogo, passando em revista nossos pontos de vista sobre os caminhos da revolução brasileira. Este fato histórico se dá no momento em que o PCB tem chamado a atenção dos verdadeiros comunistas brasileiros, em função das mudanças que vem operando em sua linha política e em sua concepção de partido, rompendo com as ilusões reformistas e apontando para a necessidade de luta para além da institucionalidade burguesa. Temos, com o mesmo orgulho, recebido camaradas que vêm de outras organizações e coletivos, com culturas e referências teóricas e práticas diferenciadas. Não temos tornado públicos estes recrutamentos individuais em respeito a eles e às organizações de onde vêm. No caso da União Comunista, por se tratar de um coletivo agora dissolvido e por ter tornado pública sua consensual adesão, por decisão soberana de seus ex-membros, permitimo-nos tecer algumas considerações.

Raúl Reyes, Iván Ríos e Manuel Marulanda: Vivos na memória e na luta dos povos!

Crédito: http://www.abpnoticias.com/ por Dax Toscano Segovia/MCB Equador ABP O mês de março de 2008 possui um significado importante, de grande e profunda dor para a insurgência colombiana, para as forças revolucionárias da América Latina e de todo o mundo. Nesse mês ocorreram as mortes dos Comandantes Raúl Reyes, Iván Ríos e Manuel Marulanda Vélez. Raúl foi assassinado em 1º de março, após um bombardeio empreendido contra seu acampamento guerrilheiro localizado em Angostura, na zona de Putumayo. O bombardeio provocou também a morte de outras vinte e quatro pessoas, entre elas cinco estudantes mexicanos que estavam no citado local.