Imperialismo

A Batalha de Kursk e a falsificação da História

Crédito: www.odiario.info Salvo raríssimas excepções, os historiadores militares da burguesia omitem qualquer referência à batalha de Kursk, “a maior batalha da História, de importância decisiva para o desfecho da II Guerra Mundial. “A omissão não resulta de ignorância. Tornar pública a verdade sobre Kursk pulverizaria os mitos forjados por Hollywood sobre a participação dos EUA na II Guerra e arrancaria a máscara à moderna historiografia norte-americana, tirando-lhe credibilidade”. Miguel Urbano Rodrigues – 21.12.09

Os Estados Unidos: a Economia da destruição e a Terapia de Choque

Crédito: Latuff *Robson de Moraes A economia norte americana está assentada em complexo militar – industrial. Se o Pentágono fosse um país, estaria entre as quinze maiores economias do mundo. Segundo Stephen Dais, com os dólares que foram gastos com armamento pelo governo americano, no período de 1947 a 1989 (8,2 trilhões de dólares), poderia se construir um outro do país do porte dos E.U.A , incluindo todas as suas indústrias e infra-estrutura existente. Só no ano de 2002 foram gastos com armamento, em todo o planeta a soma de 0,8 trilhões de dólares, sendo que cinco países são responsáveis por metade deste gastos.Em 2005, somente o Ministério da Defesa Americano, superou a cifra de um bilhão de dólares por dia.

O DIREITO DA HUMANIDADE A EXISTIR

Crédito: Cubadebate Reflexões do companheiro Fidel: O DIREITO DA HUMANIDADE A EXISTIR A mudança climática já causa danos consideráveis e centenas de milhões de pobres sofrem as conseqüências. Os centros de investigações mais avançados garantem que resta muito pouco tempo para evitar uma catástrofe irreversível. James Hansen, do Instituto Goddard da NASA, assevera que um nível de 350 partes do dióxido de carbono por milhão ainda é tolerável; contudo, hoje ultrapassa a cifra de 390 e cada ano incrementa-se a ritmo de duas partes por milhão, ultrapassando os níveis de há 600 mil anos. As últimas duas décadas têm sido, cada uma delas, as mais calorosas desde que se têm notícias do registro. Nos últimos 150 anos o mencionado gás aumentou 80 partes por milhão.

Algumas reflexões sobre o Irã

Crédito: doomar.blogspot.com Ricardo Costa (Rico) Secretário de Formação Política – Comitê Central do PCB A grande imprensa tem tratado com sensacionalismo o caso

SUPERAR O ANTICOMUNISMO

Crédito: RSUrgente por Georges Gastaud(1) «Anti-totalitarismo»… totalitário! Seria cômico se não fosse tão grave para a liberdade de pensamento: é em nome do «antitotalitarismo»(!) – sem quase nunca dispor do menor direito de resposta – que os defensores do comunismo histórico, e, mais genericamente, todos os que seguem o combate de Babeuf e Varlin, de Marx e de Lênin, de Manouchian e Guevara, são constantemente difamados pelos meios de comunicação do Partido Único de Maastricht(2), muito «laicamente» auxiliados pela história oficial da escola «republicana», celebrada pelos pontífices das direitas mais reacionárias e das falsas esquerdas, hipocritamente exaltada pelo coro incansável dos «comunistas arrependidos», a grande missa azul-rosa-castanha(3) do anticomunismo em sua infindável ladainha, que tem batido todos os recordes de anátemas e excomunhões com que foram batizados pelos contrarrevolucionários de seu tempo Espartaco e os Gracos, Robespierre e Marat, Eugène Varlin e Louise Michel…

Estas são as bases militares dos EUA na América Latina

Crédito: Latuff O Comando Sul é um dos cinco comandos militares mais importantes do Pentágono. O Comando Sul cumpre a responsabilidade de vigiar, espionar e controlar uma área de 19 países da América Latina. A partir do ano 2000, o Pentágono desenhou um novo esquema de controle militar sub-regional, conhecido como Bases Militares Estadunidenses. Estas bases estão localizadas em todo o Continente, especificamente com o fim de controlar e monitorar a América Latina. Entre 1903 e 1999, baseou-se no Canal do Panamá. Porém, como resultado do “Acordo Carter-Torrijos”, no ano de 1997 os EUA se viram obrigados a abandonar a Base Militar Howard (Comando Sul) no Panamá e transferir-se para Miami, Flórida.

INVASÕES AMERICANAS NO MUNDO

Crédito: Latuff Organizado por Alberto da Silva Jones (professor da UFSC): Entre as várias INVASÕES das forças armadas dos Estados Unidos fizeram nos séculos XIX, XX e XXI, podemos citar: 1846 – 1848 – MÉXICO – Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas 1890 – ARGENTINA – Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos. 1891 – CHILE – Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas. 1891 – HAITI – Tropas americanas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA. 1893 – HAWAI – Marinha enviada para suprimir o reinado independente anexar o Hawaí aos EUA. 1894 – NICARÁGUA – Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.

EUA reconhecem documento que cita possibilidade de operações na América do Sul

Crédito: Latuff O Departamento de Estado dos EUA confirmou ontem ser verdadeiro o documento da Força Aérea americana apresentado na quarta-feira, em Brasília, pelo deputado federal José Genoino (PT-SP), que cita a base militar colombiana de Palanquero, a ser usada por Washington, como “uma oportunidade para a realização de operações no âmbito total da América do Sul”. Baseado no documento, Genoino acredita que o polêmico acordo militar que garante o acesso dos EUA a sete bases no território colombiano poderia abrir caminho para as forças armadas norte-americanas atuarem em outros países, além da Colômbia. Opinião semelhante tem o diretor do Programa de Segurança para a América Latina do Center for International Policy, em Washington, Adam Isacson, que analisou não só o documento da Força Aérea, mas também o texto final do acordo, que veio a público em 5 de novembro no site do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia, ao qual o JB teve acesso.

Alerta Vermelho: A segunda vaga do tsunami financeiro – A vaga está a ganhar força e pode atacar entre o 1º e o 2º trimestre de 2010

Crédito: 1.bp.blogspot.com Por: Matthias Chang* Muitos dos meus amigos que têm recebido os meus alertas por email nos últimos dois anos têm-se queixado de que nas últimas semanas não tenho comentado o estado da economia global. Compreendo a ansiedade mas eles esquecem-se de que eu não sou um analista do mercado de acções pago para escrever artigos a fim de atrair os investidores para o mercado. O meu sítio web é gratuito e eu não vendo uma folha informativa financeira portanto não preciso de cozinhar previsões ou análises diárias.

“A Europa vive um período de contra-revolução”

Crédito: www.resistir.info por Pierre Pranchère [*] entrevistado por Alberto Lopes Ex-membro do Comité Central do Partido Comunista Francês, foi deputado à Assembleia Nacional de França e ao Parlamento Europeu durante quase duas décadas. De origem camponesa, filho de um ferroviário, aos 16 anos já lutava na Resistência francesa à ocupação alemã, durante a II Guerra Mundial. Pierre Pranchère, hoje com 82 anos, visitou recentemente Portugal pela segunda vez e veio de novo ao Alentejo – já aqui tinha estado no Verão de 1975, apaixonado pela Revolução dos Cravos. Falou agora ao Alentejo Popular da sua participação no “maquis” na região da Corrèze, de episódios menos conhecidos da II Guerra Mundial, da sua experiência como deputado, do fracasso da União Europeia e da luta dos comunistas franceses.