Maio Vermelho: avançar na luta por direitos!

O PRIMEIRO DE MAIO, O ENCLAT E AS PRÓXIMAS TAREFAS
Chegamos a mais um Primeiro de Maio enfrentando uma intensa ofensiva imperialista e um governo federal que mantém uma política de submissão aos interesses do capital.
Sobrevivemos em um país recordista em mortalidade por diversas doenças, com índices crescentes de exploração do trabalho e das diversas formas de opressão, a exemplo do aumento significativo de casos de feminicídio. Com a maioria esmagadora de governantes e legisladores reacionários, com altos índices de desemprego e trabalho sem registro, com um déficit de moradias e de saneamento básico gigantesco e com o avanço da destruição do meio ambiente.
Além disso, observamos a crescente fragmentação da classe trabalhadora, dividida em milhares de sindicatos, correntes e centrais sindicais e com obstáculos para promover a independência de classe e a unidade de ação.
Um exemplo disso tem sido a enorme dificuldade em construir uma forte campanha nacional pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada semanal de trabalho.
Outro exemplo é a ausência de um encontro ou conferência nacional da classe trabalhadora que convoque todos os sindicatos do país, filiados e não filiados às centrais, para debater por ramo de produção e regiões, com trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade.
Dessa forma, torna-se mais do que necessário que, neste Primeiro de Maio e nos próximos meses, intensifiquemos as ações para mobilizar trabalhadores, trabalhadoras e a juventude nos locais de trabalho, moradia e estudo, nos pontos de ônibus, barcas, metrôs, trens, nas portas de fábrica e nas redes sociais (internet), para enraizarmos, junto aos diversos setores da classe trabalhadora, a urgência das lutas.
Devemos ainda, construir atos de Primeiro de Maio nas capitais e nas demais cidades e expressar nossas bandeiras de luta, com destaque para o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 30h semanais sem redução salarial, abaixo o imperialismo, em defesa de Cuba socialista, pela revogação das contrarreformas trabalhista e previdenciária, pelo fim do arcabouço fiscal (novo teto de gastos) e pela construção de um encontro nacional da classe trabalhadora.
Fortalecer a Campanha Nacional de Solidariedade a Cuba e construir campanhas regionais junto com sindicatos e movimentos populares.
Fortalecer a campanha pela libertação de Maduro e Cilia, com panfletagens e manifestações junto com os Comitês em Defesa da Venezuela.
Fortalecer a Campanha em Defesa da Palestina por meio dos Comitês em Defesa da Palestina e, onde for possível, unificá-la com as lutas em defesa de Cuba e da Venezuela.
Avante, camaradas!
CONSTRUINDO O PODER POPULAR, RUMO AO SOCIALISMO!
É FORÇA E AÇÃO, AQUI É O PARTIDÃO!
Secretaria Sindical – PCB
Comissão Política Nacional do PCB
Coordenação Nacional da Unidade Classista
