Imperialismo

AS ELEIÇÕES AFEGÃS: FARSA NUM PAÍS OCUPADO

Miguel Urbano Rodrigues As eleições presidências e locais no Afeganistão foram, como se previa, uma farsa dramática. Mais de 300.000 soldados e polícias (100.000 da NATO e da Força «Liberdade Duradoura» exclusivamente constituída por tropas norte-americanas) foram mobilizados para garantir o carácter «democrático» do processo. Mas o espectáculo não se desenrolou de acordo com o programa.

“A história se repete no Afeganistão”

Entrevista ao jornalista Robert Fisk: María Esperanza Sánchez, da BBC O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez do Afeganistão a sua maior prioridade na luta contra o terrorismo. A nova estratégia dos Estados Unidos demanda aumentar o número de tropas e também colocar maior ênfase na reconstrução do país e no fortalecimento das instituições. Entretanto, isto ocorre em um momento em que as forças do Talibã continuam ganhando terreno. Espera-se que este ano seja o mais violento e com o maior número de vítimas desde 2001. Neste contexto, quão efetiva será a estratégia dos EUA? Até que ponto ela oferece respostas aos afegãos?

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Jornal Imprensa Popular. Órgão oficial do Partido Comunista Brasileiro – PCB. EDIÇÃO ESPECIAL Versão Eletrônica: Clique AQUI Versão para impressão Clique AQUI para

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Vergonha e Desgraça na Agressão Estadunidense

Comunicado do Partido Comunista Sírio O imperialismo estadunidense somou mais um crime brutal à sua já péssima ficha. Quatro helicópteros estadunidenses violaram a soberania de nosso país e atacaram cidadãos inocentes e pacíficos, tendo como resultado oito mártires e alguns feridos. Esta agressão traiçoeira não é estranha aos Estados Unidos (que têm exercido a profissão de violar e quebrar as convenções e legislações internacionais), e mostra o real teor fascista do imperialismo estadunidense, enquanto erram de forma leviana em sua política destrutiva e em meio à sua crise econômica. O Partido Comunista Sírio condena e abomina este crime brutal e avisa ao império estadunidense que este terá de arcar com todas as conseqüências desta sua ação. O partido chama o boicote completo aos interesses estadunidenses, e convida a todos os povos do mundo e às forças nacionais e progressistas a condenarem esta agressão e a assegurar a importância e a urgência de trabalharmos na mais ampla frente internacional antiimperialista.

A crise no Cáucaso

Publicamos aqui três interessantes artigos sobre a crise no Cáucaso: “Uma reflexão sobre a autodeterminação dos povos e a crise do Cáucaso”, do

O terrorismo manda a IV Frota

Cada vez fica mais claro que o verdadeiro terrorismo é o do imperialismo – sobretudo de seu pólo hegemônico norte-americano, mas também de todo o sistema capitalista mundial a ele associado. Lógico que esta máquina de moer gente, que massacra povos com a mais moderna tecnologia de guerra, promove e estimula guerras entre países paupérrimos, dizima milhões pela fome em todo o mundo, lógico que tal máquina chama seus inimigos de terroristas para esconder seu caráter – este sim – autenticamente terrorista. Já não bastam aos EUA e seus aliados as intervenções militares no Iraque e no Afeganistão, em que o objetivo óbvio de garantir suprimento inesgotável de petróleo levou o governo norte-americano a disseminar entre seu povo a paranóia do terrorismo islâmico – elevada à enésima potência pelo ainda nebuloso episódio da destruição das Torres Gêmeas. A crise econômica que atingiu o próprio centro do Império o induz agora à tentação de novas aventuras, e desta vez, muito provavelmente, no que sempre consideraram “seu quintal”: a América Latina.

Impedir a guerra imperialista na América Latina

Ivan Pinheiro* A partir do inverossímil “ataque terrorista” às torres gêmeas nova-iorquinas, atribuído a fundamentalistas islâmicos, o imperialismo norte-americano demonizou Sadam Hussein e os Talibãs, para poder invadir o Iraque e o Afeganistão, dois países estratégicos na disputa por petróleo, gás e água, algumas das principais riquezas naturais que decidirão a hegemonia mundial. Contra Sadam, inventaram a mentira das armas de destruição em massa, cuja existência já foi desmentida até por organismos da ONU. Contra os Talibãs, a farsa de que eram narcotraficantes. Depois de anos de destruição e extermínio, não há perspectiva de os ianques saírem militarmente vitoriosos desses países, pois seus povos, como o vietnamita, resolveram enfrentar os verdadeiros terroristas.