Indústria permanece em queda livre



As quedas mais acentuadas ocorreram em Goiás (-2,9%), Rio de Janeiro (-2,7%), Paraná (-2,6%) e Santa Catarina (-2,2%). Em São Paulo, maior parque industrial do país, a retração ficou em 1,2%. Pará, com expansão de 2,6%, foi o único local pesquisado a obter resultado positivo no mês – a região Nordeste registrou estabilidade.

No acumulado do ano (janeiro-setembro), a redução atingiu nove dos 14 locais: Amazonas (-7%), Espírito Santo (-6,8%), Rio de Janeiro (-6,6%) e São Paulo (-5,2%) acima da média nacional (-3,5%); além de Santa Catarina (-3,4%), Rio Grande do Sul (-3,1%), Ceará (-2,1%), Pará (-1%) e Paraná (-0,8%).

Mesmo com todos os subsídios, isenções fiscais e retiradas de direitos trabalhistas (como a desoneração da folha de pagamento) feitos pelo Governo Federal, a indústria brasileira desaba. Passou da hora do Palácio do Planalto tentar medidas cosméticas e jogar as contas nas costas dos trabalhadores; urge a mudança da política econômica. Abaixo, de vez, o neoliberalismo em sua versão petista!