Imperialismo

ELEIÇÕES E PARTICIPAÇÃO NA LUTA DOS POVOS

As eleições legislativas portuguesas vão realizar-se num momento em que a humanidade atravessa uma das maiores crises dos últimos séculos. Na Europa e nos EUA os media, repetindo o que afirmam os governantes e os senhores do capital, insistem em defini-la como financeira e passageira. Mentem conscientemente porque sabem estar perante uma crise global do capitalismo, estrutural e duradoura. O discurso dos partidos da burguesia nesta campanha é, por isso mesmo, um novelo de mentiras. Esconder do povo a realidade tem sido um objectivo permanente dos dirigentes e candidatos do PS, do PSD e do CDS. Atribuir a responsabilidade da gravíssima situação que o pais atravessa – como fazem Sócrates e a sua gente – quase exclusivamente à crise internacional, apresentada como financeira, é não somente uma inverdade como um acto de hipocrisia. Mas para que a maioria dos eleitores possa elaborar um quadro minimamente rigoroso dos problemas que o povo português enfrenta hoje é indispensável inseri-los na historia contemporânea da Europa e das crises do capitalismo.

Vinte Bases Militares Norteamericanas terão como objetivo isolar a Venezuela do mundo

Caracas. ABN (Agência Bolivariana de Notícias) – Manuel Alexis Rodriguez. Um total de treze bases militares dos Estados Unidos, localizadas estrategicamente em países aliados de Washington, cercam atualmente a Venezuela. Com o acordo do tipo “cooperação e assistência técnica em defesa e segurança”, que a Colômbia vai assinar com os Estados Unidos, e que permitirá que soldados norteamericanos utilizem sete novas bases militares na Colômbia, o número chegará a vinte.

AS ELEIÇÕES AFEGÃS: FARSA NUM PAÍS OCUPADO

Miguel Urbano Rodrigues As eleições presidências e locais no Afeganistão foram, como se previa, uma farsa dramática. Mais de 300.000 soldados e polícias (100.000 da NATO e da Força «Liberdade Duradoura» exclusivamente constituída por tropas norte-americanas) foram mobilizados para garantir o carácter «democrático» do processo. Mas o espectáculo não se desenrolou de acordo com o programa.

“A história se repete no Afeganistão”

Entrevista ao jornalista Robert Fisk: María Esperanza Sánchez, da BBC O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez do Afeganistão a sua maior prioridade na luta contra o terrorismo. A nova estratégia dos Estados Unidos demanda aumentar o número de tropas e também colocar maior ênfase na reconstrução do país e no fortalecimento das instituições. Entretanto, isto ocorre em um momento em que as forças do Talibã continuam ganhando terreno. Espera-se que este ano seja o mais violento e com o maior número de vítimas desde 2001. Neste contexto, quão efetiva será a estratégia dos EUA? Até que ponto ela oferece respostas aos afegãos?

Jornal IP

Jornal Imprensa Popular. Órgão oficial do Partido Comunista Brasileiro – PCB. EDIÇÃO ESPECIAL Versão Eletrônica: Clique AQUI Versão para impressão Clique AQUI para

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Vergonha e Desgraça na Agressão Estadunidense

Comunicado do Partido Comunista Sírio O imperialismo estadunidense somou mais um crime brutal à sua já péssima ficha. Quatro helicópteros estadunidenses violaram a soberania de nosso país e atacaram cidadãos inocentes e pacíficos, tendo como resultado oito mártires e alguns feridos. Esta agressão traiçoeira não é estranha aos Estados Unidos (que têm exercido a profissão de violar e quebrar as convenções e legislações internacionais), e mostra o real teor fascista do imperialismo estadunidense, enquanto erram de forma leviana em sua política destrutiva e em meio à sua crise econômica. O Partido Comunista Sírio condena e abomina este crime brutal e avisa ao império estadunidense que este terá de arcar com todas as conseqüências desta sua ação. O partido chama o boicote completo aos interesses estadunidenses, e convida a todos os povos do mundo e às forças nacionais e progressistas a condenarem esta agressão e a assegurar a importância e a urgência de trabalharmos na mais ampla frente internacional antiimperialista.

A crise no Cáucaso

Publicamos aqui três interessantes artigos sobre a crise no Cáucaso: “Uma reflexão sobre a autodeterminação dos povos e a crise do Cáucaso”, do