A Marcha das Mulheres contra Trump retumba nos EUA e no mundo

imagemResumen Latinoamericano. RT. 21 de janeiro de 2017

Até agora foram convocadas numerosas manifestações em várias cidades dos EUA, como Nova York, Los Angeles, Chicago e Boston, assim como em outros países do mundo.

Milhares de mulheres marcharam em cidades de todo o mundo em oposição aos valores que, de seu ponto de vista, representa Trump. Além disso, exigiram a proteção das liberdades civis e da diversidade cultural que, segundo os organizadores, estão em perigo após a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA.

As ações de protesto, que têm como hashtag #WomensMarch, se centraram na Marcha das Mulheres, que se organizou próximo dos edifícios do Capitólio dos Estados Unidos, em Washington, na primeira jornada de Trump na Casa Branca.
Os organizadores da marcha chamaram não apenas as mulheres, mas todas as pessoas que se sentem marginalizadas pela campanha de Trump a unirem-se e manifestar claramente sua “desaprovação acerca do novo presidente e seus valores em um marcha pacífica”.

A prefeita de Washington D.C., Muriel Bowser, se uniu à manifestação “para falar por todas as mulheres que foram eleitas para um cargo”. Bowser também argumentou sua participação no ato pela necessidade de defender os direitos das mulheres, pois elas “são criticadas com mais dureza e de maneira mais injusta em todos os níveis do Governo”.

Entre as pessoas públicas que confirmaram sua participação, encontram-se as celebridades Scarlett Johansson, America Ferrera, Michael Moore, Julianne Moore, Katy Perry e Cher, e a ativista e filósofa Angela Davis.

Ilustração: Centenas de milhares de pessoas marcham pela avenida Pensilvânia durante a Marcha das Mulheres em Washington (EUA), 21 de janeiro de 2017.Bryan WoolstonReuters

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